Mostrar mensagens com a etiqueta Segurança do Doente. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Segurança do Doente. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

IV Curso de Auditoria Clínica – Auditorias Realizadas

A Segurança do Doente começa na atitude e empenho de cada um de nós.
Quando associamos a estas características um conhecimento estruturado baseado em evidência, estamos definitivamente no bom caminho.

Este foi um grupo variado com origens em serviços bem diferentes.
Esteve representada a Pediatria, o Bloco Operatório, a Urgência Geral, a Obstetrícia , a Cirurgia Geral e as Especialidades Cirúrgicas. A Ortopedia e a Cardiologia. A Patologia Clínica, o Serviço de Formação e a Imuno-Alergologia.

Estiveram presentes Enfermeiros, Médicos e Técnicos de Diagnóstico e terapêutica. Todos percorreram o seu caminho e o resultado foi, uma vez mais, fantástico.

Com a ferramenta AUDITORIA, todos "descobriram" uma realidade do seu serviço que desconheciam, e que agora podem "transformar" para melhor.
Estamos todos de parabéns.

Auditorias (construídas e) realizadas:

No âmbito deste curso e de acordo com o plano de formação, os formandos desenvolveram e aplicaram as seguintes auditorias:

domingo, 25 de dezembro de 2016

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Como os Estilos de Liderança em Enfermagem têm impacto nos resultados dos doentes e no desempenho das organizações

Os enfermeiros desempenham um papel vital nas organizações de saúde.
A forma como os enfermeiros são geridos pelos seus líderes pode afectar drasticamente o seu desempenho e influenciar a segurança do doente e os resultados do doente. É importante compreender os diferentes estilos de liderança frequentemente encontrados no local de trabalho, bem como os seus efeitos sobre o pessoal e sobre os doentes.

5 Principais Estilos De Liderança

Liderança Transaccional

sábado, 17 de dezembro de 2016

Como o trabalho do Maqueiro contribui para a Segurança do Doente

 Maqueiro - Segurança do Doente
Ser maqueiro não é sinónimo de “mau profissional”, nem pode ser. Ser maqueiro é muito mais do que transportar um doente do ponto A ao ponto B. Ser maqueiro é garantir a segurança do doente, transportando o doente correcto, para o local correcto, de uma forma segura. Ser maqueiro é um trabalho importantíssimo.

É um maqueiro (assistente operacional) que acompanha o doente numa situação stressante (para um doente, algo tão simples como ir de um quarto para o outro pode ser uma coisa assustadora). Seja qual for o motivo, a forma como comunicamos com o doente faz toda a diferença.

O trabalho de maqueiro não é fácil, e são muitos os desafios:

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Formação Avançada ISPA - Segurança do Doente - Importância da Comunicação

 Formação Avançada ISPA - Segurança do Doente - Importância da Comunicação

A SEGURANÇA DO DOENTE

Importância da comunicação

 25 Março 2017
DESTINATÁRIOS

· Profissionais de saúde, serviço social e áreas relacionadas com a segurança do doente
· Responsáveis pela educação para a saúde e pelo contributo pela educação em saúde e pelo contributo pelo empowerment do cidadão, em serviços de saúde e programas na comunidade
· Estudantes de qualquer ano das áreas da saúde, serviço social, desenvolvimento comunitário, comunicação e marketing

domingo, 4 de dezembro de 2016

A SEGURANÇA DO DOENTE não sou EU nem TU - somos TODOS

Segurança do Doente

Dois episódios marcaram para mim a semana que passou.


Um durante uma auditoria e outro na sequência de uma notícia da televisão.

Em ambos os casos confirmei que apenas com a acção consertada de TODOS nós (profissionais de saúde e doentes/pacientes) podemos fazer a diferença.

EU posso definir um conjunto de boas práticas em SEGURANÇA DO DOENTE, elaborar um plano de divulgação, formação e implementação.

TU podes receber e compreender essa informação e implementá-la activamente no dia-a-dia, promovendo a SEGURANÇA DO DOENTE no teu serviço, junto dos colegas e do doente/paciente.

