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sábado, 17 de dezembro de 2016

Como o trabalho do Maqueiro contribui para a Segurança do Doente

 Maqueiro - Segurança do Doente
Ser maqueiro não é sinónimo de “mau profissional”, nem pode ser. Ser maqueiro é muito mais do que transportar um doente do ponto A ao ponto B. Ser maqueiro é garantir a segurança do doente, transportando o doente correcto, para o local correcto, de uma forma segura. Ser maqueiro é um trabalho importantíssimo.

É um maqueiro (assistente operacional) que acompanha o doente numa situação stressante (para um doente, algo tão simples como ir de um quarto para o outro pode ser uma coisa assustadora). Seja qual for o motivo, a forma como comunicamos com o doente faz toda a diferença.

O trabalho de maqueiro não é fácil, e são muitos os desafios:

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Formação Avançada ISPA - Segurança do Doente - Importância da Comunicação

 Formação Avançada ISPA - Segurança do Doente - Importância da Comunicação

A SEGURANÇA DO DOENTE

Importância da comunicação

 25 Março 2017
DESTINATÁRIOS

· Profissionais de saúde, serviço social e áreas relacionadas com a segurança do doente
· Responsáveis pela educação para a saúde e pelo contributo pela educação em saúde e pelo contributo pelo empowerment do cidadão, em serviços de saúde e programas na comunidade
· Estudantes de qualquer ano das áreas da saúde, serviço social, desenvolvimento comunitário, comunicação e marketing

domingo, 4 de dezembro de 2016

A SEGURANÇA DO DOENTE não sou EU nem TU - somos TODOS

Segurança do Doente

Dois episódios marcaram para mim a semana que passou.


Um durante uma auditoria e outro na sequência de uma notícia da televisão.

Em ambos os casos confirmei que apenas com a acção consertada de TODOS nós (profissionais de saúde e doentes/pacientes) podemos fazer a diferença.

EU posso definir um conjunto de boas práticas em SEGURANÇA DO DOENTE, elaborar um plano de divulgação, formação e implementação.

TU podes receber e compreender essa informação e implementá-la activamente no dia-a-dia, promovendo a SEGURANÇA DO DOENTE no teu serviço, junto dos colegas e do doente/paciente.

Mas qualquer medida ou iniciativa apenas resulta se TODOS colaborarem.

DURANTE UMA AUDITORIA

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Como preparar uma auditoria clínica no meu serviço

 Auditoria Clínica
Esta semana vamos realizar mais uma auditoria clínica no Centro Hospitalar. Vamos auditar a prevenção de quedas; a correta identificação do doente, o doente com imobilização, e a segurança das camas/macas.

Mas para que uma auditoria tenha sucesso, são necessários alguns passos simples, mas que podem fazer toda a diferença:

1) Definir o objecto da auditoria. Esta definição pode ter origem na necessidade de confirmar a correcta execução de um procedimento clínico, para verificar condições de segurança clínica, ou como uma forma de tornar evidente um problema ainda não correctamente caracterizado.

2) Planear a execução da auditoria. Qualquer tempo gasto no planeamento da auditora tem sempre um retorno exponencial positivo e facilitador da execução. Nunca devemos avançar para uma auditoria sem esta estar claramente planeada nos seus vários aspectos. Alguns pontos que não podemos esquecer:

terça-feira, 22 de novembro de 2016

ANTIBIÓTICOS: O FUTURO É AGORA!

DIA EUROPEU DOS ANTIBIOTICOS - 18 Novembro 2016

 ANTIBIÓTICOS: O FUTURO É AGORA!

(partilha de folheto, apresentação e cartaz no final do artigo)
A resistência aos antibióticos é um grave problema de saúde pública na Europa, constituindo-se como um importante problema de segurança do doente.
Segundo o European Centrefor Disease Prevention and Control (ECDC) as taxas de resistência aos antibióticos estão a aumentar, constituindo uma forte ameaça à eficácia presente e futura dos antibióticos, sendo emergente a adoção de medidas para inverter esta tendência.
A incorreta utilização dos antibióticos é um dos principais fatores que promovem o desenvolvimento de resistências aos antibióticos nos hospitais, considerando-se fundamental o envolvimento dos prescritores nesta causa. Os médicos devem ter conhecimento das recomendações do ECDC para a prescrição de antibióticos, nomeadamente:

domingo, 20 de novembro de 2016

IACS - Uma Perspectiva de Redução de Despesa Pública

Este é um artigo da responsabilidade dos Autores, Ana Tavares (Enf.ª no Hospital Distrital de Santarém, EPE), Cláudia Simão (Enf.ª no Hospital Distrital de Santarém, EPE), Hugo de Sousa (Enf. na USF D. Sancho I) e Sofia Ferreirinha (Enf.ª no Hospital Distrital de Santarém, EPE).

Esta apresentação (disponível no final do artigo) resulta do trabalho académico dos autores no âmbito da disciplina de economia da saúde integrada na Pós-graduação em Gestão de Unidades de Saúde do Instituto Politécnico de Santarém, e aborda o importante tema dos custos associados às infecções associadas aos cuidados de saúde (IACS).

