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sábado, 18 de agosto de 2018

Avaliação da Segurança do Doente à saída de um Serviço de Saúde (#SD303)

Há uns dias, passando por um aeroporto nacional encontro um equipamento que me questionava sobre a qualidade de um serviço (naquele caso sobre o controlo de passaportes, mas também já vi igual em supermercados).

Não pude deixar de pensar numa analogia:
- E se fizéssemos o mesmo com equipamento semelhante, nos Serviços de Saúde, sobre a Segurança do Doente?
- Qual seria a maioria das respostas? Haverá literacia suficiente?
- Que implicações para os Serviços, Profissionais e todo o Sistema?

Seria algo assim:

Fernando Barroso
UM DIA SERÁS TU O DOENTE!

#umdiaserastuodoente




 
Esta é a foto original

4 comentários:

  1. Olá
    Não sei se os «nossos doentes» estão preparados/têm Literacia suficiente para «saber» responder a questões deste tipo.
    Eu acredito que não estão.... ainda; daí o trabalho que a DGS está a desenvolver em conjunto com uma série de hospitais.
    Cumprs
    Augusto

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    Respostas
    1. É isso mesmo Augusto.
      Eu arriscava até a dizer que existem profissionais que também não estão preparados.
      Temos mesmo um longo caminho a percorrer.
      Abraço

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    2. Sem sombra de duvida que o trabalho tem que começar na promoção da literacia nos profissionais. Se estes não souberem adequar recursos e linguagem aos utentes que têm à frente, é fácil dizer que o doente não tem literacia (são dados enganadores). As pessoas têm que se convencer que enquanto emissores da informação não podem recorrer a termos técnicos e depois afirmar que o doente não percebe...é um erro grasso da literacia em saúde.

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  2. Concordo. O caminho é bem longo mas, penso q concordas que so se faz caminhando. E caminhando aqui, é ir em frente deixando de lado algumas crenças não desajustadas em relação à área da saúde mas que, por vezes sinto que nos impedem de avançar com a rapidez que é urgente numa área tão critica.
    Assim, porque não avançar com a ideia do teu equipamento adaptado. Penso apenas que se teria que "operacionalizar" a ideia de segurança, referindo algo "concreto" , por forma a diminuir a subjectividade do tema. Teria-se talvez menos informação, em sentido lato mas, beneficiaria-se com o manancial de percepções sobre algo no âmbito da segurança ... e há tanta aspeto major p questionar. Nem q fosse uma questão apenas. E assim, se trabalharia tb para a literacia.

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