Mas qualquer medida ou iniciativa apenas resulta se TODOS colaborarem.

DURANTE UMA AUDITORIA

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Como preparar uma auditoria clínica no meu serviço

 Auditoria Clínica
Esta semana vamos realizar mais uma auditoria clínica no Centro Hospitalar. Vamos auditar a prevenção de quedas; a correta identificação do doente, o doente com imobilização, e a segurança das camas/macas.

Mas para que uma auditoria tenha sucesso, são necessários alguns passos simples, mas que podem fazer toda a diferença:

1) Definir o objecto da auditoria. Esta definição pode ter origem na necessidade de confirmar a correcta execução de um procedimento clínico, para verificar condições de segurança clínica, ou como uma forma de tornar evidente um problema ainda não correctamente caracterizado.

2) Planear a execução da auditoria. Qualquer tempo gasto no planeamento da auditora tem sempre um retorno exponencial positivo e facilitador da execução. Nunca devemos avançar para uma auditoria sem esta estar claramente planeada nos seus vários aspectos. Alguns pontos que não podemos esquecer:

domingo, 30 de outubro de 2016

Práticas Seguras Vs Cultura - Apresentação ao 6º Congresso da APEGEL

Discutir as Práticas Seguras Vs Cultura e de que forma estes conceitos influenciam a segurança do doente.
Foi este o tema que me foi proposto apresentar no 6º Congresso da APEGEL que decorreu em Portimão.

Na minha apresentação, que partilho convosco, expus  a minha visão sobre esta temática, definindo primeiro os conceitos “Cultura” e “Prática Segura”, e de que forma entendo que se interligam e condicionam, concluindo que:

“É a cultura existente que influência a prática”

Então, se a “cultura” influência a prática segura, proponho um "Desenvolvimento Organizacional" (fazendo uso das propostas do ICN)
Conclui referindo e explicando algumas das “boas práticas” que tem sido estruturantes no Centro Hospitalar de Setúbal, EPE.

A discussão foi decerto importante, demonstrando uma vez mais a importância inegável das Chefias nas suas equipas.
Um bem-haja à direcção da APEGEL pela oportunidade que me deu de manifestar as minhas opiniões sobre este importante tópico.

Fernando Fausto M. Barroso

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Uma nova perspectiva para a Segurança do Doente – Aquilo que dá certo

Partilho um documento que encontrei recentemente. O documento chama-se “Da Segurança I à Segurança II: um relatório”.

Este documento foi traduzido pela equipa do PROQUALIS para português e está disponívelpara download através deste link.

O artigo chamou a minha atenção porque coloca um foco importante nas actividades que dão certo (segurança II) em oposição à visão tradicional apenas naquilo que dá errado (segurança I).

E se pensarmos bem, faz todo o sentido.

Actualmente estou a analisar um incidente adverso (a administração de uma unidade de sangue a um doente errado). A verdade é que

sábado, 15 de outubro de 2016

O Desafio das IACS, Segurança do Doente, Custos e Contratualização

A convite da Comissão Organizadora e Científica do XI Encontro de Enfermagem do Centro Hospitalar de Leiria, efectuei a comunicação “Desafios para os Enfermeiros, inserida na mesa IACS: Reflectir para Intervir (que partilho no fim).

Esta foi uma mesa muito interessante, com a participação do Dr. Jorge Varanda, que nos presenteou com a sua experiência de gestão dos serviços de saúde, e de como essa influência (da gestão) pode ser determinante para o sucesso das acções futuras no âmbito do controlo de infecção. A sua apresentação “O custo das IACS… Bem mais que euros…” colocou o foco no custo directo e indirecto das IACS, e apontou caminhos possíveis.

Participou também nesta mesa a Dr.ª Sofia Mariz, da ACSS com uma interessante apresentação intitulada “E depois de Julho! A mudança ou a evolução?”

domingo, 9 de outubro de 2016

Um artigo sobre Revelação – Disclosure – em Saúde

Não tenho por hábito escrever um post apenas para a partilha de um artigo, mas desta vez não resisti. O artigo não é perfeito, mas tem o condão de alertar para o problema de ocultar informação aos doentes.

