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quarta-feira, 13 de abril de 2016

Que implicações para o Doente Quando o Transporte Falha?

Num incidente recente, um profissional de saúde relata que um doente oncológico tinha ficado, uma vez mais, privado da sua sessão de radioterapia previamente agendada porque a empresa de transporte de doentes não tinha comparecido a horas para efectuar o transporte desse doente para o local onde faria o tratamento. 
Devido ao atraso, o centro de radioterapia recusou efectuar o tratamento.

Esse tratamento acabou por ser adiado e reagendado para o dia seguinte à mesma hora.
No dia seguinte aconteceu a mesma coisa.

Apesar de a Instituição ter contratado este serviço a uma empresa privada, tendo atempadamente comunicado os horários a cumprir, a empresa (que aceitou efectuar o serviço nos termos atrás descritos) não cumpre com o combinado.

A “frio”, alguns dirão que “basta não pagar pelo serviço não realizado”. Mas o problema vai muito além dessa constatação óbvia.

O doente, perfeitamente lúcido e consciente da situação em que se encontra e em que se vê envolvido, reage (em desespero) primeiro recusando efectuar mais tratamentos ou tomar qualquer medicação, e depois entrando em depressão, chorando e manifestando o seu desânimo.

terça-feira, 12 de abril de 2016

Conferência Internacional de Aleitamento Materno da ABM - Junho 2016

Divulgamos a Conferência Internacional de Aleitamento Materno da Academy of Breastfeeding Medicine, CIAM, que se realizará a 17 e 18 de Junho, em Lisboa no Auditório do Pólo Ravara da ESEL,

Pode fazer o download do programa completo em português AQUI
Valor da inscrição
Fernando Barroso

Quero falar com o Enfermeiro Responsável – Um Exemplo

Este é um exemplo “curioso” do Hospital Guy’s and St. Thomas

Como pode ler-se (aqui) o hospital desenvolveu uma estratégia que torna absolutamente claro quem é a Enfermeira Responsável pela equipa de enfermagem naquele momento para que os doentes saibam com quem devem falar caso tenham alguma questão sobre o seu cuidado.

Todos sabemos que a forma como comunicamos com os doentes, especialmente em momentos de tenção, são determinantes para acalmar ou “fazer explodir” uma situação.

Na maioria dos casos, o acto de ouvir, de forma empática, procurando uma solução adequada e justa, é tudo o que o doente quer. E na maioria das vezes, é o enfermeiro responsável que pode encontrar essa solução.


Fica aqui a partilha.
Fernando Barroso 

domingo, 10 de abril de 2016

TABELA DE PERFIL DE SENSIBILIDADES DAS PRINCIPAIS BACTÉRIAS ISOLADAS | UMA FERRAMENTA PARA O USO RACIONAL DE ANTIBIÓTICOS

 A resistência bacteriana aos antimicrobianos é uma problemática conhecida em todas as instituições de saúde. A sua monitorização é fundamental para o controlo das Infeções Associadas aos Cuidados de Saúde (IACS) e deverá ser tida como uma prioridade, de forma a desenvolver processos de resposta rápida e eficiente.

Neste sentido o Programa de Prevenção e Controlo de Infeções e Resistências aos Antimicrobianos (PPCIRA) emanou estratégias específicas de intervenção, onde se salienta a vigilância epidemiológica (VE). Esta carece da participação dos hospitais e dos laboratórios de microbiologia nos sistemas de vigilância das infeções, resistência aos antimicrobianos e consumo de antibióticos.

sábado, 9 de abril de 2016

Fisioterapeutas dão mais um passo na valorização da Profissão


Realiza-se hoje (09/04/2016) a Cerimónia de Tomada de Posse dos novos Órgãos Sociais da Associação Portuguesa de Fisioterapeutas.

Fica aqui a nossa homenagem a todos os/as Fisioterapeutas, parceiros na Segurança do Doente, desejando os maiores sucessos à Direcção da Associação.

Podem saber mais informação sobre a Associação Portuguesa de Fisioterapeutas neste LINK
Parabéns!
Fernando Barroso

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Espólio, Dentaduras, Rouparia e Incineradoras | A segurança do doente também passa pela salvaguarda dos seus bens pessoais

Após alguns incidentes que resultaram na “perda” de próteses dentárias de doentes internados fiquei curioso em saber o que mais se “perde"?

Lembrei-me daquilo que encontrávamos, há muitos anos atrás (1999) quando ainda utilizávamos a “nossa” incineradora, após a limpeza e remoção das cinzas.
Estes eram os restos metálicos do que ia dentro dos sacos.
Foto de Fernando Barroso - Dezembro de 1999
É verdade. São arrastadeiras, muitos ferros cirúrgicos, panelas, suportes de soro etc.

