Mostrar mensagens com a etiqueta Formação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Formação. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Como criar um Relatório de Segurança do Doente que todos podem ler?

Chegámos àquela altura do ano em que é importante divulgar um resumo do nosso trabalho.
- Afinal o que foi feito durante o ano que agora terminou?
O Feedback é muito importante! É por isso que eu gostava de mostrar-te como é que eu faço neste pequeno vídeo de 6 minutos…


Podes encontrar um “modelo” do relatório referido no video e fazer o download aqui
Adorava saber a tua opinião sobre este assunto. Quais são os teus comentários ou sugestões?
Se gostaste desta informação partilha com os teus Amigos.
Até à próxima e vamos lá concluir o nosso ano em grande.

domingo, 25 de janeiro de 2015

A Importância da Auditoria Interna na Saúde – Andreia Toga

Este artigo é da autoria da Dr.ª Andreia Toga, Diretora do Serviço de Auditoria Interna do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, EPE., e publicado na revista “Gestão Hospitalar” da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares |APAH| em Dezembro de 2014 .
(clique na imagem para ter acesso ao artigo)
Este é um interessante artigo que nos esclarece o conceito de “Auditoria Interna” para além da área clínica. A auditoria interna aqui referida refere-se à “avaliação dos processos de controlo interno e de gestão de riscos, nos domínios contabilístico, financeiro, operacional, informático e de recursos humanos,…” (artigo 17º do Decreto-Lei nº 244/2012, de 09 de novembro), não deixando de nos proporcionar outra informação e conhecimento muito interessante sobre a temática da “auditoria”

Outras fontes de informação que podem ser do teu interesse.
Site da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares - http://www.askplane.com/2/index.html
Site do Instituto Português de Auditoria - www.ipai.pt/index.php 

Site do Institute of Internal Auditors - https://na.theiia.org/Pages/IIAHome.aspx

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

PÓS-GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM À PESSOA EM SITUAÇÃO CRÍTICA (2ª Edição)

Estão abertas as candidaturas à
2ª Edição da PÓS-GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM À PESSOA EM SITUAÇÃO CRÍTICA
na Escola Superior de Saúde Egas Moniz

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Comunicação e Literacia em Saúde - ISPA – Instituto Universitário

Curso de Comunicação e Literacia em Saúde
Dias 28 de Fevereiro e 7 de Março 2015
(2 Sábados | 12 horas intensivas)
Potenciar o empowerment do cidadão, contribuir para melhor educação para a saúde
Desenvolver estratégias de comunicação em saúde para conseguir maior adesão terapêutica com utentes/doentes
Desenvolver técnicas para melhorar relacionamento entre profissionais de saúde
Aplicar técnicas de Linguagem assertiva e comportamento positivo para mudar comportamentos e atitudes

DESTINATÁRIOS
• Profissionais de saúde, serviço social, desenvolvimento comunitário, reabilitação, comunicação e marketing
• Responsáveis pela educação para a saúde e pelo contributo pela educação em saúde e pelo contributo pelo empowerment do cidadão, em serviços de saúde e programas na comunidade
• Estudantes de qualquer ano das áreas da saúde, serviço social, desenvolvimento comunitário, reabilitação e inserção social, comunicação e marketing

OBJECTIVOS
• Conhecer aspectos teóricos, ferramentas e formas de alcançar uma maior literacia em saúde por todos os intervenientes nas actividades de educação para a saúde
• Contribuir para melhoria da comunicação em saúde, para a humanização dos serviços e maior empoderamento do cidadão

domingo, 11 de janeiro de 2015

Medicamentos com nome ortográfico, fonético ou aspeto semelhantes (LASA) - Norma DGS

Para os mais desatentos (como eu próprio – obrigado pelo alerta Luís Caldas) foi divulgado no passado dia 30/Dezembro/2014 a Norma da DGS nº 020/2014 de 30/12/2014 - Medicamentos com nome ortográfico, fonético ouaspeto semelhantes.

