E em Portugal, como será?
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Dotações seguras em enfermagem como reflexo na qualidade dos cuidados prestados
Artigo da autoria de Verónica Santos – Enfermeira Pós Graduada em gestão em saúde, publicado na Revista Portuguesa de Gestão & Saúde; nº9; Março de 2013.
Pode ler o artigo na integra AQUI.
sábado, 11 de janeiro de 2014
Guia Orientador dedicado aos Cuidados à Pessoa com Alterações da Mobilidade - Ordem dos Enfermeiros
O Guia Orientador de Boa Prática: Cuidados à Pessoa com Alterações da Mobilidade - posicionamentos, transferências e treino de deambulação – esta é a sua designação completa – resulta da iniciativa de um grupo de trabalho em atividade no seio da Mesa do Colégio da Especialidade de Enfermagem de Reabilitação entre outubro de 2009 e dezembro de 2011.
Este é o nº 7 da Série I da coleção «Cadernos OE» e este e-book encontra-se disponível para consulta e download aqui.
Este é o nº 7 da Série I da coleção «Cadernos OE» e este e-book encontra-se disponível para consulta e download aqui.
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Relato Incidente – Kit de Penso Descartável apresenta corpo estranho no interior
Tipologia do
incidente (segundo a CISD):
Dispositivo/Equipamento Médico
Problema (segundo a CISD):
Acondicionamento/Embalagem deficiente ou Sujo/não esterilizado.
Descrição da
notificação:
“Ao abrir um kit de penso,
verifiquei a existência de um pêlo/cabelo no seu interior”. Marca: (…) ; Lote
5060267; Ref.ª 490-002.
O kit foi retido para devolução
ao fabricante/fornecedor"
Problema encontrado:
Kit de penso apresenta o que aparente
ser um pêlo/cabelo no seu interior.
![]() |
| Fotografia: Fernando Barroso |
Causa provável: Falha durante o processo de embalagem com
origem no processo de fabrico
Proposta de plano de acção:
- Informar o Fabricante/Fornecedor sobre o incidente ocorrido e solicitar a implementação de medidas correctivas.
- Manter a vigilância na utilização deste tipo de dispositivo médico.
- Devolver ao Fabricante/Fornecedor o DM envolvido no incidente, para análise/verificação.
Comentários ao Incidente:
Não é comum abrir um dispositivo médico (DM) aparentemente esterilizado e com a embalagem integra e encontrar no seu interior
“algo” que não devia estar lá.
5 Dicas para classificar correctamente um incidente
Muitas
instituições de saúde desenvolveram durante anos sistemas de notificação interna, tendo desenvolvido em paralelo uma
tipologia própria.
Como adaptar
agora essa tipologia, enraizada nas instituições e profissionais?
Que
estratégias utilizar de forma a tipificar
corretamente os incidentes notificados?
Heis 5 ações que pode
desenvolver:
- A DGS publicou em 2011 a Estrutura Concetual da Classificação Internacional sobre Segurança do Doente – CISD. Se ainda não o fez, altere rapidamente para a tipologia CISD a forma como tipifica os incidentes no seu sistema de notificação interno;
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Permitam-me um Desabafo…
Hoje assisti a uma ação de
formação dirigida a Assistentes Operacionais (provavelmente o grupo profissional mais desprotegido do setor da saúde) com o tema "Cuidados
de Higiene e Conforto".
Fui assistir a esta formação porque
eu próprio, há 12 anos atrás, também participei como formador em iniciativas
semelhantes (há dias enviaram-me uma fotografia de um desses momentos).
De forma muito correta e assertiva,
a Enfermeira que deu a formação transmitiu a ideia de que existe uma forma
correta de fazer as coisas, e que essa forma correta deve ser para nós (Enfermeiros e Assistentes Operacionais) uma
prioridade, respeitando a vontade e individualidade do Doente.
Mas, o que mais me impressionou
foram os constantes relatos dos Assistentes
Operacionais presentes que afirmavam que o estava a ser proposto era quase impossível de concretizar.
domingo, 5 de janeiro de 2014
7 Coisas que um Enfermeiro Chefe/Gestor pode fazer para diminuir o stress na sua Equipa
O que posso fazer, enquanto enfermeiro chefe/gestor perante uma equipa sobrecarregada e sob grande pressão resultante de novas exigências no serviço/unidade?
Sei que o stress em enfermagem aumenta os erros com a medicação, que potencialmente ocorrem mais quedas e que existe maior tensão na interação da equipa. É também comum observar um aumento no absentismo.
O que deve então fazer um enfermeiro chefe/gestor quando são evidentes os sinais de que o aumento da pressão não melhora o desempenho e é, de fato, o que o dificulta?
Aqui estão 7 coisas que um enfermeiro chefe/gestor pode aplicar para fazer a diferença junto da sua equipa:
1. Certifique-se que a Equipa sabe que o seu trabalho é valioso.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
STOP Quedas: Programa de Gestão e Controlo das Quedas de Doentes em Ambiente Hospitalar
![]() |
| STOP Quedas |
Autores: Ramos, S.; Fragata, J.;
Barata, F.; Bordalo, I; Lage, J.;
Marinho, A.; Mendes, C.; Paes Duarte, A.; Tavares, L.; Timóteo, A ; Trindade,
L.
