Autores: Paulo Sousa e João Lage
A
segurança e a qualidade num sistema de saúde têm uma expressão individual e
sistémica: o doente submete-se a cuidados progressivamente mais tecnológicos,
invasivos e fragmentados numa organização que pretende garantir que o ganho em
complexidade não se traduza simultaneamente em maior risco e lesão.
Qualidade e
segurança são habitualmente difíceis de quantificar. Que definições usar? Quais
as medidas adequadas para avaliar lesão, erro ou fiabilidade? São necessárias
medidas objetivas e úteis que permitam a monitorização, pelas equipas de saúde,
dos ganhos obtidos na implementação de planos de melhoria da prática clínica.
Nas equipas de saúde é frequente a incompreensão dos conceitos de qualidade e
segurança.
Com base na experiência de 12 anos da implementação de um programa
de Qualidade e Gestão de Risco num Centro Hospitalar de Lisboa, tentamos aqui
responder a algumas das questões que são habitualmente levantadas sobre o tema.
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