O que podemos encontrar nesta Norma.
  • Orientações para a implementação de práticas seguras no que respeita aos medicamentos com nome ortográfico e/ou fonético e/ou aspeto semelhantes, designados por medicamentos LASA (Look- Alike, Sound-Alike).
  • Um instrumento de auditoria organizacional, na forma de Checklist
  • Informação de apoio
    • Definições/Conceitos e critérios
    • Fundamentação
    • Avaliação
  • Anexo I: Lista de medicamentos com nome ortográfico e/ou fonético semelhantes, com aplicação do método de inserção de letras maiúsculas.
  • Anexo II: Regras de aplicação do método de inserção de letras maiúsculas.


quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Divulgação do Livro - Extravasaciones, un problema real

Um livro da autoria do Enfermeiro Alfonso Alvarez, Enfermeiro em Onco-hematologia no Complejo Asistencial Universitario de León.
O livro Extravasaciones, un problema real surge da necessidade, por parte dos profissionais e daqueles que estão prestes a sê-lo, de gerir os factores de risco, e de prevenir a ocorrência destes incidentes e no caso de ocorrerem, o que fazer e que meios utilizar para o seu tratamento, de forma a evitar os seus  efeitos devastadores (ver aqui as imagens)
Um livro muito completo a não perder e que podes encontrar em http://www.extravasaciones.com/ 

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Livro grátis - Prevenção e Tratamento de Feridas - Da Evidência à Prática

Divulgamos o acesso a um livro que se encontra on-line, e do qual se pode efectuar o download gratuitamente.
O livro intitula-se "Prevenção e Tratamento de Feridas - Da Evidência à Prática."

Podem aceder ao livro através deste link http://care4wounds.com/ebook/flipviewerxpress.html

Esperamos que vos seja útil.
Fernando Barroso

domingo, 7 de setembro de 2014

2ª fase de inscrições para o Curso Internacional de Qualidade em Saúde e Segurança do Paciente

Está aberta a 2ª fase de inscrições para o
 Curso Internacional de Qualidade em Saúde e Segurança do Paciente
na ENSP- Universidade Nova de Lisboa.

Esta 2ª fase decorrerá até ao dia 18 de Setembro.
Para mais informações queiram por favor visitar em www.ensp.unl.pt

O Curso Internacional de Qualidade em Saúde e Segurança do Paciente é um curso de Extensão Universitária que resulta da parceria entre a Escola Nacional de Saúde Pública – Sérgio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz e da Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa.
Destinatários - O Curso dirige-se a detentores do grau de licenciatura nas áreas da saúde ou áreas afins, que exerçam ou pretendam exercer funções em instituições de saúde nos diferentes níveis Cuidados de Saúde Primários (Atenção Primária), Cuidados Hospitalares e Cuidados Continuados, do sector público, privado ou social, no Brasil, em Portugal, nos PALOPs (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa) e em Timor-Leste.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Exemplo de uma Avaliação de Risco. Mas afinal estava incompleta, faltava a ação…


O exemplo que queremos partilhar convosco é muito simples e pode ser considerado essencialmente como um risco "não clínico".

No final apresentamos ainda os 5 principais pontos de um levantamento de risco eficaz.

Um Serviço fez a seguinte Avaliação de Risco (resumo, com identificação protegida):

Identificação do perigo:
Riscos Associados:
Nº e caracterização de pessoas expostas:
A rampa situada na entrada da porta principal do Serviço encontra-se muito polida não possuindo qualquer tipo de aderência.
Desequilíbrio, queda de profissionais, doentes, (…).
Profissionais, Doentes (todos utilizam esta porta para acesso, entrada e saída do Serviço).
Probabilidade de ocorrência
Gravidade
Nível de risco
(com base na matriz de risco)
D
IV
4
Medidas corretivas/Preventivas:
Responsável:
Prazo:
Evidências:
Avaliação técnica especializada de modo a suprimir o risco.
O Serviço de Instalação e Equipamentos.
Atuação urgente (um mês)
(campo em branco)


O registo da avaliação foi posteriormente enviado para o grupo que efetua o acompanhamento do risco clínico na Instituição, que após análise considera que o mesmo está incompleto.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

40% Das Informações Críticas São Omitidas Na Passagem De Turno Da Manhã – Resultados de um estudo

Parece estar a faltar uma comunicação completa durante as passagens de turno da manhã, de acordo com um estudo no JAMA Internal Medicine.

Os investigadores observaram estudantes de medicina do terceiro ano e os internos do primeiro e do segundo ano durante as suas passagens de turno da manhã após um turno da noite.

