Seminário Internacional, Portalegre - 04 de Março de 2017
terça-feira, 28 de fevereiro de 2017
sábado, 11 de fevereiro de 2017
e-book | AVALIAÇÃO DO RISCO - RÁPIDA E COM RESULTADOS
AVALIAÇÃO DO RISCO - RÁPIDA E COM RESULTADOS
Um manual prático, com ferramentas e exemplos para usar de imediato
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| ISBN - 978-989-20-7584-6 |
Queres aprender a fazer uma "avaliação do risco" de uma forma rápida e com resultados?
Então este livro é para ti.
Com este livro (em formato e-book) vais aprender a realizar uma "avaliação do risco" com impacto na "Segurança do Doente" do teu serviço/instituição.
Se tens responsabilidade na gestão do serviço, na gestão do risco clínico, na avaliação do risco ou na segurança do doente no teu serviço, este livro é para ti.
A metodologia é explicada passo-a-passo, de forma simples e com exemplos que te ajudam a compreender tudo o que deves fazer para realizar uma "Avaliação do Risco".
O livro está repleto de exemplos práticos e ferramentas que vais poder utilizar de imediato.
Principais Capítulos do Livro
O QUE É A “AVALIAÇÃO DE RISCO”? ( Para que possas conhecer este trabalho, partilho totalmente grátis o primeiro capítulo do livro. Podes ficar assim a conhecer melhor o trabalho desenvolvido (basta fazeres o download aqui).
Qual a diferença entre um Perigo e um Risco?
As vantagens de uma Equipa
7 ETAPAS PARA UMA AVALIAÇÃO DO RISCO
1ª Etapa – Identificar os perigos
2ª Etapa – Identificar os Riscos Associados
3ª Etapa – Determinar Quem está Exposto ao Risco
4ª Etapa - Avaliar o Nível de Risco
5ª Etapa – Quais as Medidas Corretivas a Adotar?
6ª Etapa – Registar a Avaliação, as Ações Propostas e o Responsável pela Implementação
7ª Etapa - Rever e Atualizar - Um ciclo contínuo.
Com a compra do e-book recebes:
- Um "Modelo de Folha de Registo de Avaliação do Risco" (que podes imprimir as vezes que foram necessárias);
- Um "Modelo de "campo" com uma Matriz de Risco" sugerida (contém as tabelas de frequência, gravidade, e nível de risco);
- Dezenas de exemplos simplificados de avaliações do risco e medidas correctivas sugeridas;
- Acesso exclusivo a uma página web de recursos, que vai continuar a ser actualizada com novos exemplos, artigos e documentos grátis para poderes utilizar (o link encontra-se no interior do livro);
Perguntas Frequentes?
- Como Posso Comprar o e-book?
- Através do Multibanco ou transferência bancária VÊ AQUI AS INSTRUÇÕES DE PAGAMENTO ou;
Através da página de vendas da GUMROAD, (vais necessitar de um cartão de crédito). NOTA: acresce valor do IVA.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
SD244 - Norma DGS 001/2017 - Comunicação eficaz na transição de cuidados de saúde
DGS publica
a
Norma nº 001/2017 de 08/02/2017 sobre a
Comunicação Eficaz na Transição de Cuidados
de Saúde
sábado, 4 de fevereiro de 2017
SD242 - Orientação para substituição de óculos nasais e humidificadores
Existem orientações relativamente ao tempo de substituição de óculos nasais e humidificadores (ex. aquapack)?
Esta foi a pergunta de uma leitora do blog, demonstrando a sua preocupação com medidas de
controlo de infecção, pois a informação que encontrava não era totalmente
esclarecedora.
Com a colaboração do Grupo
Coordenador Local de Controlo de Infecção e Prevenção da Resistência aos
Antimicrobianos (GCLCIPRA) do Centro Hospitalar de Setúbal, elaboramos as
seguintes orientações:
- Os óculos nasais e os humidificadores são de uso único/descartável (artigo disposable), devendo ser substituídos sempre que não reúnam condições de higiene e segurança;
- Quanto ao tempo máximo de permanência dos óculos nasais no doente, o fornecedor (Intersurgical Portugal) recomenda 7 dias, de acordo com estudos realizados em circuitos ventilatórios, pois não há estudos (nesta data) realizados especificamente em óculos nasais;
- No que respeita aos humidificadores, salienta-se que o seu uso não se encontra recomendado para administração de oxigénio a baixo débito (≤4l/min), segundo a Guidelinefor emergency oxygen use in adult patients da British Thoracic Society, cuja leitura se recomenda.