O trabalho teve como objectivos:
  • Compreender o impacto das IACS na Economia da Saúde;
  • Conhecer as medidas implementadas para reduzir as IACS, evitáveis, através de práticas baseadas na evidência;
  • Entender o papel dos Profissionais de Saúde como agentes de mudança na sustentabilidade do SNS.
Tendo como “pano de fundo” o Plano Nacional para a Segurança dos Doentes 2015-2020, plano que respeita a Recomendação do Conselho da União Europeia, de 9 de Junho de 2009, sobre a segurança dos doentes, e que decorre da Estratégia Nacional para a Qualidade na Saúde, são referidas as estratégias fundamentais para alcançar os objectivos definidos.

domingo, 6 de novembro de 2016

Como manusear roupa contaminada

Como manusear roupa contaminada? Esta foi a questão colocada por uma leitora do Blog (Obrigado Jesiane Rosa).

A roupa, se contaminada, constitui um risco para a segurança do doente. Para responder, não resisti a fazer este artigo, recorrendo a duas publicações cujos link’s originais estão incluídos no texto.
Partilho ainda um vídeo no final, muito interessante, dirigido a profissionais das lavandarias, mas que também aborda todo o ciclo da roupa, desde o momento em que é retirada do doente até à sua chegada, selecção e encaminhamento para lavagem.

Recomendações para a remoção de roupa contaminada do doente?


  • Devem ser respeitadas as precauções universais na prevenção da transmissão da infecção
  • O profissional de saúde deve usar o equipamento de protecção individual (EPI) adequado, e tendo em consideração as características do doente.
  • Deve estar disponível o mais perto possível do local de prestação de cuidados ao doente, um saco adequado para colocação imediata da roupa suja/contamina.
  • A roupa deve ser removida com a menor agitação possível, da cabeceira para os pés da cama, enrolando a roupa numa “trouxa” que deve ser de imediato colocada num saco para o efeito, evitando ao máximo que a roupa toque na farda/bata do profissional ou no exterior do saco.
  • Ao retirar a roupa, ter o cuidado de verificar se não é arrastado algum objecto pertencente ao doente, equipamento hospitalar ou dispositivo corto-perfurante.
  • O saco deve ser fechado e retirado do quarto o mais rapidamente possível e colocado em contentor apropriado.
  • Higienizar as mãos no final da actividade (a roupa hospitalar contaminada é um veiculo de contaminação cruzada de microorganismos)
  • Todos os profissionais devem receber formação adequada para a realização desta actividade.

domingo, 30 de outubro de 2016

Práticas Seguras Vs Cultura - Apresentação ao 6º Congresso da APEGEL

Discutir as Práticas Seguras Vs Cultura e de que forma estes conceitos influenciam a segurança do doente.
Foi este o tema que me foi proposto apresentar no 6º Congresso da APEGEL que decorreu em Portimão.

Na minha apresentação, que partilho convosco, expus  a minha visão sobre esta temática, definindo primeiro os conceitos “Cultura” e “Prática Segura”, e de que forma entendo que se interligam e condicionam, concluindo que:

“É a cultura existente que influência a prática”

Então, se a “cultura” influência a prática segura, proponho um "Desenvolvimento Organizacional" (fazendo uso das propostas do ICN)
Conclui referindo e explicando algumas das “boas práticas” que tem sido estruturantes no Centro Hospitalar de Setúbal, EPE.

A discussão foi decerto importante, demonstrando uma vez mais a importância inegável das Chefias nas suas equipas.
Um bem-haja à direcção da APEGEL pela oportunidade que me deu de manifestar as minhas opiniões sobre este importante tópico.

Fernando Fausto M. Barroso

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Uma nova perspectiva para a Segurança do Doente – Aquilo que dá certo

Partilho um documento que encontrei recentemente. O documento chama-se “Da Segurança I à Segurança II: um relatório”.

Este documento foi traduzido pela equipa do PROQUALIS para português e está disponívelpara download através deste link.

O artigo chamou a minha atenção porque coloca um foco importante nas actividades que dão certo (segurança II) em oposição à visão tradicional apenas naquilo que dá errado (segurança I).

E se pensarmos bem, faz todo o sentido.

Actualmente estou a analisar um incidente adverso (a administração de uma unidade de sangue a um doente errado). A verdade é que

sábado, 15 de outubro de 2016

O Desafio das IACS, Segurança do Doente, Custos e Contratualização

A convite da Comissão Organizadora e Científica do XI Encontro de Enfermagem do Centro Hospitalar de Leiria, efectuei a comunicação “Desafios para os Enfermeiros, inserida na mesa IACS: Reflectir para Intervir (que partilho no fim).

Esta foi uma mesa muito interessante, com a participação do Dr. Jorge Varanda, que nos presenteou com a sua experiência de gestão dos serviços de saúde, e de como essa influência (da gestão) pode ser determinante para o sucesso das acções futuras no âmbito do controlo de infecção. A sua apresentação “O custo das IACS… Bem mais que euros…” colocou o foco no custo directo e indirecto das IACS, e apontou caminhos possíveis.

