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quarta-feira, 25 de março de 2015

20 Web sites indispensáveis para a Qualidade e Segurança do Doente

Título original: 2015 Gift ... 20 Websites Necessary for Any Qualitician
Este post foi efetuado com autorização expressa do Dr. Mahmoud Radwan, autor do post original e do blog “The Qualitician”, disponível em http://thequalitician.blogspot.pt/

Neste post o Dr. Mahmoud Radwan compilou um conjunto de 20 sites indispensáveis aos profissionais que tem com paixão a área da qualidade e da Segurança do Doente.

Fica aqui a partilha e o convite para visitarem o seu site e em particular o post com a indicação dos 20 Web sites indispensáveis para a Qualidade e Segurança do Doente em http://thequalitician.blogspot.pt/2015/01/2015-gift-20-websites-necessary-for-any.html
Thank you Dr. Mahmoud Radwan

quinta-feira, 12 de março de 2015

Norma DGS - Avaliação da Cultura de Segurança do Doente nos Cuidados de Saúde Primários

Foi publicada ontem a Norma nº 3/2015 de 11/03/2015 que estabelece a obrigatoriedade da avaliação da cultura de segurança do doente nos cuidados de saúde primários (ACSD-CSP) a realizar-se nos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES), através de um questionário a preencher por todos os profissionais e colaboradores .

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Um Guia para a Reconciliação Terapêutica e Melhoria da Qualidade – Manual de Implementação MARQUIS

(Clique imagem para 1 cópia doc.)
A Reconciliação Terapêutica é um processo que consiste na identificação da lista mais precisa de todos os medicamentos que um doente está a tomar e que deve tomar - incluindo o nome, dosagem, frequência, via finalidade e a duração - e usar essa lista para fornecer/prescrever medicamentos corretos aos doentes em qualquer lugar dentro do sistema de saúde.

Reconciliação Terapêutica consiste nos seguintes componentes:
  1. No momento da Admissão, um profissional de saúde obtém a Melhor História de Medicação Possível (MHMP). A MHMP é a lista mais precisa da medicação que o doente deve estar a tomar e inclui os medicamentos que o doente está efetivamente a tomar no momento imediatamente anterior à admissão. Esta lista deve ser claramente documentada e atualizada durante o internamento se existir mais informação disponível.
  2. Utilizar a MHMP e a condição clínica do doente para prescrever corretamente a medicação no momento da admissão. Qualquer discrepância não intencional entre a MHMP e a prescrição inicial no momento da admissão deve ser identificada e resolvida.
  3. Aquando de uma transferência hospitalar ou alta, deve comparar-se a MHMP e a medicação que o doente está a receber no internamento para criar um conjunto correto de indicações de transferência/alta. Qualquer discrepância não intencional entre a medicação pré-admissão, a medicação actual e a prescrição para a transferência/alta deve ser identificada e resolvida. A razão para a existência de qualquer discrepância intencional (por exemplo por motivos clínicos) deve ser documentada.
  4. No momento da alta, deve ser entregue ao doente/família/prestador de cuidados, uma lista precisa e informação/educação adequadas relativamente ao regime terapêutico, incluindo o nome, dosagem, frequência, via, finalidade e a duração. Qualquer nova medicação, mudança na dose ou frequência e medicação que foi cancelada quando comparada com a medicação no momento da admissão deve ser claramente identificada e explicada. A importância de manter e atualizar uma lista de medicação deve ser explicada ao doente/família/prestador de cuidados.
  5. O regime terapêutico no momento da alta deve ser documentado e comunicado, conjuntamente com a restante informação relativa ao internamento, evidenciando as alterações relativamente ao regime terapêutico existente na pré-admissão e as razões dessas alterações.


