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domingo, 25 de novembro de 2018

Prevenir a ocorrência de quedas| PNSD-15-20 | (#SD325)


Prevenir a ocorrência de quedas é o 6º objectivo estratégico do Plano Nacional para a Segurança dos Doentes 2015-2020 (PNSD-15-20).

Este artigo está dividido da seguinte forma:
O QUE NOS DIZ O PNSD-15-20
METAS PARA O 4º OBJECTIVO
ACÇÕES A DESENVOLVER
ESTRATÉGIAS E ACÇÕES CONCRETAS A IMPLEMENTAR

O QUE NOS DIZ O PNSD-15-20
As quedas ocorrem devido à perda de equilíbrio ou à incapacidade em recuperá-lo. Ocorrem em todas as faixas etárias, contudo, é na população mais idosa que a prevalência do risco de queda e os danos daí resultantes têm sido maiores.
As quedas estão na origem de uma significativa morbilidade ou mortalidade, sendo uma das principais causas de internamento hospitalar. (…)

A literatura internacional refere que as quedas são a causa subjacente de cerca de 10 a 15% de todos os episódios que acorrem aos serviços de urgência.(…)

Estima-se, ainda, que a estadia hospitalar varie entre quatro a 15 dias e que cerca de 20% da população idosa com fratura da anca provocada por uma queda, morra após um ano.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Já Conheces? Biblioteca de Literacia em Saúde

Disponível em: http://biblioteca.sns.gov.pt/ 


Este é um exemplo dos documentos que podes encontrar...

e lá dentro...


UM DIA, SERÁS TU O DOENTE!

sábado, 14 de janeiro de 2017

SD239 - Desafios de Segurança do Doente para 2017


Com um novo ano, os desafios de Segurança do Doente nas nossas Instituições ganham um novo impulso. É necessário concluir a informação relativa ao ano que terminou, mas também planear o novo ano, melhorando o nosso desempenho e desenvolvendo novas estratégias que promovam a Segurança Do Doente.

Foi com base nesta ideia simples que lancei um desafio aos leitores do blog, através da nossa Newsletter.

Pedi que partilhassem comigo “Quais consideravam ser os Principais Desafios de Segurança do Doente para o ano de 2017”

Para responder, foi disponibilizado um simples formulário on-line e informado que os dados seriam posteriormente partilhados no blog.
A adesão foi excelente e agradeço publicamente a todos aqueles que participaram.

Foram enviados um total de 186 comentários entre o dia 04 e o dia 12 de Janeiro de 2017.

Fazendo uma análise de conteúdo por temáticas à informação enviada, esta pode ser agregada da seguinte forma:

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

STOP Quedas: Programa de Gestão e Controlo das Quedas de Doentes em Ambiente Hospitalar

STOP Quedas

Autores: Ramos, S.; Fragata, J.; Barata, F.; Bordalo, I;  Lage, J.; Marinho, A.; Mendes, C.; Paes Duarte, A.; Tavares, L.; Timóteo, A ; Trindade, L.
Gabinete de Gestão do Risco do Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE

Menção Honrosa para Melhor Poster Científico

7ª Edição do Prémio Boas Práticas em Saúde, 2013, 30 Novembro. Lisboa. Portugal

As quedas têm um impacto na morbilidade e na qualidade de vida do doente, contribuindo para o aumento dos custos dos cuidados de saúde. Dos múltiplos fatores que podem contribuir para as quedas, destaca-se a idade (acima dos 65 anos), o estado mental, a medicação que o doente está a tomar, história de queda anterior e fatores ambientais.
O Centro Hospitalar de Lisboa Central no âmbito da Gestão do Risco monitoriza o indicador “Queda do Doente” desenvolvendo um projeto de gestão e controlo das quedas de doentes, com vista a aumentar a segurança do doente. A monitorização do indicador "Queda do Doente" iniciou-se em 2005 no Hospital de Santa Marta, impulsionado pelo Programa de Acreditação do CHKS e integrado no projeto IQIP. Em 2008 o projeto foi alargado aos 4 hospitais do Centro Hospitalar e o registo do incidente da queda do doente permitiu um maior conhecimento da dimensão do problema evidenciando uma incidência de 1,12% em 2012.