Actualmente já não existe a incineradora (felizmente), mas temos rouparia!

Será que há bens perdidos que seguem com a roupa hospitalar?
- Há pois. E o resultado pode ser “assustador”.

terça-feira, 5 de abril de 2016

terça-feira, 29 de março de 2016

Divulgação do VII Congresso Internacional - Gestão de Feridas Complexas

O VII Congresso Internacional - Gestão de feridas complexas, decorrerá nos dias 29 e 30 de Abril no Auditório do Metropolitano de Lisboa


Para mais informações consulte: www.sinaisvitais.pt.

segunda-feira, 28 de março de 2016

Vídeo – Bem-vindo ao nosso Hospital – Patient Safety Briefing

Este é um pequeno vídeo de 2m30s com 8 passos simples para que o doente possa colaborar na manutenção da sua segurança durante o internamento.


Os 8 passos estão relacionados com:
1- Prevenção de Quedas;
2 – Prevenção do tromboembolismo venoso;
3 – Higiene das mãos;
4 – Medicação em curso;
5 – Úlceras por Pressão;
6 – Pulseira de Identificação;
7 – Comunicação activa;
8 – Carta de Alta, Receita e Marcação da Próxima Consulta.


Um vídeo muito simples mas que vale mesmo a pena ver (legendado em português).

Fernando Barroso

quinta-feira, 17 de março de 2016

MAPA PARA REALIZAR UMA ANÁLISE DAS CAUSAS RAIZ - ACR

MAPA PARA REALIZAR UMA ACRHoje lançamos grátis, com a subscrição da nossa Newsletter o nosso "MAPA PARA REALIZAR UMA ACR"

A Análise das Causas Raiz (ACR) é, de acordo com a Estrutura Concetual da Classificação Internacional sobre Segurança do Doente(CISD), um processo sistemático iterativo por meio do qual os fatores que contribuem para um incidente são identificados, no sentido de reconstruir a sequência de acontecimentos, repetindo a questão “porquê” até que sejam esclarecidas as Causas Raiz subjacentes.

A principal função do desenvolvimento de uma ACR para um incidente ou evento adverso é, através de uma abordagem sistémica, perceber quais os fatores e as causas que permitiram que o percurso do incidente se desenrolasse.

Embora considerada “complexa” esta é uma ferramenta indispensável e muito útil.

Com este “Mapa para Realizar um ACR” pretendemos simplificar a sua compreensão e fomentar a sua utilização prática.
Esperamos que gostes deste recurso.
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E RECEBE O TEU "MAPA PARA REALIZAR UMA ACR"

Envia as tuas dúvidas ou sugestões para faustobarroso@gmail.com ou blogriscoclinico@gmail.com

NOTA: Todos aqueles que, já são subscritores da newsletter à data de lançamento desta campanha, vão receber no seu e-mail, uma cópia do "MAPA PARA REALIZAR UMA ACR"

Fernando Barroso

quarta-feira, 16 de março de 2016

Infecção, Infecção, Infecção - Então e Agora?

Blog Segurança do Doente - Infeção, então e agora?

Infeção, Infeção, Infeção “espalhada” por todo o lado nas capas dos jornais.
E agora? O que vamos fazer?

Imagina, por absurdo que possa parecer, que estas notícias todas têm de facto algum impacto na opinião pública, nos profissionais de saúde e nos nossos governantes.

Imagina, por absurdo que possa parecer, que de agora em diante, as recomendações e normas publicadas pela DGS relativas às infeções associadas aos cuidados de saúde passam mesmo a ser cumpridas com rigor em todas as instituições de saúde (publicas ou privadas).

Imagina, por absurdo que possa parecer, que todos os profissionais de saúde passam a higienizar as mãos sempre que é indicado, que todos os dispositivos médicos são reprocessados de acordo com as boas práticas, e que a higiene e limpeza das unidades de saúde são realizadas com rigor.

Imagina, por absurdo que possa parecer, que a prescrição de antibióticos obedece às recomendações internacionais, e que não se prolonga para além do necessário.

Imagina, por absurdo que possa parecer, que todos – Médicos, Enfermeiros, Técnicos, Auxiliares e Dirigentes – colocam como a sua prioridade individual tudo fazer para “acabar”com as infeções associadas aos cuidados de saúde

Era bonito não era?

