quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Campanha - Segurança do Doente do CHULC


Campanha: Segurança do Doente

A promoção de práticas mais seguras destacando o papel central do cidadão na melhoria da qualidade e da segurança dos cuidados é uma prioridade para a Organização Mundial de Saúde e Direção Geral de Saúde. Neste sentido, o envolvimento dos doentes e dos profissionais em iniciativas deste âmbito, é também uma prioridade para o Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central, pelo que nos últimos anos, desenvolveu várias campanhas de “Segurança do Doente” dirigidas ao cidadão e profissionais. O sucesso destas campanhas, motivou o Centro Hospitalar a ir “mais além” e para 2019 assinala este tema através da “Campanha da Segurança do Doente: Crescer Mais em Segurança do Doente”.

Temos como principal objetivo incentivar o trabalho em equipa na promoção das boas práticas nas várias dimensões da segurança do doente, envolvendo o cidadão e os profissionais de saúde. Todos somos responsáveis por garantir a segurança do doente em todos os momentos do seu percurso no Sistema Nacional de Saúde, pelo que é necessário desenvolver esforços em equipa para um caminho mais seguro.

A “Campanha da Segurança do Doente” é dinamizada pelo Gabinete de Segurança do Doente e conta com o apoio da Área de Gestão da Formação, da Associação Científica dos Enfermeiros do CHULC e da Associação Viva Mulher Viva.

Contribua também para este desafio participando no nosso evento, dia 13/12/2018 das 09h às 13h, na Sala de Conferências Dra. Lídia Gama do Hospital Dona Estefânia do CHULC.
Inscreva-se gratuitamente através do número de telefone 21 359 64 41 ou email: agformacao@chlc.min-saude.pt

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Prevenir a ocorrência de Úlceras por Pressão| PNSD-15-20 | (#SD326)


Prevenir a ocorrência de Úlceras por Pressão é o 7º objectivo estratégico do Plano Nacional para a Segurança dos Doentes 2015-2020 (PNSD-15-20).

Este artigo está dividido da seguinte forma:
O QUE NOS DIZ O PNSD-15-20
METAS PARA O 4º OBJECTIVO
ACÇÕES A DESENVOLVER
ESTRATÉGIAS E ACÇÕES CONCRETAS A IMPLEMENTAR

O QUE NOS DIZ O PNSD-15-20
As úlceras de pressão são um problema de saúde pública mundial e um indicador da qualidade dos cuidados prestados.

As úlceras de pressão, em particular, e as feridas crónicas, em geral, causam sofrimento, aumentam a prevalência de infecções, diminuem a qualidade de vida dos doentes e dos seus cuidadores podendo, em situações extremas, levar à morte.
(…)
As úlceras de pressão podem ocorrer não só em doentes geriátricos, mas em todos os doentes com algum ou todos os factores de risco associados.

Estes fatores (…) de risco associados são:
  • imobilidade, frequentemente associada à permanência numa (…);
  • estado nutricional,
  • integridade da pele,
  • idade
  • nível de oxigenação do sangue.


Uma úlcera de pressão pode começar a desenvolver-se em qualquer contexto assistencial, incluindo num bloco operatório ou numa unidade de cuidados intensivos.

Apesar da evidência internacional indicar que cerca de 95% das úlceras de pressão são evitáveis através da identificação precoce do grau de risco, é reconhecido que a utilização dessas práticas não é sistemática nas unidades prestadoras de cuidados de saúde.

De acordo com o International Pressure Ulcer Prevalence Survey (…)2011,
um em cada dez doentes em hospital de agudos desenvolve uma úlcera de pressão. Em unidades de cuidados continuados, o risco aumenta para cerca de um em cada quatro doentes.
  • (…) a taxa de prevalência global de úlceras de pressão foi de 10,8%
  • (…) a taxa de prevalência de úlceras associadas aos cuidados de saúde hospitalares foi de 4,5%.
  • Em unidades de cuidados continuados a taxa de prevalência foi de 8,4%.
  • (…) em doentes com idade igual ou superior a 80 anos de idade, a taxa de prevalência de úlceras adquiridas em hospital ascendeu a 7,3%
  • (…) nos doentes com idade igual ou superior a 90 anos, ascendeu para 9,6%.

A prevenção de úlceras de pressão é um desafio organizacional, pois requer uma abordagem interdisciplinar e adaptada ao risco específico de cada doente, sendo, também, necessário existir uma cultura organizacional que promova o trabalho em equipa e a comunicação eficaz.