(Texto adaptado de "A Guide for Medication Reconciliation Quality Improvement - Prepared by MARQUIS Investigators - October 2014). Pode obter mais informação no site: http://www.hospitalmedicine.org/MARQUIS

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

PLANO NACIONAL PARA A SEGURANÇA DOS DOENTES 2015-2020

O Plano Nacional para a Segurança dos Doentes 2015-2020 (Publicado a 10-02-2015 em Diário da República) visa, principalmente, apoiar os gestores e os clínicos do Serviço Nacional de Saúde na aplicação de métodos e na procura de objetivos e metas que melhorem a gestão dos riscos associados à prestação de cuidados de saúde, uma vez que a melhoria da segurança dos doentes é uma responsabilidade de equipa, que mobiliza as competências individuais de cada um dos seus elementos e implica a gestão sistémica de todas as atividades. (…)

O presente Plano, concebido com base numa visão transversal do Serviço Nacional de Saúde, obriga ao envolvimento das responsabilidades de governação, de coordenação e da prática operacional da prestação de cuidados, visando a convergência metodológica dos diversos dispositivos existentes que contribuem para a gestão dos riscos associados à prática dos cuidados. (…)

O Plano Nacional para a Segurança dos Doentes 2015-2020 deve ser assumido por cada estabelecimento prestador de cuidados de saúde, através da respetiva adaptação à sua organização.
O Plano Nacional para a Segurança dos Doentes 2015-2020 visa, através de ações transversais, como a cultura de segurança, a partilha do conhecimento e da informação e de ações dirigidas a problemas específicos, melhorar a prestação segura de cuidados de saúde em todos os níveis de cuidados, de forma integrada e num processo de melhoria contínua da qualidade do Serviço Nacional de Saúde. (…)

O Plano Nacional para a Segurança dos Doentes 2015-2020, visa atingir os seguintes objetivos estratégicos:
1. Aumentar a cultura de segurança do ambiente interno.
2. Aumentar a segurança da comunicação.
3. Aumentar a segurança cirúrgica.
4. Aumentar a segurança na utilização da medicação.
5. Assegurar a identificação inequívoca dos doentes.
6. Prevenir a ocorrência de quedas.
7. Prevenir a ocorrência de úlceras de pressão.
8. Assegurar a prática sistemática de notificação, análise e prevenção de incidentes.
9. Prevenir e controlar as infeções e as resistências aos antimicrobianos.

Para serem atingidos tais objetivos, o Plano Nacional para a Segurança dos Doentes 2015-2020 obriga a que as Comissões da Qualidade e Segurança dos hospitais e agrupamentos de centros de saúde inscrevam nos seus planos de ação anuais atividades que visem alcançar os objetivos estratégicos (contidos neste despacho) (…)



Agora é que isto vai ficar interessante…

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

O Assédio Moral no Trabalho e as Consequências da Tensão Laboral Provocada na População Portuguesa em Geral

NOTA: Por indicação da autora, o link para a recolha de dados já não se encontra dísponivel. Obrigado a todos pela colaboração.

Venho por este meio solicitar a sua participação no meu estudo que aborda o tema do assédio moral no TRABALHO relacionado com a tensão laboral. 

Para participar nesta investigação basta responder ao QUESTIONÁRIO ONLINE, para tal, por favor aceda ao seguinte LINK: (...) 

Como requisito para responder ao questionário ONLINE, basta que esteja atualmente a TRABALHAR (part-time ou full-time) e seja de NACIONALIDADE PORTUGUESA.

O questionário é alargado ao empregado e ao empregador, sendo todos importantes para a constituição da amostra e, não limita idade. 
Para esclarecimentos ou mais informações estou ao seu dispor via e-mail.
Muito Obrigada, 

Maria Carolina Gomes Vilaça 

(e-mail: mariacarolinagomesvilaca@gmail.com)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Segurança do Doente e Boas Práticas de Consentimento Esclarecido na Realização de Exames de Tomografia Computorizada

Dissertação para obtenção do grau de Mestre no âmbito do II Curso de Mestrado em Segurança do Doente. Realizado por: Esmeralda Ferreira Martins Pina

RESUMO: O presente trabalho pretende centrar-se no estudo da Segurança do Doente e das boas práticas de Consentimento Esclarecido na realização de exames de Tomografia Computorizada.