Gabinete de Gestão do Risco do Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE
Menção Honrosa para Melhor Poster Científico
7ª
Edição do Prémio Boas Práticas em Saúde, 2013, 30 Novembro. Lisboa. Portugal
As quedas têm um impacto na
morbilidade e na qualidade de vida do doente, contribuindo para o aumento dos
custos dos cuidados de saúde. Dos múltiplos fatores que podem contribuir para
as quedas, destaca-se a idade (acima dos 65 anos), o estado mental, a medicação
que o doente está a tomar, história de queda anterior e fatores ambientais.
O Centro Hospitalar de Lisboa
Central no âmbito da Gestão do Risco monitoriza o indicador “Queda do Doente”
desenvolvendo um projeto de gestão e controlo das quedas de doentes, com vista
a aumentar a segurança do doente. A monitorização do indicador "Queda do
Doente" iniciou-se em 2005 no Hospital de Santa Marta, impulsionado pelo
Programa de Acreditação do CHKS e integrado no projeto IQIP. Em 2008 o projeto foi
alargado aos 4 hospitais do Centro Hospitalar e o registo do incidente da queda
do doente permitiu um maior conhecimento da dimensão do problema evidenciando
uma incidência de 1,12% em 2012.
O projeto assenta em dois pilares
da gestão do risco: avaliação de risco e o relato do incidente. Utiliza-se a
escala de avaliação de risco de queda de Morse e com base no nível de risco é
definido um plano de prevenção. O incidente de queda é registado no sistema de
relato de incidentes on-line e analisado por grupos que promovem ações de
melhoria. Desenvolvem-se ainda atividades como a formação dos profissionais,
ensino e envolvimento do doente e família e a promoção de um ambiente seguro.
O Projeto de gestão e controlo
das quedas tem como principais objetivos:
- Medir a dimensão do problema
associado ao incidente de queda.
- Promover as boas práticas na
prevenção de quedas do doente.
- Identificar fatores de risco e
fatores contribuintes associados aos incidentes de quedas dos doentes.
- Introduzir ações de melhoria ao
nível das práticas e do ambiente físico.
- Alertar os doentes/família e os
profissionais para as medidas de prevenção das quedas e redução das suas
consequências.
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Violência contra Profissionais de Saúde
Encontra-se disponível no sítio da DGS os resultados preliminares relativamente Violência contra Profissionais de Saúde até Outubro de 2013.
Não posso deixar de ficar perplexo com o nº de incidentes relatados (175 nos primeiros 9 meses de 2013), mas fico ainda mais admirado pelo facto de não existirem mais relatos.
Conheço outra realidade, com especial incidência nos Serviços de Urgência dos Hospitais, mas não só. E a percepção que tenho, das histórias que me contam e de que vou tendo conhecimento, apontam para um número muito diferente.
Mas como em tudo, o que conta verdadeiramente é o que está registado. E a verdade é que os profissionais não registam o que lhes aconteceu.Não registam como foram agredidos fisicamente e, mais comum, moral e eticamente. A violência sobre o profissional (física, moral, das condições de trabalho) coloca em risco os doentes que este cuida, e não pode ser tolerada.
Estas situações ocorrem diariamente, e muitas vezes resultam de uma política “cega” e de uma gestão refém dos seus métodos e regras (muitas vezes ilusórios).
Imaginem que em vez de 175 incidentes fossem 1750? E se em vez de 175 fossem 175 000?
Muitos dirão que é isso que acontece, no entanto, não é isso que está registado.
A notificação é anónima e feita directamente no sítio da DGS.
Podes notificar AQUIdomingo, 15 de dezembro de 2013
Escala de Morse – Tradução e Adaptação à língua Portuguesa
Este é um artigo original
intitulado - Morse Fall
Scale: tradução e adaptação transcultural para a língua portuguesa -
da Autoria de Janete de
Souza Urbanetto et al (ver citação
abaixo)
O estudo foi publicado na Revista da Escola de Enfermagem da Universidade
de São Paulo, vol.47 no.3; São Paulo; Junho de 2013.
Promovemos a divulgação deste estudo porque ele explica de forma
brilhante a forma com devemos interpretar cada item da Escala de Morse. O
Estudo foi realizado com a colaboração da própria autora da escala, Janice
Morse.
Chamamos especial atenção para o item “Intravenosys Theraphy/Heparin lock”.
Este item tem vindo a ser incorrectamente
interpretado, inclusivamente no (algumas versões) SAPE/SClinico.
O problema tem sido a interpretação da expressão “Heparin lock”, muitas
vezes percebida como uma questão relacionada com o facto de o Doente estar a
receber heparina ou não. Nada podia estar mais errado.
A questão é traduzida (correctamente) da seguinte forma: Terapia Endovenosa/dispositivo endovenoso
salinizado ou heparinizado? Tendo como resposta um simples sim ou não.