(…) as instituições (…) devem ter
  • sistemas e estruturas de governação para a prevenção e a gestão de úlceras de pressão,
  • (…) a implementação de procedimentos e protocolos baseados na melhor evidência (…) avaliação do risco e
  • sistemas de notificação para identificar, investigar e atuar com prontidão para reduzir a frequência e a severidade das úlceras de pressão.

As instituições devem (…)
  • implementar planos de gestão do tratamento da úlcera de pressão
  • e de comunicação/educação ao doente e ao cuidador.

A identificação de fatores de risco deve realizar-se utilizando um dos instrumentos de avaliação recomendados (…) como é o caso (…) da escala de Braden e da escala de Norton. (…)

Em Portugal, a Direção-Geral da Saúde emitiu, em 2011, orientações sobre a avaliação do risco de desenvolvimento de úlcera de pressão nos doentes, em todos os contextos assistênciais (…).

É necessário que as instituições realizem, de forma sistemática;
  • a avaliação do risco,
  • a prevenção e o
  • tratamento das úlceras de pressão(…)
  • e que realizem auditorias internas para assegurar a melhoria contínua destas práticas. (…)

META PARA O 7º OBJECTIVO
  • 95% das instituições prestadoras de cuidados de saúde implementaram práticas para avaliar, prevenir e tratar úlceras de pressão.
  • Reduzir em 50% face a 2014 o número de úlceras de pressão adquiridas nas instituições do Serviço Nacional de Saúde ou com ele convencionado. 

ACÇÕES A DESENVOLVER (pelas Instituições prestadoras de cuidados de saúde do Serviço Nacional de Saúde e com ele convencionado)
  • Implementar práticas para avaliar, prevenir e tratar úlceras de pressão;
  • Auditar, semestralmente, as práticas para a avaliação, prevenção e tratamento de úlceras de pressão.

ESTRATÉGIAS E ACÇÕES CONCRETAS A IMPLEMENTAR
Provavelmente a medida com maior impacto numa instituição de saúde seja a Criação de um Grupo/Comissão cujo foco especifico seja a prevenção e tratamento das Feridas e Úlceras por pressão
A este Grupo/Comissão competirá:
  • definir as melhores estratégias institucionais,
  • desenvolver normas e procedimentos internos,
  • Liderar a formação interna,
  • funcionar como consultores, e
  • auditar as boas práticas.

Apenas com uma estratégia transversal, que promova o conhecimento efectivo dos profissionais cuidadores será possível diminuir as taxas de incidência de úlceras por pressão nas instituições.

Para saber mais, podes ainda fazer o download do Guia de Consulta Rápida - Prevenção e Tratamento de Úlceraspor Pressão do National Pressure Ulcer Advisory Panel, European Pressure Ulcer Advisory Panel and Pan Pacific Pressure Injury Alliance. Prevention and Treatment of Pressure Ulcers: Quick Reference Guide. Emily Haesler (Ed.). Cambridge Media: Osborne Park, Western Australia; 2014.

Aqui no blog também encontras mais informação sobre Úlceras por Pressão



Fernando Barroso

UM DIA SERÁS TU O DOENTE!

#umdiaserastuodoente

domingo, 25 de novembro de 2018

Prevenir a ocorrência de quedas| PNSD-15-20 | (#SD325)


Prevenir a ocorrência de quedas é o 6º objectivo estratégico do Plano Nacional para a Segurança dos Doentes 2015-2020 (PNSD-15-20).

Este artigo está dividido da seguinte forma:
O QUE NOS DIZ O PNSD-15-20
METAS PARA O 4º OBJECTIVO
ACÇÕES A DESENVOLVER
ESTRATÉGIAS E ACÇÕES CONCRETAS A IMPLEMENTAR

O QUE NOS DIZ O PNSD-15-20
As quedas ocorrem devido à perda de equilíbrio ou à incapacidade em recuperá-lo. Ocorrem em todas as faixas etárias, contudo, é na população mais idosa que a prevalência do risco de queda e os danos daí resultantes têm sido maiores.
As quedas estão na origem de uma significativa morbilidade ou mortalidade, sendo uma das principais causas de internamento hospitalar. (…)

A literatura internacional refere que as quedas são a causa subjacente de cerca de 10 a 15% de todos os episódios que acorrem aos serviços de urgência.(…)

Estima-se, ainda, que a estadia hospitalar varie entre quatro a 15 dias e que cerca de 20% da população idosa com fratura da anca provocada por uma queda, morra após um ano.