Este artigo foi preparado com a colaboração das Enfermeiras Felisbela Barroso e Verónica
Florêncio, GCLCIPRA - CHS
segunda-feira, 23 de janeiro de 2017
SD241 - Orientação DGS - Preparação e Condução de Auditorias da Qualidade e Segurança da Prestação de Cuidados de Saúde
DGS publica a Orientação 002/2017 de 20-01-2017
Preparação e Condução de Auditorias da Qualidade e Segurança da Prestação de Cuidados de Saúde
sábado, 21 de janeiro de 2017
SD240 - Baixa Participação dos Profissionais na Avaliação da Cultura de Segurança do Doente. Devo ficar preocupado?
No
dia 20/01/2017 a Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Hospitalar
(APDH), promoveu uma sessão denominada Plano Nacional para a Segurança do Doente - Aumentar
a cultura de segurança do ambiente interno.
Um
dos temas mais comentado foi o da Avaliação da Cultura de Segurança do Doente.
O
questionário da "Avaliação da Cultura de Segurança do Doente nos Hospitais
Portugueses” passou a ser aplicado, a partir de 2014, em todos os hospitais do
Sistema de Saúde Português (DGS- Norma nº 025/2013 de 24/12/2013 atualizada a 19/11/2015 - Avaliação da Cultura de Segurança do Doente nos
Hospitais).
Também
nos Cuidados de Saúde Primários, essa avaliação é agora uma realidade (DGS- Norma nº 003/2015 de 11/03/2015 - Avaliação
da Cultura de Segurança do Doente nos Cuidados de Saúde Primários).
Uma das principais
dificuldades da generalidade das Instituições é garantir a adesão
voluntária dos seus profissionais ao preenchimento do questionário por
forma a obter uma % de participação “representativa”.
Há mesmo
quem advogue uma alteração da estratégia de aplicação do questionário passando-o
de voluntário para “obrigatório”.
Na minha opinião esta é uma discussão
desnecessária, veja-se:
Reconhecendo
que não são idênticas, considero no entanto que não
existe variação significativa nas dimensões normalmente bem classificadas
nem nas dimensões classificadas com os valores mais baixos (dimensões
problemas).
Isto verifica-se
nos resultados das avaliações internacionais que tem ocorrido (fonte dados DGS),
assim como nos
resultados das instituições nacionais (fonte dados DGS), independentemente da % de participação ser
elevada ou baixa.
Arrisco a
dizer que, mesmo numa instituição que nunca tenha sido avaliada, se o
questionário for aplicado, os resultados serão praticamente sobreponíveis àqueles
que já conhecemos de outras instituições nacionais.
sábado, 14 de janeiro de 2017
SD239 - Desafios de Segurança do Doente para 2017
Com um novo ano, os desafios de Segurança do Doente nas
nossas Instituições ganham um novo impulso. É necessário concluir a informação relativa ao ano que terminou, mas também planear
o novo ano, melhorando o nosso desempenho e desenvolvendo novas estratégias que promovam a Segurança
Do Doente.
Foi com base nesta ideia simples que lancei um desafio aos leitores do
blog, através da nossa Newsletter.
Pedi que partilhassem comigo “Quais consideravam ser os Principais Desafios de Segurança do Doente para
o ano de 2017”
Para responder, foi disponibilizado um simples formulário
on-line e informado que os dados seriam posteriormente partilhados no blog.
A adesão foi excelente e agradeço publicamente a todos aqueles
que participaram.
Foram enviados um
total de 186 comentários entre o dia 04 e o dia 12 de Janeiro de 2017.
Fazendo uma análise
de conteúdo por temáticas à informação enviada, esta pode ser agregada da
seguinte forma:
domingo, 8 de janeiro de 2017
SD238 - Falta de civismo na sala de Operações | Como Responder?
A falta de civismo e bullying na
sala de operações é um problema comum, mas perigoso.
De acordo com um artigo na edição de
Janeiro de 2017 do AORN
Journal, 88% dos enfermeiros têm testemunhado falta de civismo por
parte de médicos e 48% dos médicos têm notado falta de civismo por parte dos enfermeiros.
Não só o bullying e a falta de
civismo afectam a saúde dos trabalhadores, bem-estar e satisfação no trabalho, como
também podem afectar negativamente os doentes. "A constelação de acções de
falta de civismo mas também de inacção pode resultar em erros fatais,
complicações evitáveis e até mesmo a morte de um doente", escreveram as
autoras.
No artigo do AORN Journal, escrito
por Cynthia Clark, PhD, RN, e Diane Kenski, BSN, RN, é descrito um exemplo de falta
de civismo envolvendo um cirurgião que não quis participar num “time-out” dirigido
por uma enfermeira recentemente chegada ao Bloco Operatório, menosprezando a
enfermeira na frente dos outros.
Clark e Kenski dão de seguida exemplos
de como o hospital, o enfermeiro chefe e o enfermeiro afectado devem responder
a essa situação.
terça-feira, 3 de janeiro de 2017
SD237 - Josie King - Um caso real de falha de Segurança do Doente
Em 2001, a pequena Josie King, de 18 meses, morreu de desidratação e da incorrecta administração de um narcótico, no Hospital Johns Hopkins. A sua história é apresentada pela sua mãe num vídeo de 10 minutos. Um testemunho arrepiante de como a segurança do doente pode ser facilmente descurada.
