sexta-feira, 5 de julho de 2013

7 Formas de Melhorar a Segurança do Doente


7 Ways to Enhance Patient Safety - Written by Ellie Rizzo

Traduzido e adaptado por Fernando Fausto M Barroso

Uma parceria entre o Gallup e o Loma Linda University Medical Center, na Califórnia, produziu resultados de pesquisa que apontam formas claras de melhorar a Segurança do Doente.

Após aplicação de um questionário sobre a Cultura de Segurança do Doente da AHRQ a grupos de trabalho da LLUMC, descobriu-se que a segurança e envolvimento dos funcionários são importantes não só numa base individual, mas também produzem um aumento na segurança do Doente maior do que os efeitos adicionais sobre a segurança do Doente de qualquer categoria individual.

A pesquisa mostrou que, para aproveitar a natureza “multiplicadora” da segurança e envolvimento dos funcionários, os responsáveis pela gestão devem:

1. Garantir nível adequado de pessoal. Manter pessoal suficiente para gerir os cuidados ao Doente de uma forma razoável.
2. Limitar o uso/recurso a trabalho temporário.
3. Implementar uma cultura de transparência. Isto permite à equipa compreender, implementar e responder melhor às “boas práticas”.
4. Monitorizar a transferência de informação (“passagens-de-turno”) sobre os Doentes, para que informações importantes não sejam esquecidas.
5. Encorajar o feedback do pessoal para a liderança no âmbito da segurança do Doente.
6. Responder ao feedback do pessoal sobre a segurança do Doente para que eles saibam que as suas sugestões são valorizadas, independentemente do processo de implementação.
7. Manter os funcionários informados sobre os incidentes/erros e discuti-los como experiências de aprendizagem para que eles não ocorram novamente.

 Texto original pode ser encontrado em: http://www.beckershospitalreview.com/quality/gallup-7-ways-to-enhance-patient.html

segunda-feira, 17 de junho de 2013

7 Práticas Recomendadas para um Ambiente de Cuidados mais Seguro

A Agency for Healthcare Research and Quality (AHRQ) publicou uma Guideline intitulada “Recomended Practices for safe environment of care”, baseada nas recomendações da Association os Perioperative Registred Nurses (AORN).
1)    Precauções para
reduzir o risco de acidentes de trabalho
2)    Segurança contra incêndios
i)     Identificação de
riscos potenciais
ii)    Implementação de práticas de seguras
3)    Segurança dos equipamentos elétricos
4)    Precauções relativas aos alarmes
e alertas clínicos não-funcionantes
5)    Precauções para evitar
lesões térmicas relacionadas com as soluções de aquecimento, cobertores e roupas de cama do Doente aquecida
6)    Precauções
para mitigar os riscos associados à movimentação, armazenamento e uso de cilindros de gás comprimido e de oxigênio líquido
7)    Precauções
para mitigar os riscos relacionados com os resíduos de gases anestésicos
8)    Protocolo
para estabelecer um ambiente seguro relativamente à utilização de látex natural
9)    Precauções
para atenuar os riscos associados à utilização de produtos químicos no ambiente perioperatório (por exemplo, metacrilato de metilo, o glutaraldeído, a formalina, o óxido de etileno)
10) Precauções para evitar
riscos associados à manipulação de resíduos
11) Validação inicial e contínua da formação e competências para o pessoal perioperatório

12) Documentação
das atividades relacionadas com a implementação de um ambiente seguro para a prestação de cuidados
13) Garantia da qualidade e
atividades de melhoria do desempenho para o pessoal perioperatório.
Pode aceder à informação clicando aqui.
Até breve
Fernando Barroso

sábado, 8 de junho de 2013

4º Congresso Internacional dos Hospitais

Por: Enfermeiro César Borges, co-autor do Poster vencedor

O  poster vencedor (http://www.apdh.pt/sites/apdh.pt/files/Auditoria_Armazenamento....pdf) do 4º Congresso Internacional dos Hospitais que decorreu em Lisboa a 7, 8 e 9 de Novembro de 2012 (http://www.apdh.pt/4cih), surge como corolário de um trabalho de avaliação final do Curso, Segurança do Doente: da qualidade e segurança à excelência clínica que terminou no Porto no passado mês de Outubro de 2012 (http://www.apdh.pt/sites/apdh.pt/files/Programa_2.pdf) e que foi realizado sob os auspícios da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Hospitalar em colaboração com a ARS-Norte.

Este trabalho foi realizado por César Borges, Enfermeiro Chefe no IPO-Porto, Dr.ª Elsa Ramos Assessora na ARS-Norte, Dr.ª Maria Cabral, Administradora Hospitalar na ULS de Matosinhos e pelo Dr. Renato Sousa, Técnico Responsável no Serviço de Radiologia do Centro Hospitalar do Médio Ave.