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

NOVEMBRO - Mês do Antibiótico | 2018 | (#SD324)


O Programa de Prevenção e Controlo de Infeções e de Resistências aos Antimicrobianos alia-se ao European Centre for Disease Prevention (ECDC) e à Organização Mundial de Saúde (OMS) e lança Novembro como o mês do antibiótico.

É tempo de assumir que as infeções associadas aos cuidados de saúde e o aumento da resistência dos microrganismos aos antimicrobianos são um grave e crescente problema de saúde pública a nível mundial, que não deve ser ignorado face às implicações que acarreta para os utentes e para as organizações de saúde, nomeadamente o aumento da morbilidade e mortalidade, prolongamento do tempo de internamento e aumento dos custos em saúde.

Segundo dados de um estudo realizado pela Organization for Economic Cooperation and Development (OCDE) e divulgado no presente mês cerca de 2,47 milhões de pessoas poderão morrer na Europa, América do Norte e Austrália entre 2015-2050 devido a infeções causadas por bactérias multirresistentes. Países como Itália, Grécia e Portugal lideram a lista dos países da OCDE com maior taxa de mortalidade prevista associada à resistência antimicrobiana e coloca-os numa situação alarmante no que diz respeito ao número de anos de vida perdidos ajustados pela incapacidade (DALYs). Politicas para promover a higienização das mãos, limpeza ambiental e programas de redução da prescrição de antibióticos permitiria salvar between 35,000 to 38,000 lives per year across the 33 countries included 35.000 a 38.000 vidas por ano nos 33 países incluídos no estudo.

Para um maior conhecimento acerca dos padrões de resistência referente a Portugal encontra-se publicado o relatório do ECDC - European Antimicrobial Resistance Surveillance Network (EARS-Net), onde se destaca o crescimento de resistência das enterobacteriáceas aos carbapenemes e uma diminuição de Staphylococcus aureus resistente à meticila (MRSA).

Neste sentido, importa combater a resistência aos antimicrobianos, adotando uma estratégia “One Health, que engloba a promoção do uso racional de antibióticos na saúde humana, na produção agrícola e pecuária e no meio ambiente.
A Comissão Nacional de Farmácia e Terapêutica vem emitir um conjunto de orientações sobre antibioterapia propondo uma “classificação dos anti-infeciosos” em função da sua utilização – profilaxia cirúrgica, regular ou condicionada – e uma atenção particular à evolução de consumos de carbapenemos e quinolonas.

Torna-se crucial a partilha de informação junto dos profissionais de saúde e dos cidadãos, envolvendo todos nesta responsabilidade, que deve ser partilhada, no combate à prevenção de resistência aos antimicrobianos. Programas de apoio à prescrição antibiótica, campanhas de sensibilização dirigidas à população, bem como a dinamização de momentos formativos nas diversas equipas são evidência de recursos que devem ser implementados nas organizações de saúde.
Felisbela Barroso
Verónica Florêncio
Enfermeiras do Grupo Coordenador Local de Controlo de Infeção e Prevenção de Resistências aos Antimicrobianos do Centro Hospitalar de Setúbal


UM DIA SERÁS TU O DOENTE!
#umdiaserastuodoente

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Dia Mundial do STOP às Úlceras Por Pressão + Folheto Grátis (#SD323)


Dia 15 de Novembro assinala-se o Dia Mundial do STOP às Úlceras Por Pressão (UPP), um momento no qual se procura formalizar pelo mundo iniciativas que visam sensibilizar para as questões da prevenção de úlceras por pressão como um direito universal.

Na verdade, neste dia dever-se-á reflectir para além das taxas de incidência e prevalência de UPP, sejam estas do contexto hospitalar, na comunidade, entre outros. Porque os números são importantes, mas não traduzem tudo, quantificam neste caso o fenómeno, mas estão longe de explicar o que é viver com uma, ou várias UPP… estamos a falar de pessoas, como eu e tu, que por algum motivo têm a sua condição de saúde alterada, imagine-se situações de mobilidade reduzida, alterações da perceção sensorial que nos confinam a uma cama e, por várias razões que a ciência documenta, desenvolvem UPP…. o sofrimento de ter, o medo, o isolamento, a incapacidade, a dor, a dignidade?