Este é um testemunho que merece ser ouvido e "reflectido". Não é "voyeurismo" nem serve para "ter pena". Temos de perceber que a desorganização (por vezes não reconhecida) dos serviços de saúde tem repercussões naqueles que cuidamos e em nós próprios, profissionais de saúde.
Partilho de seguida o vídeo que me foi enviado pela APDH, acompanhado do seguinte texto: "Uma morte motivada por um conjunto de erros médicos…a partilha de uma comovente história que impõe a nossa reflexão e nos motiva na procura de tentarmos fazer mais e melhor para a melhoria da qualidade e da segurança do doente nos serviços de saúde."
Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Hospitalar
Portuguese Association for Hospital Development
A mãe de Josie criou a JOSIE KING FUNDATION com o objectivo de promover a cultura de segurança do doente.
Todos devemos esse compromisso à pequena Josie.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
IV Curso de Auditoria Clínica – Auditorias Realizadas
A Segurança do Doente começa na atitude e empenho de cada um de nós.
Quando associamos a estas características um conhecimento estruturado baseado em evidência, estamos definitivamente no bom caminho.
Este foi um grupo variado com origens em serviços bem diferentes.
Esteve representada a Pediatria, o Bloco Operatório, a Urgência Geral, a Obstetrícia , a Cirurgia Geral e as Especialidades Cirúrgicas. A Ortopedia e a Cardiologia. A Patologia Clínica, o Serviço de Formação e a Imuno-Alergologia.
Estiveram presentes Enfermeiros, Médicos e Técnicos de Diagnóstico e terapêutica. Todos percorreram o seu caminho e o resultado foi, uma vez mais, fantástico.
Com a ferramenta AUDITORIA, todos "descobriram" uma realidade do seu serviço que desconheciam, e que agora podem "transformar" para melhor.
Estamos todos de parabéns.
Auditorias (construídas e) realizadas:
No âmbito deste curso e de
acordo com o plano de formação, os formandos desenvolveram e aplicaram as
seguintes auditorias:
domingo, 25 de dezembro de 2016
Feliz Natal com muita Segurança do Doente
Um Santo e Feliz Natal para todos os Amigos do
blog "Segurança do Doente"
Muito obrigado pelo apoio e incentivo.
2017 será ainda Melhor
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
Como os Estilos de Liderança em Enfermagem têm impacto nos resultados dos doentes e no desempenho das organizações
Os enfermeiros desempenham um papel vital nas
organizações de saúde.
A forma como os enfermeiros são geridos pelos seus líderes pode
afectar drasticamente o seu desempenho e influenciar a segurança do doente e os resultados do doente. É
importante compreender os diferentes estilos de liderança frequentemente
encontrados no local de trabalho, bem como os seus efeitos sobre o pessoal e sobre os doentes.
5 Principais Estilos De Liderança
Liderança Transaccional
sábado, 17 de dezembro de 2016
Como o trabalho do Maqueiro contribui para a Segurança do Doente
Ser maqueiro não é sinónimo de “mau profissional”, nem pode ser. Ser maqueiro é muito mais do que transportar um doente do ponto A ao ponto B. Ser maqueiro é garantir a segurança do doente, transportando o doente correcto, para o local correcto, de uma forma segura. Ser maqueiro é um trabalho importantíssimo.
É um maqueiro (assistente operacional) que acompanha o doente numa situação stressante (para um doente, algo tão simples como ir de um quarto para o outro pode ser uma coisa assustadora). Seja qual for o motivo, a forma como comunicamos com o doente faz toda a diferença.
É um maqueiro (assistente operacional) que acompanha o doente numa situação stressante (para um doente, algo tão simples como ir de um quarto para o outro pode ser uma coisa assustadora). Seja qual for o motivo, a forma como comunicamos com o doente faz toda a diferença.
O trabalho de maqueiro não é fácil, e são muitos os desafios:
domingo, 11 de dezembro de 2016
Segurança do Doente - Os incidentes que causam dano ao doente podem e devem ser evitados
Este é um video do
IBSP - Instituto Brasileiro para Segurança do Paciente
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
Formação Avançada ISPA - Segurança do Doente - Importância da Comunicação
A SEGURANÇA DO DOENTE
Importância da comunicação
25 Março 2017
DESTINATÁRIOS
· Profissionais de saúde, serviço social e áreas relacionadas com a
segurança do doente
· Responsáveis pela educação para a saúde e pelo contributo pela
educação em saúde e pelo contributo pelo empowerment do cidadão, em serviços de saúde e
programas na comunidade
· Estudantes de qualquer ano das áreas da saúde, serviço social,
desenvolvimento comunitário, comunicação e marketing
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