Eu sei,… É Absurdo.
Fernando Barroso

terça-feira, 15 de março de 2016

Baixa Dotação de Enfermeiros Aumenta a Mortalidade dos Doentes em 20%

Há muito que as Associações de Enfermeiros têm sustentado que rácios de pessoal de enfermagem adequados aumentam a segurança do doente.
Um novo estudo publicado no British Medical Journal a 09 de Fevereiro de 2016 comprova isso mesmo, demonstrando que os doentes estão em risco muito maior de morte quando o seu enfermeiro é responsável por mais de seis doentes de uma só vez.
Jane Ball da Universidade de Southampton liderou uma equipa de Investigadores que analisou dados de 137 Serviços de Internamento de Agudos do NHS ao longo de um período de dois anos, medindo o rácio entre as taxas de ocupação (camas) e o número de enfermeiros.
Os Investigadores descobriram que quando um enfermeiro tem 10 doentes à sua responsabilidade, o risco de morte de cada um desses doentes é 20% mais elevado do que para os doentes cujos enfermeiros têm um número de doentes a seu cargo de 6 ou menos.
Jane Ball e a sua equipa ainda verificaram que um aumento no número do pessoal auxiliar de saúde (Assistentes Operacionais) disponíveis não teve efeito sobre a taxa de mortalidade.
Os resultados demonstram que os líderes hospitalares devem dar prioridade à segurança do doente sobre outras linhas de investimento.
Qual o rácio de Enfermeiro/Doente no teu Serviço? Esse número é discutido/analisado em Equipa?
Fonte: Griffiths P, Ball J, Murrells T, et al. Registered nurse, healthcare support worker, medical staffing levels and mortality in English hospital trusts: a cross-sectional study. BMJ Open 2016;6:e008751. doi:10.1136/bmjopen-2015-008751
Para Saber Mais:
Fernando Barroso
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domingo, 13 de março de 2016

Grupo de Enfermeiros do CHS vence 1º Prémio em Fórum Ibérico

O Grupo de Prevenção e Tratamento de Feridas (GPTF) do Centro Hospitalar de Setúbal, EPE venceu o 1º Prémio nas Comunicações Livres no 7º Fórum Ibérico de Úlceras e Feridas com a comunicação Auditoria, uma ferramenta essencial - Boas Praticas na Prevenção de Úlceras Por Pressão no contexto Hospitalar.

Parabéns a todos os elementos que constituem o GPTF por este momento que vem coroar todo o empenho e trabalho realizado.

O GPTF tem vindo a apostar na divulgação de informação, formação dos profissionais do CHS e na consultoria junto dos Serviços.


Parabéns à Enf.ª Diana Sousa pela Coordenação do GPTF e por nos levar a superar os nossos limites.
Fernando Barroso

segunda-feira, 7 de março de 2016

Guia Prático com Principais Passos para Criar uma NOC

As Normas de Orientação Clínica (NOC’s) são instrumentos de apoio à decisão que contribuem para a melhoria da qualidade dos cuidados clínicos. Um grupo de peritos da Universidade de McMaster (no Canadá) desenvolveu - a partir de fontes bibliográficas de alta qualidade - um guia sobre os passos práticos para a sua elaboração, disseminação, implementação e avaliação. (in Acta MédicaPortuguesa, texto da autoria de Guilherme Ferreira dos SANTOS, Pedro Correia AZEVEDO e António VAZ-CARNEIRO)

Pela sua importância e qualidade, este é um texto que importa ler, estudar e guardar como referência por todos aqueles envolvidos na elaboração de Normas de Orientação Clínica.
Fernando Barroso
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quarta-feira, 2 de março de 2016

5 Pensamentos e Estatísticas sobre Bullying entre os Enfermeiros

5 Pensamentos e Estatísticas sobre Bullying entre os Enfermeiros
O Bullying (ou Mobbing) são atos de violência física ou psicológica intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos, causando dor e angústia e sendo executadas dentro de uma relação desigual de poder. O bullying é um problema mundial, sendo que a agressão física ou moral repetitiva deixa marcas para o resto da vida na pessoa atingida (Wikipédia).

De acordo com uma publicação apresentada pela American Sentinel University da autoria da Dr.ª Renee Thompsom (DNP, RN, CMSRN), 60% dos novos enfermeiros abandonam o seu primeiro local de trabalho nos primeiros seis meses devido ao comportamento dos seus colegas de trabalho, e quase 50% dos enfermeiros acreditam que vão enfrentar uma situação de bullying em algum momento das suas carreiras.
Aqui estão 5 Pensamentos e Estatísticas sobre Bullying entre os Enfermeiros que podemos encontrar nessa publicação:
1. Quase metade – 48% - dos novos enfermeiros têm medo de se tornar alvo de bullying no local de trabalho.