Se a evidência documenta que na sua maioria são evitáveis… se esta mesma evidência está disponível há mais de duas décadas, porque não conseguimos garantir a segurança das pessoas que cuidamos?

domingo, 28 de outubro de 2018

Assegurar a Identificação Inequívoca dos Doentes| PNSD-15-20 | (#SD320)


Assegurar a Identificação Inequívoca dos Doentes é o 5º objectivo estratégico do Plano Nacional para a Segurança dos Doentes 2015-2020 (PNSD-15-20).

Este artigo está dividido da seguinte forma:
  • O QUE NOS DIZ O PNSD-15-20
  • METAS PARA O 4º OBJECTIVO
  • ACÇÕES A DESENVOLVER
  • ESTRATÉGIAS E ACÇÕES CONCRETAS A IMPLEMENTAR

O QUE NOS DIZ O PNSD-15-20
O elevado número de doentes e de profissionais da saúde envolvidos na prestação de cuidados de saúde e a necessidade de resposta imediata às situações agudas ou de crise, como as de urgência ou emergência, potenciam a probabilidade de ocorrência de incidentes relacionados com a identificação dos doentes.

(…) a identificação incorrecta do doente pode resultar na troca de tratamentos invasivos ou potencialmente perigosos, como são exemplos a troca de medicação, de transfusões de sangue, de análises clínicas e de intervenções cirúrgicas.

(…) nos serviços prestadores de cuidados de saúde, a identidade dos doentes deve ser sempre confirmada através de dados fidedignos, como é o caso do nome, da data de nascimento e do número único de processo clínico na instituição, sendo prática segura o recurso a, pelo menos, dois destes dados. O número do quarto ou da cama de um doente internado não pode ser considerado um dado de identificação fidedigno.

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Apresentação Congresso APEGEL - O Enfermeiro Gestor e Segurança (#SD319)

Esta foi a minha apresentação ao 8º Congresso Internacional da APEGEL, que decorreu de 18 a 20 de Outubro de 2018 no Funchal, Madeira.
Espero que gostes.


Fernando Barroso
UM DIA SERÁS TU O DOENTE!
#umdiaserastuodoente

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

10 FACTOS SOBRE A SEGURANÇA DO DOENTE | Facto nº 10 | (#SD318)


10 FACTOS SOBRE A SEGURANÇA DO DOENTE 
10 facts on patient safety
Actualizado pela OMS em Março de 2018

Facto # 10 – Os erros administrativos representam cerca de metade de todos os erros médicos nos cuidados de saúde primários.

Revisões recentes da literatura revelaram que ocorrem erros médicos (ao nível dos cuidados de saúde primários) entre 5 e 80 vezes por cada 100.000 consultas.

Os erros administrativos - aqueles associados a sistemas e processos de prestação de cuidados - são o tipo de erros mais frequentemente relatados ao nível dos cuidados de saúde primários.

Estima-se que entre 5 a 50% de todos os erros médicos nos cuidados de saúde primários sejam erros administrativos.
Fernando Barroso
UM DIA SERÁS TU O DOENTE!
#umdiaserastuodoente

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

10 FACTOS SOBRE A SEGURANÇA DO DOENTE | Facto nº 9 | (#SD317)


10 FACTOS SOBRE A SEGURANÇA DO DOENTE 
10 facts on patient safety
Actualizado pela OMS em Março de 2018

Facto # 9 – Embora o uso de radiação tenha melhorado os cuidados de saúde, a exposição médica generalizada à radiação é uma preocupação de saúde pública e de segurança.

O uso médico da radiação ionizante é o maior contribuinte individual para a exposição da população à radiação de fontes artificiais.

Em todo o mundo, existem mais de 3,6 biliões de exames de raio-x realizados a cada ano, com cerca de 10% deles a ocorrerem em crianças.

Além disso, ocorrem anualmente mais de 37 milhões de procedimentos de medicina nuclear e 7,5 milhões de procedimentos de radioterapia.

O uso inadequado ou não especializado de radiação médica pode levar a riscos para a saúde tanto para doentes como para profissionais de saúde.
Fernando Barroso
UM DIA SERÁS TU O DOENTE!
#umdiaserastuodoente

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

10 FACTOS SOBRE A SEGURANÇA DO DOENTE | Facto nº 8 | (#SD316)


10 FACTOS SOBRE A SEGURANÇA DO DOENTE 
10 facts on patient safety 
Actualizado pela OMS em Março de 2018
 
Facto # 8 – Diagnósticos imprecisos ou atrasados afectam todos os níveis de cuidados e prejudicam um número inaceitável de doentes

A pesquisa mostra que pelo menos 5% dos adultos nos Estados Unidos vivenciam um erro de diagnóstico a cada ano em ambiente ambulatório.