Participou também nesta mesa a Dr.ª Sofia Mariz, da ACSS com uma interessante apresentação intitulada “E depois de Julho! A mudança ou a evolução?”

domingo, 9 de outubro de 2016

Um artigo sobre Revelação – Disclosure – em Saúde

Não tenho por hábito escrever um post apenas para a partilha de um artigo, mas desta vez não resisti. O artigo não é perfeito, mas tem o condão de alertar para o problema de ocultar informação aos doentes.

O artigo intitula-se - A importância de ser honesto – e aborda o tema da revelação (Disclosure).

Revelação no sentido de informar (por parte do profissional de saúde), assim que seja possível e após ter reunido a informação necessária, o doente e/ou seu familiar sobre a ocorrência de um incidente/erro que tenha causado um dano ao doente, durante a prestação de cuidados de saúde.
O artigo é da autora Marika Davies, e pode ser lido AQUI
  • Diz-me o que pensas do artigo e deste tema Revelação/Disclosure?
  • Já viveste, ou tiveste conhecimento de alguma situação semelhante?
Dá a tua opinião nos comentários abaixo e partilha esta informação com os teus Amigos.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Avaliação do Risco

Avaliação do Risco - Uma ferramenta simples para a Segurança do Doente


Avaliar o risco é algo instintivo para nós. Tanto que nem nos apercebemos de que o estamos a fazer.
Quando decidimos sair de casa e entramos no nosso carro, avaliamos instintivamente os riscos a que nos expomos. É por isso que decidimos colocar o cinto de segurança (minimizando o risco de lesões no caso de acidente) ou optando por não utilizar o telemóvel enquanto conduzimos (evitando distracções e a possível multa).

Quando abordamos o risco, podemos fazê-lo de uma forma reactiva (por exemplo, notificando um incidente, analisando a sua causa raiz, e estabelecendo um plano de acção/melhoria, que permita que esse incidente não volte a ocorrer ou que o risco seja diminuído a um nível aceitável) ou podemos abordar o risco de uma forma pró-activa (preventiva).

A pro-actividade é aqui entendida como o comportamento de antecipação e de responsabilização pelas próprias escolhas e acções face às situações impostas pelo meio.
Por outras palavras, pró-activo é aquele que toma atitudes para resolver problemas antes que eles aconteçam.
Quando adoptamos uma atitude pró-activa perante o risco estamos a reconhecer o potencial para “algo correr mal” e implicitamente vamos procurar medidas, intervenções que possam contribuir para a correcção das falhas detectadas intervindo antes da ocorrência de um incidente, prevenindo (no âmbito dos cuidados de saúde) o dano para o doente (para o profissional e/ou instituição).

A Avaliação do Risco é uma ferramenta simples de utilizar.

Para tal basta seguir alguns passos:
  1. Circule pelo espaço que quer avaliar

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Relato Incidente – Kit de Penso Descartável apresenta corpo estranho no interior

Tipologia do incidente (segundo a CISD): Dispositivo/Equipamento Médico
Problema (segundo a CISD): Acondicionamento/Embalagem deficiente ou Sujo/não esterilizado

Descrição da notificação:
“Ao abrir um kit de penso, verifiquei a existência de um pêlo/cabelo no seu interior”. Marca: (…) ; Lote 5060267; Ref.ª 490-002.
O kit foi retido para devolução ao fabricante/fornecedor”

Problema encontrado: Kit de penso apresenta o que aparente ser um pêlo/cabelo no seu interior.
Foto: Fernando Barroso
Causa provável: Falha durante o processo de embalagem com origem no processo de fabrico

Proposta de plano de acção:
  • Informar o Fabricante/Fornecedor sobre o incidente ocorrido e solicitar a implementação de medidas correctivas.
  • Manter a vigilância na utilização deste tipo de dispositivo médico.
  • Devolver ao Fabricante/Fornecedor o DM envolvido no incidente, para análise/verificação.

Comentários ao Incidente:
Não é comum, ao abrir um dispositivo médico aparentemente esterilizado e com a embalagem integra, encontrar no seu interior “algo” que não devia estar lá.
Neste caso, verificou-se a presença

Divulgação - V JORNADAS DA QUALIDADE DO CHCB - GESTÃO DE RISCO

Gestão de Risco é o tema central das V Jornadas da Qualidade do Centro Hospitalar Cova da Beira, promovidas pelo Serviço de Gestão da Qualidade do Centro Hospitalar Cova da Beira com data agendada para o próximo dia 28 de Outubro de 2016, no auditório do Hospital Pêro da Covilhã – CHCB, na cidade da Covilhã.

Consulte aqui o Site e o Programa das V Jornadas da Qualidade do CHCB:
https://jornadasdaqualidade.wordpress.com/programa
Para efetuar a sua inscrição, clique no seguinte link:

VALOR DAS INSCRIÇÕES :
Colaboradores do CHCB - 10 euros
Outros participantes - 15 euros

Este ano, as Jornadas da Qualidade do CHCB destacam a importância de uma gestão de risco real e eficiente, abordando os seus principais desafios,