O artigo intitula-se - A importância de ser honesto – e aborda o tema da revelação (Disclosure).

Revelação no sentido de informar (por parte do profissional de saúde), assim que seja possível e após ter reunido a informação necessária, o doente e/ou seu familiar sobre a ocorrência de um incidente/erro que tenha causado um dano ao doente, durante a prestação de cuidados de saúde.
O artigo é da autora Marika Davies, e pode ser lido AQUI
  • Diz-me o que pensas do artigo e deste tema Revelação/Disclosure?
  • Já viveste, ou tiveste conhecimento de alguma situação semelhante?
Dá a tua opinião nos comentários abaixo e partilha esta informação com os teus Amigos.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Avaliação do Risco

Avaliação do Risco - Uma ferramenta simples para a Segurança do Doente


Avaliar o risco é algo instintivo para nós. Tanto que nem nos apercebemos de que o estamos a fazer.
Quando decidimos sair de casa e entramos no nosso carro, avaliamos instintivamente os riscos a que nos expomos. É por isso que decidimos colocar o cinto de segurança (minimizando o risco de lesões no caso de acidente) ou optando por não utilizar o telemóvel enquanto conduzimos (evitando distracções e a possível multa).

Quando abordamos o risco, podemos fazê-lo de uma forma reactiva (por exemplo, notificando um incidente, analisando a sua causa raiz, e estabelecendo um plano de acção/melhoria, que permita que esse incidente não volte a ocorrer ou que o risco seja diminuído a um nível aceitável) ou podemos abordar o risco de uma forma pró-activa (preventiva).

A pro-actividade é aqui entendida como o comportamento de antecipação e de responsabilização pelas próprias escolhas e acções face às situações impostas pelo meio.
Por outras palavras, pró-activo é aquele que toma atitudes para resolver problemas antes que eles aconteçam.
Quando adoptamos uma atitude pró-activa perante o risco estamos a reconhecer o potencial para “algo correr mal” e implicitamente vamos procurar medidas, intervenções que possam contribuir para a correcção das falhas detectadas intervindo antes da ocorrência de um incidente, prevenindo (no âmbito dos cuidados de saúde) o dano para o doente (para o profissional e/ou instituição).

A Avaliação do Risco é uma ferramenta simples de utilizar.

Para tal basta seguir alguns passos:
  1. Circule pelo espaço que quer avaliar

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Relato Incidente – Kit de Penso Descartável apresenta corpo estranho no interior

Tipologia do incidente (segundo a CISD): Dispositivo/Equipamento Médico
Problema (segundo a CISD): Acondicionamento/Embalagem deficiente ou Sujo/não esterilizado

Descrição da notificação:
“Ao abrir um kit de penso, verifiquei a existência de um pêlo/cabelo no seu interior”. Marca: (…) ; Lote 5060267; Ref.ª 490-002.
O kit foi retido para devolução ao fabricante/fornecedor”

Problema encontrado: Kit de penso apresenta o que aparente ser um pêlo/cabelo no seu interior.
Foto: Fernando Barroso
Causa provável: Falha durante o processo de embalagem com origem no processo de fabrico

Proposta de plano de acção:
  • Informar o Fabricante/Fornecedor sobre o incidente ocorrido e solicitar a implementação de medidas correctivas.
  • Manter a vigilância na utilização deste tipo de dispositivo médico.
  • Devolver ao Fabricante/Fornecedor o DM envolvido no incidente, para análise/verificação.

Comentários ao Incidente:
Não é comum, ao abrir um dispositivo médico aparentemente esterilizado e com a embalagem integra, encontrar no seu interior “algo” que não devia estar lá.
Neste caso, verificou-se a presença

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

A colaboração Interinstitucional promove a Segurança do doente

A Segurança do Doente passa pelo envolvimento de todos os profissionais.

Para o conseguir é fundamental desenvolver estratégias de formação/informação que envolvam e cativem os profissionais para esta temática.
Quando não possuímos internamente, na instituição, profissionais com o conhecimento e a experiência necessárias numa determinada área, ou queremos conhecer outras realidades, devemos procurar noutras instituições esses profissionais e promover a colaboração adequada.