Pretendíamos com este trabalho fomentar a transdisciplinaridade na Auditoria, aferindo-se as sensibilidades dos diferentes profissionais nela envolvidos. A Metodologia utilizada teve por base a «técnica» Plan, Do, Check e Act , sendo que o Problema Identificado foi a necessidade de avaliar o circuito do medicamento em Unidades Prestadoras de Cuidados de saúde do SNS com o sistema Kaizen Implementado. O trabalho desenvolvido permitiu a implementação de uma metodologia que contribuiu para a melhoria contínua, demonstrou a necessidade de monitorizar a implementação dos novos métodos de trabalho e constituiu-se como uma oportunidade de melhoria no desenvolvimento e produção de Conhecimento em Saúde, nomeadamente através da análise, interpretação e integração no processo de decisão, dos conteúdos das matérias da Formação realizada.

A criação deste instrumento de avaliação, consubstanciado no Poster aqui referido, permite evoluir no sentido da melhoria contínua relativamente ao circuito do medicamento, nas fases de armazenamento, acondicionamento e administração, constituindo-se como um contributo decisivo para a Segurança do Doente.

Pode ainda "observar" a evolução deste trabalho através deste PowerPoint descritivo.
César Borges
Elsa Ramos
Maria Cabral
Renato Sousa

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Dia da semana do procedimento e mortalidade a 30 dias para cirurgia electiva: Análise retrospectiva da estatística de episódios de internamento hospitalar

Autores do estudo original: P Aylin clinical reader in epidemiology and public health, R Alexandrescu research associate, M H Jen research associate, E K Mayer Walport clinical lecturer, A Bottle senior lecturer in medical statistics.

Segundo a Revista VISÃO (artigo original), que sita fonte da SkyNews, Um estudo britânico inédito revela que os doentes que são submetidos a uma cirurgia de rotina a uma sexta-feira correm 44% mais risco que os que vão ao bloco operatório à segunda-feira.

Segundo a Sky News, aquela que é a primeira análise da relação entre o dia da semana a que é realizada uma cirurgia e o risco que corre o Doente concluiu que o pior dia para ser submetido a uma operação de rotina é a sexta-feira. Na realidade, pior ainda seria se a cirurgia fosse durante o fim-de-semana, caso em que o risco de morte aumentaria para 82%, mas a grande maioria das cirurgias não urgentes são realizadas em dias úteis.



Os investigadores da organização Dr Foster Intelligence, do Imperial College London, responsáveis pelo estudo, apontam como causa para a diferença na taxa de mortalidade os padrões inferiores de cuidados nos hospitais durante o fim-de-semana, quando os pacientes estão a recuperar das cirurgias feitas à sexta-feira.

"As 48 horas seguintes a uma operação são as mais críticas em termos do desenvolvimento de complicações", explica Paul Aylin à Sky News.

O estudo teve em conta mais de 4 milhões de operações levadas a cabo em hospitais britânicos entre 2008 e 2011

Podes ler a notícia original da SkyNews aqui
.

Os resultados foram publicados no British Medical Journal. O Artigo cientifico original intitula-se Day of week of procedure and 30 day mortality for elective surgery: retrospective analysis of hospital episode statistics” e pode ser descarregado na integra aqui.


terça-feira, 28 de maio de 2013

Semana da Segurança do Doente no CHLC: Quedas

Nos hospitais as quedas são incidentes muito frequentes com impacto na morbilidade e na
qualidade de vida do doente, contribuindo para o aumento dos custos dos cuidados de saúde. 
 
Vários estudos apontam que 80% dos incidentes relatados nos hospitais são quedas de doentes.
 
Em 5 a 6% destas quedas, verificou-se que o doente sofreu uma fratura ou uma lesão grave, com repercussões a nível psicológico, económico e social.
 
Vários fatores podem contribuir para as quedas, destacando-se a idade (acima dos 65 anos), o estado mental, a medicação que o doente está a tomar, a história de queda anterior e fatores ambientais.
 
A identificação destes fatores e a adoção de medidas para a prevenção da queda devem ser abordados quer em ambiente hospitalar quer na comunidade.
 
Pela sua importância, este foi o tema escolhido pelo Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE, para a sua “Semana de Segurança do Doente: Quedas”, que teve lugar de 13 a 20 de Maio".
Para mais informações consulte aqui o site do CHLC e fique a saber mais.
 