A questão está relacionada com a mobilidade
diminuída a que os doentes ficam sujeitos pelo facto de terem colocado um
cateter venoso periférico/central, independentemente deste ter uma utilização
continua ou intermitente.
Podem aceder aqui
ao artigo original em pdf.
Citação: URBANETTO, Janete de Souza et al. Morse Fall
Scale: tradução e adaptação transcultural para a língua portuguesa. Rev. esc. enferm. USP [online].
2013, vol.47, n.3 [cited 2013-12-15], pp. 569-575 . Available from: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0080-62342013000300569&lng=en&nrm=iso . ISSN 0080-6234. http://dx.doi.org/10.1590/S0080-623420130000300007.
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Alguns Conceitos em Gestão do Risco
Este post foi elaborado e gentilmente cedido para publicação por Carlos Henriques
Na saúde, a principal referência sobre as questões relacionadas com a segurança do doente, e relacionada com a gestão do risco em saúde, é a Estrutura Conceptual da Classificação Internacional para a Segurança do Doente (CISD) da Organização Mundial de Saúde.
Outra referência, mais específica para a gestão do risco, embora numa visão mais abrangente, é o conjunto de normas ISO sobre a gestão do risco. Deste organismo temos as seguintes normas:
ISO 73:2011 Gestão do Risco – Vocabulário;
ISO 31000:2012 Gestão do Risco – Princípios e linhas de orientação;
ISO 31010:2009 Gestão do Risco – Técnicas de avaliação do risco;
Os principais conceitos que vamos abordar são os seguintes:
- Perigo;
- Risco;
- Vulnerabilidade;
- Evento;
- Frequência e verosimilhança;
- Consequência;
- Perda (ou dano);
- Nível de Risco;
- Tratamento do Risco;
- Controlo;
- Risco Residual;
- Resiliência;
Apresentaremos este trabalho no documento "Alguns Conceitos em Gestão do Risco" e ainda através de uma apresentação onde serão abordadas algumas ferramentas de diagnóstico e de gestão do risco.
Para a colocação de dúvidas, críticas, observações, sugestões: carlos.afonso.henriques@gmail.com
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
VIDEO: Pressure ulcers international STOP PRESSURE ULCER DAY English version
As Úlceras de Pressão (UP)
constituem um problema de saúde pública, representando uma ameaça, um evento
adverso, com impacto socioeconómico e na qualidade de vida do doente e família.
À semelhança de outras áreas do saber, no que concerne aos profissionais de saúde, também esta deve ser uma área de investimento e de inovação na forma como garantimos que cuidamos dos indivíduos com qualidade e segurança. Podemos e devemos ser melhores prestadores de cuidados de saúde.
À semelhança de outras áreas do saber, no que concerne aos profissionais de saúde, também esta deve ser uma área de investimento e de inovação na forma como garantimos que cuidamos dos indivíduos com qualidade e segurança. Podemos e devemos ser melhores prestadores de cuidados de saúde.
Em 2011, na Declaração do Rio de
Janeiro, é consagrada a Prevenção das Úlceras de Pressão como um Direito
Universal. Corroborando a autora Pam Hibbs, que em 1988, afirma que 95% das UP
são evitáveis.
Os doentes têm o direito a
cuidados de excelência e em segurança, e nós, profissionais de saúde, temos o
dever de identificar os doentes em risco e garantir a implementação de
estratégias de prevenção!
Neste
contexto, visualize (vídeo) o que representam as UP e de que forma podemos
fazer a diferença na vida dos doentes de quem cuidamos.
Diana Sousa
Sistema local de notificação de incidentes e os desafios da integração com o SNNIEA
Participação na Mesa redonda – Sistema Nacional de Notificação de
Incidentes e de Eventos Adversos (SNNIEA)
Fernando Barroso, CHS, EPE, (CQSD, GIARC)
Curso Complementar de Direito da Saúde: responsabilidade civil, penal e profissional
Da responsabilidade do Centro de Estudos Judiciários, este é um importantíssimo documento de partilha, repleto de
informação para aqueles que querem aprender um pouco mais, não esquecendo que o
Direito está presente em tudo o que fazemos (ou julgamos poder fazer),
incluindo todos os aspetos relacionados com a saúde.
Bom estudo.
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Dia Mundial STOP Úlceras de Pressão - 21 de Novembro
Dia 21 de Novembro, assinala-se o Dia
Mundial STOP Úlceras de Pressão, uma iniciativa da EPUAP (European PressureUlcer Advisory Panel).Percebendo a importância do tema relacionado com as Úlceras de Pressão, o Grupo de Prevenção e Tratamento de Feridas do CHS decidiu aderir a esta iniciativa.
Para assinalar o Dia, promoveu-se um momento de reflexão dos profissionais e de sensibilização dos utentes/família.
Foram criados um Folheto e um Poster, adaptados para português, para divulgação junto da equipa de saúde, utentes e familiares e que agora partilhamos com todos vós.
P'lo Grupo de Prevenção e Tratamento de Feridas do Centro Hospitalar de Setúbal, E.P.E.
Enf.ª Diana Sousa
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