Nem sempre esta possibilidade é fácil de concretizar, especialmente quando se trata de instituições muito afastadas, o que envolve sempre custos para o formador que nem sempre são devidamente considerados.
Mas quando a distancia não é um problema, a colaboração institucional é desejável e possível.

Ontem (29/09/2016) tive o privilégio de colaborar com o Centro Hospitalar Barreiro-Montijo, em mais um desses momentos, integrado no Curso de Esterilização Coordenado pela Sr.ª Enfermeira Helena Marmelo (do CHS), realizando uma acção de formação, com as temáticas:
  • Qualidade em Saúde
  • Auditoria Clínica
  • Avaliação do Risco, e
  • Notificação de Incidentes.

A plateia era multidisciplinar (Assistentes Operacionais e Enfermeiros) o que torna sempre a acção de formação mais rica e diversificada.

Realizar este tipo de acção de formação num hospital “irmão” é fácil e motivador, sendo importante ouvir experiências e pontos de vista diferentes, tendo a oportunidade de colocar o foco de atenção da “segurança do doente” sob múltiplas perspectivas.

A colaboração com outras instituições pode e deve ser encarada como um momento de desenvolvimento para ambas as partes, e uma actividade que não deve ser esquecida por todos aqueles com responsabilidade na Segurança do Doente e Gestão do Risco Clínico.

Obrigado à Enfermeira Helena Marmelo pelo convite inicial de participação é à Sras. Enfermeiras Dina Clemente e Teresa Rodrigues do CHBM pela forma cordial como me receberam.

Aos formandos do curso o meu obrigado, sabem que podem contar comigo e desejo-vos toda a felicidade para o arranque do novo Serviço de Esterilização do CHMB. E não se esqueçam que também vocês são uma peça chave na Segurança do Doente.

domingo, 4 de setembro de 2016

Avaliação do Risco, Úlceras por Pressão e Segurança do Doente

 Avaliação do Risco - Úlceras por Pressão - Segurança do Doente
As úlceras por pressão representam uma quebra na segurança do doente, é por isso que uma avaliação do risco precoce, com adopção imediata de medidas preventivas pode fazer toda a diferença.

No seu documento Prevenção e Tratamento de Úlceras por Pressão: Guia de Consulta Rápida, (da responsabilidade da NPUAP, EPUAP e PPPIA) é afirmado que “uma úlcera por pressão é uma lesão localizada da pele e/ou tecido subjacente, normalmente sobre uma proeminência óssea, em resultado da pressão ou de uma combinação entre esta e forças de torção. As úlceras por pressão também estão associadas a vários factores contribuintes ou de confusão, cujo papel ainda não se encontra totalmente esclarecido.”

Este importante documento apresenta recomendações gerais para avaliação estruturada do risco de desenvolvimento de úlcera por pressão:
  1. Realizar uma avaliação estruturada do risco com a maior brevidade possível (realizada, no entanto, no período máximo de oito horas após a admissão) para identificar os indivíduos em risco de desenvolver úlceras por pressão.
  2. Repetir a avaliação do risco tantas vezes quanto necessário tendo em conta o nível de acuidade do doente.
  3. Efectuar uma reavaliação em caso de alterações significativas na condição de saúde do doente.
  4. Incluir uma avaliação completa da pele em todas as avaliações de risco para verificar eventuais alterações em pele intacta.
  5. Documentar todas as avaliações do risco.
  6. Desenvolver e implementar um plano de prevenção baseado no risco para os indivíduos identificados como estando em risco de desenvolver úlceras por pressão.

Uma das escalas de avaliação mais utilizadas é a “Escala de Braden: Versão Adulto ePediátrica (Braden Q)

Mas a avaliação do risco não se resume à aplicação de uma escala. Temos de considerar outros riscos presentes no Serviço.