O projeto assenta em dois pilares da gestão do risco: avaliação de risco e o relato do incidente. Utiliza-se a escala de avaliação de risco de queda de Morse e com base no nível de risco é definido um plano de prevenção. O incidente de queda é registado no sistema de relato de incidentes on-line e analisado por grupos que promovem ações de melhoria. Desenvolvem-se ainda atividades como a formação dos profissionais, ensino e envolvimento do doente e família e a promoção de um ambiente seguro.
O Projeto de gestão e controlo das quedas tem como principais objetivos:
- Medir a dimensão do problema associado ao incidente de queda.
- Promover as boas práticas na prevenção de quedas do doente.
- Identificar fatores de risco e fatores contribuintes associados aos incidentes de quedas dos doentes.
- Introduzir ações de melhoria ao nível das práticas e do ambiente físico.
- Alertar os doentes/família e os profissionais para as medidas de prevenção das quedas e redução das suas consequências. 

domingo, 15 de dezembro de 2013

Escala de Morse – Tradução e Adaptação à língua Portuguesa

Este é um artigo original intitulado - Morse Fall Scale: tradução e adaptação transcultural para a língua portuguesa - da Autoria de Janete de Souza Urbanetto et al (ver citação abaixo)

O estudo foi publicado na Revista da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo, vol.47 no.3; São Paulo; Junho de 2013.

Promovemos a divulgação deste estudo porque ele explica de forma brilhante a forma com devemos interpretar cada item da Escala de Morse. O Estudo foi realizado com a colaboração da própria autora da escala, Janice Morse.

Chamamos especial atenção para o item “Intravenosys Theraphy/Heparin lock”.
Este item tem vindo a ser incorrectamente interpretado, inclusivamente no (algumas versões) SAPE/SClinico.

O problema tem sido a interpretação da expressão “Heparin lock”, muitas vezes percebida como uma questão relacionada com o facto de o Doente estar a receber heparina ou não. Nada podia estar mais errado.
A questão é traduzida (correctamente) da seguinte forma: Terapia Endovenosa/dispositivo endovenoso salinizado ou heparinizado? Tendo como resposta um simples sim ou não.
A questão está relacionada com a mobilidade diminuída a que os doentes ficam sujeitos pelo facto de terem colocado um cateter venoso periférico/central, independentemente deste ter uma utilização continua ou intermitente.


Citação: URBANETTO, Janete de Souza et al. Morse Fall Scale: tradução e adaptação transcultural para a língua portuguesa. Rev. esc. enferm. USP [online]. 2013, vol.47, n.3 [cited  2013-12-15], pp. 569-575 . Available from: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0080-62342013000300569&lng=en&nrm=iso . ISSN 0080-6234.  http://dx.doi.org/10.1590/S0080-623420130000300007


terça-feira, 28 de maio de 2013

Semana da Segurança do Doente no CHLC: Quedas

Nos hospitais as quedas são incidentes muito frequentes com impacto na morbilidade e na
qualidade de vida do doente, contribuindo para o aumento dos custos dos cuidados de saúde. 
 
Vários estudos apontam que 80% dos incidentes relatados nos hospitais são quedas de doentes.
 
Em 5 a 6% destas quedas, verificou-se que o doente sofreu uma fratura ou uma lesão grave, com repercussões a nível psicológico, económico e social.
 
Vários fatores podem contribuir para as quedas, destacando-se a idade (acima dos 65 anos), o estado mental, a medicação que o doente está a tomar, a história de queda anterior e fatores ambientais.
 
A identificação destes fatores e a adoção de medidas para a prevenção da queda devem ser abordados quer em ambiente hospitalar quer na comunidade.
 
Pela sua importância, este foi o tema escolhido pelo Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE, para a sua “Semana de Segurança do Doente: Quedas”, que teve lugar de 13 a 20 de Maio".
Para mais informações consulte aqui o site do CHLC e fique a saber mais.
 
Susana Ramos