Nos dias de hoje, a assinatura do documento de Consentimento Esclarecido tem-se mostrado um ato banal, sem a merecida atenção que entidades de saúde, Médicos e Técnicos de Radiologia lhe deviam conceder, uma vez que os Eventos Adversos, aquando da realização de uma TC com Meio de Contraste, poderão ser vários e complicados; por outro lado, o doente muitas vezes não está preparado nem devidamente informado sobre os seus efeitos e as medidas necessárias que deverão ser acionadas para os combater.

A necessidade da veiculação de uma informação capaz, de uma elucidação total para o doente pôr em prática a sua autonomia, fruto da consciência que tem dos factos, revela-se fundamental, mas para que tal aconteça é urgente ultrapassar obstáculos respeitantes às práticas profissionais de entidades de saúde, Médicos e Técnicos de Radiologia, assim como aspetos sociais, linguísticos, idade, vulnerabilidade individual, entre outros. Neste contexto, a apresentação de boas práticas de Consentimento Esclarecido revela-se de extrema importância para o desenvolvimento desta dissertação.

Para consubstanciar as ideias a desenvolver, para além da pesquisa bibliográfica, revelou-se importante a recolha de dados através de uma entrevista e de um inquérito a elementos que participam neste processo, nomeadamente, doentes, Médicos e Técnicos de Radiologia e, posteriormente, uma análise dos conteúdos dos resultados obtidos e a sua integração nos princípios teóricos do estudo.


Palavras-chave: Consentimento Esclarecido, autonomia do doente, Segurança do Doente, meios de contraste em radiologia, procedimentos do técnico de radiologia, Eventos Adversos.


Pode obter um Resumo alargado Aqui

Esta é a Apresentação do trabalho efetuado.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Como criar um Relatório de Segurança do Doente que todos podem ler?

Chegámos àquela altura do ano em que é importante divulgar um resumo do nosso trabalho.
- Afinal o que foi feito durante o ano que agora terminou?
O Feedback é muito importante! É por isso que eu gostava de mostrar-te como é que eu faço neste pequeno vídeo de 6 minutos…


Podes encontrar um “modelo” do relatório referido no video e fazer o download aqui
Adorava saber a tua opinião sobre este assunto. Quais são os teus comentários ou sugestões?
Se gostaste desta informação partilha com os teus Amigos.
Até à próxima e vamos lá concluir o nosso ano em grande.

domingo, 25 de janeiro de 2015

A Importância da Auditoria Interna na Saúde – Andreia Toga

Este artigo é da autoria da Dr.ª Andreia Toga, Diretora do Serviço de Auditoria Interna do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, EPE., e publicado na revista “Gestão Hospitalar” da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares |APAH| em Dezembro de 2014 .
(clique na imagem para ter acesso ao artigo)
Este é um interessante artigo que nos esclarece o conceito de “Auditoria Interna” para além da área clínica. A auditoria interna aqui referida refere-se à “avaliação dos processos de controlo interno e de gestão de riscos, nos domínios contabilístico, financeiro, operacional, informático e de recursos humanos,…” (artigo 17º do Decreto-Lei nº 244/2012, de 09 de novembro), não deixando de nos proporcionar outra informação e conhecimento muito interessante sobre a temática da “auditoria”

Outras fontes de informação que podem ser do teu interesse.
Site da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares - http://www.askplane.com/2/index.html
Site do Instituto Português de Auditoria - www.ipai.pt/index.php 

Site do Institute of Internal Auditors - https://na.theiia.org/Pages/IIAHome.aspx

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

PÓS-GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM À PESSOA EM SITUAÇÃO CRÍTICA (2ª Edição)

Estão abertas as candidaturas à
2ª Edição da PÓS-GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM À PESSOA EM SITUAÇÃO CRÍTICA
na Escola Superior de Saúde Egas Moniz

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Comunicação e Literacia em Saúde - ISPA – Instituto Universitário

Curso de Comunicação e Literacia em Saúde
Dias 28 de Fevereiro e 7 de Março 2015
(2 Sábados | 12 horas intensivas)
Potenciar o empowerment do cidadão, contribuir para melhor educação para a saúde
Desenvolver estratégias de comunicação em saúde para conseguir maior adesão terapêutica com utentes/doentes
Desenvolver técnicas para melhorar relacionamento entre profissionais de saúde
Aplicar técnicas de Linguagem assertiva e comportamento positivo para mudar comportamentos e atitudes