Susana Ramos 

domingo, 19 de maio de 2013

SISTEMA DE NOTIFICAÇÃO DE INCIDENTES - ORGANIZAÇÃO DE UMA ESTRUTURA INTERNA DE TRABALHO

SISTEMA DE NOTIFICAÇÃO DE INCIDENTES
ORGANIZAÇÃO DE UMA ESTRUTURA INTERNA DE TRABALHO

 Este é um artigo de opinião baseado na experiência diária de construção, desenvolvimento e gestão de um Sistema de Notificação de Incidentes (SNI) numa Instituição de Saúde.
Pode fazer o Download em PDF no final do Artigo.
Os Serviços de saúde e os seus Profissionais compreendem, de forma cada vez mais abrangente, a importância crucial da implementação de sistemas que permitam a notificação (voluntária e confidencial) dos incidentes e eventos adversos que ocorrem nas Instituições, permitindo desta forma a posterior aprendizagem e reformulação dos sistemas de trabalho que suportam a prestação de cuidados.

O Movimento Patient Safety (Segurança do Doente) foi colocado em marcha a nível mundial. Os Doentes possuem cada vez mais informação pelo que caminhamos para um momento em que os próprios Doentes e a Sociedade em geral exigirá que se tomem medidas concretas para que essa segurança seja efectivamente uma realidade.

Todos os estados membros estão empenhados na implementação de medidas concretas (RECOMENDAÇÃO DO CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA de 9 de Junho de 2009 sobre a segurança dos pacientes, incluindo a prevenção e o controlo de infecções associadas aos cuidados de saúde) e Portugal não é excepção.

A Organização Mundial de Saúde (OMS), no seu documento WHO Draft Guidelines for Adverse Event Reporting and Learning Systems, from information to action, 2005,cuja leitura e estudo aqui se recomenda, identifica no capitulo 6 as Características de um Sistema de Notificação de Sucesso, e que são:
·         Não Punitivo – Esta é a característica mais importante. Quem notifica não deve ter medo de ser punido, ou que outros o sejam.
·         Confidencial - A identificação do trabalhador, do doente e da instituição não são revelados.
·         Independente - O sistema de notificação é independente da autoridade com poder disciplinar.
·         Análise por “especialistas” - Os incidentes são analisados por especialista que compreendem as circunstâncias clinicas e que estão treinados para reconhecer as causas sistémicas.
·         Oportuno - O incidente é rapidamente analisado e as suas conclusões rapidamente divulgadas.
·         Orientado para o Sistema - As recomendações focam-se nas mudanças do sistema, processos ou produtos, e não no desempenho individual.
·         Reactivo - Quem recebe os relatórios tem capacidade para os divulgar e implementar as suas recomendações.

Tendo em mente estas características, podemos colocar duas questões:
Como implementar, de raiz, um Sistema de Notificação de Incidentes (SNI)?
Qual a Estrutura de Suporte necessária para o seu funcionamento?

sábado, 18 de maio de 2013

Desafios na Comunicação com o Doente do Séc. XXI - Segurança do Doente


Conferência apresentada no 2.º Encontro de Enfermagem do Hospital de Vila Franca de Xira.
O Encontro foi subordinado ao tema: Articular para Melhor Cuidar - Um Processo de Melhoria Contínua.
(clica na imagem)
Fernando Barroso

domingo, 17 de março de 2013

Os 10 Piores Perigos Relacionados com os Cuidados de Saúde: 2013

Titulo Original: 10 Worst Medical Treatment Dangers: 2013
Artigo da Autoria de: Mark Crane Contributor Information - January 24, 2013
Tradução e Adaptação de Fernando Barroso e Susana Ramos


Os avanços na tecnologia de saúde são muitas vezes uma espada de dois gumes. Eles fornecem novas formas de melhorar o atendimento ao Doente, mas também criam novas oportunidades para causar dano ao Doente se as falhas do projeto não são identificadas e corrigidas, se os equipamentos não são objeto de manutenção adequada, ou se os protocolos de segurança e utilização não são seguidos. Para ajudar a minimizar a possibilidade de ocorrência de eventos adversos, a ECRI Institute of Plymouth Meeting, Pensilvânia, uma organização independente sem fins lucrativos que estuda o desenvolvimento da prestação de cuidados aos Doentes, identificou o “Top Ten” dos perigos da utilização da tecnologia associada aos cuidados de Saúde para 2013.

Os riscos foram identificados com base no potencial de lesão ou morte, frequência de ocorrência, número de Doentes afectados, notoriedade nos meios de comunicação, e medidas que os hospitais podem tomar para diminuir estes riscos.

TOP TEN
Perigos Relacionados com os Alarmes
Erros de Medicação associados à utilização de Bombas de Perfusão
Queimaduras por Radiação a partir de procedimentos de diagnóstico de Radiologia
Erros nos dados clínicos de Doentes em Processos Clínicos Electrónicos,
Dispositivos e Sistemas de Informação que não “comunicação” entre si.
Perigo de Embolia Gasosa
Utilização, em Crianças, de Tecnologia destinada a Adultos
Endoscópios e Instrumentos Cirúrgicos Sujos
Enviar/Receber SMS durante a Execução de Procedimentos Cirúrgicos
Incêndios em Procedimentos Cirúrgicos

domingo, 7 de outubro de 2012

Definir e classificar indicadores clínicos para a melhoria da qualidade

Definir e classificar indicadores clínicos para a melhoria da qualidade de Jan Mainz
International Journal for Quality in Health Care 2003; Volume 15, Number 6: pp. 523–530

Os indicadores que “escolhemos” trabalhar nos nossos serviços e instituições devem ser o reflexo da nossa preocupação com a segurança do doente e com a qualidade dos cuidados que prestamos.