Permitam-me algumas sugestões de perigos que devem ser considerados no momento de realizar uma avaliação do risco clínico ao Serviço/Unidade:

domingo, 28 de agosto de 2016

ALERTA DE SEGURANÇA DO DOENTE - Recomendação de técnica para eliminar a existência de fragmento de borracha na preparação de medicação

É fundamental partilhar a aprendizagem conseguida com a análise de incidentes que colocam em risco a segurança do doente. Apenas desta forma é possível aumentar o nível de consciência de todos os envolvidos e assim diminuir o risco.

Fiel a este princípio e pela sua importância, partilho um incidente recente, a investigação que se sucedeu e a recomendação a que chegámos.

Na sequência de um relato de incidente (Julho de 2016) em que foi assinala a presença de pequeno fragmento de borracha no conteúdo aspirado, após preparação de medicação, foi emitido um ALERTA interno à Instituição, tendo posteriormente sido recebidos mais 4 relatos de incidente.

Risco para o Doente: Introdução de fragmento de borracha na corrente sanguínea do Doente. 
Analisados os novos incidentes verificou-se que estes ocorreram em Serviços diferentes, com medicação diferente, (sempre com medicação em frasco-ampola) e com agulhas de calibres diferentes (21G ou 19G).

RECOMENDAÇÃO:
Ao preparar medicação que envolva frasco-ampola, a perfuração do frasco-ampola deve ocorrer num ângulo de 90° e sempre dentro da zona “alvo” indicada.

FUNDAMENTAÇÃO:

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Orientações para o Cuidado e Controle da Tuberculose e Tuberculose Multirresistente - 3ª Edição - ICN

O Conselho Internacional de Enfermeiros (ICN) anunciou a publicação da 3ª edição de Orientações Actualizadas para os enfermeiros que trabalham nos Cuidadose Controle da Tuberculose e Tuberculose Multirresistente.

Estas orientações destinam-se a ajudar os enfermeiros no seu importante papel de detecção de casos de tuberculose (TB), na prestação de cuidados e gestão do tratamento da TB.

Este documento estabelece uma abordagem de enfermagem para o planeamento e prestação de assistência ao doente, visando melhorar o acesso e a qualidade dos cuidados durante todo o período de tratamento.

O documento está (infelizmente) em inglês, mas há semelhança de outros documentos, poderá em breve ser traduzido para o português.

Fica aqui a partilha.

domingo, 21 de agosto de 2016

Sites e outras Leituras fundamentais em Segurança do Doente

A Segurança do Doente constitui cada vez mais um desígnio que não podemos ignorar.

A pedido de uma boa Amiga (obrigado Sofia Ferreirinha) que me lançou o desafio, indico a seguir um conjunto de sites que acompanho com frequência e onde recorro para estudar e aprender mais.

Para além destes recursos, é fundamental viver no dia-a-dia todas as incidências da “Segurança Do Doente”, e se pensares bem, tudo o que fazes durante o período de trabalho numa instituição de saúde envolve, directa ou indirectamente, a segurança dos doentes dessa instituição.

Esta é a minha lista de recursos (sem ordem hierárquica), que irei rever e acrescentar sempre que encontre algo novo ou se algum de vós me fizer o favor de referir nos comentários.

domingo, 14 de agosto de 2016

Uma abordagem Militar à Higiene das Mãos para promover a Segurança do Doente

 Segurança Do Doente
O Nationwide Children's Hospital em Columbus, Ohio, estava a debater-se com um problema de segurança do doente, idêntico a tantas instituições portuguesas. Verificava-se uma baixa percentagem de conformidade com a higiene das mãos.
Foi então experimentado um método “militar”, o “safety stand-down”, que pode traduzir-se como um “Briefing de Segurança”, momento em que todas as actividades não essenciais do Hospital/Instituição são suspensas em todos os Serviços para que sejam discutidos planos de acção que promovam a higiene das mãos com vista a uma melhoria da segurança do doente.
A história detalhada encontra-se publicada no Journal of Patient Safety.
A questão remonta a 2010 quando o hospital verificou um pico de infecções associadas aos cuidados de saúde, o que estimulou um foco renovado sobre a higiene das mãos. Uma observação à prática diária encontrou uma taxa de cumprimento do hospital de aproximadamente 65%.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...