DESTINATÁRIOS
• Profissionais de saúde, serviço social, desenvolvimento comunitário, reabilitação, comunicação e marketing
• Responsáveis pela educação para a saúde e pelo contributo pela educação em saúde e pelo contributo pelo empowerment do cidadão, em serviços de saúde e programas na comunidade
• Estudantes de qualquer ano das áreas da saúde, serviço social, desenvolvimento comunitário, reabilitação e inserção social, comunicação e marketing

OBJECTIVOS
• Conhecer aspectos teóricos, ferramentas e formas de alcançar uma maior literacia em saúde por todos os intervenientes nas actividades de educação para a saúde
• Contribuir para melhoria da comunicação em saúde, para a humanização dos serviços e maior empoderamento do cidadão

domingo, 11 de janeiro de 2015

Medicamentos com nome ortográfico, fonético ou aspeto semelhantes (LASA) - Norma DGS

Para os mais desatentos (como eu próprio – obrigado pelo alerta Luís Caldas) foi divulgado no passado dia 30/Dezembro/2014 a Norma da DGS nº 020/2014 de 30/12/2014 - Medicamentos com nome ortográfico, fonético ouaspeto semelhantes.

O que podemos encontrar nesta Norma.
  • Orientações para a implementação de práticas seguras no que respeita aos medicamentos com nome ortográfico e/ou fonético e/ou aspeto semelhantes, designados por medicamentos LASA (Look- Alike, Sound-Alike).
  • Um instrumento de auditoria organizacional, na forma de Checklist
  • Informação de apoio
    • Definições/Conceitos e critérios
    • Fundamentação
    • Avaliação
  • Anexo I: Lista de medicamentos com nome ortográfico e/ou fonético semelhantes, com aplicação do método de inserção de letras maiúsculas.
  • Anexo II: Regras de aplicação do método de inserção de letras maiúsculas.


quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Divulgação do Livro - Extravasaciones, un problema real

Um livro da autoria do Enfermeiro Alfonso Alvarez, Enfermeiro em Onco-hematologia no Complejo Asistencial Universitario de León.
O livro Extravasaciones, un problema real surge da necessidade, por parte dos profissionais e daqueles que estão prestes a sê-lo, de gerir os factores de risco, e de prevenir a ocorrência destes incidentes e no caso de ocorrerem, o que fazer e que meios utilizar para o seu tratamento, de forma a evitar os seus  efeitos devastadores (ver aqui as imagens)
Um livro muito completo a não perder e que podes encontrar em http://www.extravasaciones.com/ 

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Livro grátis - Prevenção e Tratamento de Feridas - Da Evidência à Prática

Divulgamos o acesso a um livro que se encontra on-line, e do qual se pode efectuar o download gratuitamente.
O livro intitula-se "Prevenção e Tratamento de Feridas - Da Evidência à Prática."

Podem aceder ao livro através deste link http://care4wounds.com/ebook/flipviewerxpress.html

Esperamos que vos seja útil.
Fernando Barroso

domingo, 7 de setembro de 2014

2ª fase de inscrições para o Curso Internacional de Qualidade em Saúde e Segurança do Paciente

Está aberta a 2ª fase de inscrições para o
 Curso Internacional de Qualidade em Saúde e Segurança do Paciente
na ENSP- Universidade Nova de Lisboa.

Esta 2ª fase decorrerá até ao dia 18 de Setembro.
Para mais informações queiram por favor visitar em www.ensp.unl.pt

O Curso Internacional de Qualidade em Saúde e Segurança do Paciente é um curso de Extensão Universitária que resulta da parceria entre a Escola Nacional de Saúde Pública – Sérgio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz e da Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa.
Destinatários - O Curso dirige-se a detentores do grau de licenciatura nas áreas da saúde ou áreas afins, que exerçam ou pretendam exercer funções em instituições de saúde nos diferentes níveis Cuidados de Saúde Primários (Atenção Primária), Cuidados Hospitalares e Cuidados Continuados, do sector público, privado ou social, no Brasil, em Portugal, nos PALOPs (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa) e em Timor-Leste.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Exemplo de uma Avaliação de Risco. Mas afinal estava incompleta, faltava a ação…


O exemplo que queremos partilhar convosco é muito simples e pode ser considerado essencialmente como um risco "não clínico".