Pesquisas recentes de exames pós-morte (feitos nas ultimas décadas) mostraram que os erros de diagnóstico contribuem para aproximadamente 10% das mortes de doentes nos Estados Unidos da América.

Na Malásia, um estudo transversal ao nível dos cuidados de saúde primários determinou uma prevalência de erros de diagnóstico em 3,6%.

A revisão dos registos médicos também sugere que os erros de diagnóstico são responsáveis por 6 a 17% de todos os eventos adversos nos hospitais.

As evidências provenientes de países de baixo e médio rendimento são limitadas; no entanto, a taxa esperada é maior do que nos países de alto rendimento, pois o processo de diagnóstico é ainda mais afectado por factores como o acesso limitado a recursos como a prestação de cuidados e testes diagnósticos, insuficiente numero de profissionais de cuidados de saúde primários qualificados, especialistas insuficientes e sistemas de registo em papel.
Fernando Barroso
UM DIA SERÁS TU O DOENTE!
#umdiaserastuodoente

sábado, 13 de outubro de 2018

10 FACTOS SOBRE A SEGURANÇA DO DOENTE | Facto nº 7 | (#SD315)


10 FACTOS SOBRE A SEGURANÇA DO DOENTE 
10 facts on patient safety 
Actualizado pela OMS em Março de 2018
 Facto # 7 – Mais de um milhão de doentes morrem anualmente devido a complicações cirúrgicas

Dados recolhidos pela OMS sugerem que a cirurgia ainda resulta em altas taxas de morbilidade e mortalidade em todo o mundo, com pelo menos 7 milhões de pessoas por ano a sofrerem complicações cirúrgicas incapacitantes, das quais mais de 1 milhão morrem.

Embora as taxas de mortalidade perioperatória e relacionada com a anestesia tenham diminuído progressivamente nos últimos 50 anos, em parte como resultado de esforços para melhorar a segurança do doente, elas ainda permanecem duas a três vezes maiores em países de baixo ou médio rendimento do que em países de rendimento alto.
Fernando Barroso
UM DIA SERÁS TU O DOENTE!
#umdiaserastuodoente

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

10 FACTOS SOBRE A SEGURANÇA DO DOENTE | Facto nº 6 | (#SD314)


10 FACTOS SOBRE A SEGURANÇA DO DOENTE 
10 facts on patient safety 
Actualizado pela OMS em Março de 2018
 
Facto # 6 – As infecções hospitalares (IACS) afectam 14 em cada 100 doentes internados

Em cada 100 doentes hospitalizados num determinado momento, 7 em países de rendimento alto e 10 em países de rendimento baixo ou médio, adquirem infecções associadas a cuidados de saúde (IACS), afectando centenas de milhões de doentes em todo o mundo a cada ano.

Todos os anos, cerca de 3,2 milhões de doentes estão infectados com IACS em toda a União Europeia e um total de 37 000 deles morrem como consequência directa dessas infecções.

Medidas de prevenção e controle de infecção simples e de baixo custo, como a higiene adequada das mãos, poderiam reduzir a frequência de IACS em mais de 50%.

O que é que nos falta compreender para fazer desta uma medida obrigatória?

Fernando Barroso
UM DIA SERÁS TU O DOENTE!
#umdiaserastuodoente

terça-feira, 9 de outubro de 2018

10 FACTOS SOBRE A SEGURANÇA DO DOENTE | Facto nº 5 | (#SD313)


10 FACTOS SOBRE A SEGURANÇA DO DOENTE 
10 facts on patient safety 
Actualizado pela OMS em Março de 2018

Facto # 5 – Investimentos na redução de incidentes de segurança do doente podem levar a uma significativa economia financeira

Investimentos na redução de incidentes de segurança do doente podem levar a significativas economias financeiras, sem mencionar os melhores resultados para os doentes.

Apenas nos Estados Unidos, as melhorias implementadas unicamente ao nível da segurança do doente levaram a uma economia estimada de 28 biliões de dólares nos hospitais da rede Medicare entre 2010 e 2015.

Por outras palavras, sempre que melhoramos as condições de trabalho, aumentamos o rácio profissional/doente e apostamos na prevenção, estamos a cuidar melhor o nosso Doente e a poupar muito dinheiro. É tão simples...

Fernando Barroso
UM DIA SERÁS TU O DOENTE!
#umdiaserastuodoente


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