Existe imensa bibliografia disponível na Internet, mas não existem muitos artigos verdadeiramente bons em português.

Conscientes deste desafio, colocamos agora disponível um artigo de Jan Mainz, Defining and classifying clinical indicators for quality improvement, publicado no conceituado International Journal for Quality in Health Care em 2003 (clique aqui para aceder ao artigo original).

O artigo em português é o resultado do trabalho de alguns colegas que connosco partilharam a tarefa de traduzir o documento, mantendo o mesmo o mais fiel possível ao original.
Aqui fica também o nosso agradecimento.
Para aceder ao artigo, em português clique aqui.

Bom trabalho.
Fernando Barroso
Susana Ramos
Envie-nos as suas sugestões e comentários para o email blogriscoclinico@gmail.com

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

To Err is Human: Building a Safer Health System


"Errar é Humano: Construindo um Sistema de Saúde mais Seguro"

Este é um relatório emitido em Novembro de 1999 pelo Instituto de Medicina dos EUA (U.S. Institute of Medicine ) que resultou numa maior sensibilização para os erros que ocorrem como resultado da prestação de cuidados de saúde nos EUA.

O impulso para a segurança dos doentes que se segui ao seu lançamento ainda continua e tem servido para alertar consciências em todo o mundo.
Podes consultar o relatório original aqui: http://books.nap.edu/openbook.php?record_id=9728&page=R1

O relatório foi baseado na análise de múltiplos estudos efectuados por uma grande variedade de organizações e concluiu que entre 44000 a 98000 pessoas morrem a cada ano em consequência de erros médicos evitáveis.
Por comparação, menos de 50000 pessoas morreram da doença de Alzheimer e 17000 morreram por uso de drogas ilícitas no mesmo ano.
O relatório pediu um esforço global aos Prestadores de Cuidados de Saúde, Governo, Consumidores e Outros.
Alegando que o conhecimento sobre como evitar esses erros já existia, o Instituto de Medicina dos EUA estabeleceu uma meta mínima de 50% de redução nos erros ao longo dos cinco anos seguintes. Embora actualmente não quantificados, este ambicioso objectivo ainda tem de ser cumprido.
O relatório foi seguido em 2001 por um outro relatório, amplamente citado do Institute of Medicine, "Crossing the Quality Chasm", que promove muitos pontos do estudo original.
Ambos são amplamente referenciados.
Podes consultar o relatório original aqui: http://books.nap.edu/openbook.php?record_id=10027

"Errar é Humano – "To Err is Human", foi a inspiração para a Campanha das 100,000 Vidas do Institute for Healthcare Improvement's, que em 2006 afirmou ter evitado um número estimado de 124.000 mortes num período de 18 meses através de iniciativas relacionadas com a segurança do doente em mais de 3.000 hospitais.

Fernando Barroso

O PRIMEIRO PASSO. COMPREENDER O RISCO CLÍNICO

O risco clínico é um conceito que está a entrar cada vez mais nas nossas vidas.
Não é mais possível ignorar a sua presença e influência.

À medida que os Utentes dos Serviços de Saúde aumentam a sua consciência sobre o tipo, e forma como os cuidados lhes são prestados, aumenta também o seu olhar crítico e avaliador dos Cuidados que lhes são prestados e dos Profissionais que os cuidam.

A postura do Profissional de Saúde, imune a qualquer opinião, imperturbável no alto da sua sabedoria terminou.

Os cuidados de saúde evoluíram de tal forma rápida e tecnicamente diferenciada, que os actuais Programas de Melhoria da Qualidade incluem na sua metodologia uma forte componente de Humanização dos Cuidados prestados, lutando para que este seja novamente um foco de atenção.

Não basta já prestar um “bom cuidado”. Este tem de ser de elevada qualidade (eficiente, igualitário e com um mínimo de risco associado).

Este blog será utilizado para divulgar ideias, alertando para uma maior consciência relativamente ao risco clínico a que está sujeito quem recebe cuidados de saúde, mas também quem tem de os providenciar.
Juntos, Utentes e Profissionais de Saúde têm imenso a ganhar com uma cooperação mútua.

São inúmeros os factores a que devemos estar atentos. Que este seja mais um contributo para o seu reconhecimento…

Fernando Barroso
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