No final apresentamos ainda os 5 principais pontos de um levantamento de risco eficaz.

Um Serviço fez a seguinte Avaliação de Risco (resumo, com identificação protegida):

Identificação do perigo:
Riscos Associados:
Nº e caracterização de pessoas expostas:
A rampa situada na entrada da porta principal do Serviço encontra-se muito polida não possuindo qualquer tipo de aderência.
Desequilíbrio, queda de profissionais, doentes, (…).
Profissionais, Doentes (todos utilizam esta porta para acesso, entrada e saída do Serviço).
Probabilidade de ocorrência
Gravidade
Nível de risco
(com base na matriz de risco)
D
IV
4
Medidas corretivas/Preventivas:
Responsável:
Prazo:
Evidências:
Avaliação técnica especializada de modo a suprimir o risco.
O Serviço de Instalação e Equipamentos.
Atuação urgente (um mês)
(campo em branco)


O registo da avaliação foi posteriormente enviado para o grupo que efetua o acompanhamento do risco clínico na Instituição, que após análise considera que o mesmo está incompleto.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

40% Das Informações Críticas São Omitidas Na Passagem De Turno Da Manhã – Resultados de um estudo

Parece estar a faltar uma comunicação completa durante as passagens de turno da manhã, de acordo com um estudo no JAMA Internal Medicine.

Os investigadores observaram estudantes de medicina do terceiro ano e os internos do primeiro e do segundo ano durante as suas passagens de turno da manhã após um turno da noite.

Eles verificaram que os estagiários do turno da noite omitiram 40,4% dos "problemas clinicamente importantes" durante estas passagens de turno da manhã.

Além disso, os estagiários não documentaram nenhum desses problemas no processo clínico do doente em 85,8% das vezes.

De acordo com o estudo, os investigadores sugerem que “os programas de treino devem introduzir atividades educativas e de mudanças de fluxo de trabalho, e atribuir tempo dedicado e um ambiente livre de distrações, para melhorar a passagem da informação.”

Este é um problema que afeta também outros profissionais com deixámos claro no artigo Passagem de Turno em Enfermagem e a Segurança do Doente.


Uma comunicação clara, completa e a vontade (de ambas as partes) para ouvir são certamente uma chave importante para a segurança do doente.
Fernando Fausto M. Barroso

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Injeções - Práticas Seguras

O Centers for Disease Control and Prevention  (CDC) criou dois vídeos para promover práticas de injeção segura através da sua campanha “One & Only"” em conjunto com a Safe InjectionPractices Coalition.

Os vídeos, intitulados "Check Your Steps! Make Every Injection Safe” e "Managing Patient Safety, One Injection at a Time", contêm informações direccionadas ao prestadores de cuidados e gestores de instituições de saúde, destinadas a reforçar o conhecimento sobre o controlo da infecção.
Pode ver a seguir os vídeos desta campanha.

Vídeo - "Check Your Steps! Make Every Injection Safe”

Vídeo - "Managing Patient Safety, One Injection at a Time"

Caso esteja interessado, pode aceder aqui a mais material da campanha One & Only

Fernando Fausto M. Barroso

domingo, 29 de junho de 2014

Quanto Custam os Eventos Adversos

Artigo Original - Impacto económico de los eventos adversos en los hospitales espanoles a partir del Conjunto Mínimo Básico de Datos.

Este é um excelente artigo que contribui para um melhor conhecimento acerca dos custos associados aos eventos adversos, e cuja leitura recomendamos (pode fazer o dowload clicando no link acima).

Todos temos consciência que prevenir custa menos dinheiro do que “remediar ou reparar”, mas existe uma enorme dificuldade em demonstrar este principio. Com este artigo podemos procurar soluções que apontem para uma resposta mais fácil a este problema, tornando evidente os benefícios dos programas de Segurança do Doente nas Instituições de Saúde.
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