Eles verificaram que os estagiários do turno da noite omitiram 40,4% dos "problemas clinicamente importantes" durante estas passagens de turno da manhã.

Além disso, os estagiários não documentaram nenhum desses problemas no processo clínico do doente em 85,8% das vezes.

De acordo com o estudo, os investigadores sugerem que “os programas de treino devem introduzir atividades educativas e de mudanças de fluxo de trabalho, e atribuir tempo dedicado e um ambiente livre de distrações, para melhorar a passagem da informação.”

Este é um problema que afeta também outros profissionais com deixámos claro no artigo Passagem de Turno em Enfermagem e a Segurança do Doente.


Uma comunicação clara, completa e a vontade (de ambas as partes) para ouvir são certamente uma chave importante para a segurança do doente.
Fernando Fausto M. Barroso

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Injeções - Práticas Seguras

O Centers for Disease Control and Prevention  (CDC) criou dois vídeos para promover práticas de injeção segura através da sua campanha “One & Only"” em conjunto com a Safe InjectionPractices Coalition.

Os vídeos, intitulados "Check Your Steps! Make Every Injection Safe” e "Managing Patient Safety, One Injection at a Time", contêm informações direccionadas ao prestadores de cuidados e gestores de instituições de saúde, destinadas a reforçar o conhecimento sobre o controlo da infecção.
Pode ver a seguir os vídeos desta campanha.

Vídeo - "Check Your Steps! Make Every Injection Safe”

Vídeo - "Managing Patient Safety, One Injection at a Time"

Caso esteja interessado, pode aceder aqui a mais material da campanha One & Only

Fernando Fausto M. Barroso

domingo, 29 de junho de 2014

Quanto Custam os Eventos Adversos

Artigo Original - Impacto económico de los eventos adversos en los hospitales espanoles a partir del Conjunto Mínimo Básico de Datos.

Este é um excelente artigo que contribui para um melhor conhecimento acerca dos custos associados aos eventos adversos, e cuja leitura recomendamos (pode fazer o dowload clicando no link acima).

Todos temos consciência que prevenir custa menos dinheiro do que “remediar ou reparar”, mas existe uma enorme dificuldade em demonstrar este principio. Com este artigo podemos procurar soluções que apontem para uma resposta mais fácil a este problema, tornando evidente os benefícios dos programas de Segurança do Doente nas Instituições de Saúde.

domingo, 8 de junho de 2014

Violência nos Serviços de Saúde. Como Evitar?

Ninguém está completamente imune ou protegido da violência no local de trabalho. No entanto, existem soluções que podem ser implementadas para a sua segurança e para minimizar esta ameaça. Um factor chave na prevenção e diminuição destes actos de violência é a nossa própria formação. Para começar, devemos primeiro ser capazes de definir o que é a “violência no local de trabalho”.

A OSHA define a violência no local de trabalho como qualquer acto ou ameaça de violência física, assédio, intimidação ou outro comportamento ameaçador disruptivo que ocorra no local de trabalho. Pode variar entre ameaças e agressões verbais para agressões físicas e até mesmo homicídio. Ela pode afectar e envolver funcionários, doentes e visitantes.
A violência nos serviços de saúde pode ser dividida em três categorias:
  • Violência por parte de um colega de trabalho, um doente ou antigo doente, ou o familiar de um doente. Estas são as formas mais comuns de violência nos serviços de saúde. Lidar com a doença, lesões ou a morte causa uma variedade de respostas emocionais que podem conduzir à violência.
  • Violência envolvendo um parceiro. Este é o clássico episodio do parceiro rejeitado que aparece no local de trabalho para cometer um ato de violência contra o/a seu/sua anterior parceiro(a).
  • Ato aleatório de violência. Neste cenário, alguém chega ao serviço de saúde com a única intenção de roubar ou causar estragos. Isto pode incluir também indivíduos mentalmente instáveis, sem qualquer história prévia com o serviço de saúde.

domingo, 30 de março de 2014

CULPA: DUAS FACES DA MESMA MOEDA

Existe uma enorme discrepância entre os ditames do Direito e os da Segurança dos Doentes em relação à CULPA. O Direito tem como pressupostos da responsabilidade civil a verificação cumulativa do facto voluntário, da ilicitude, da culpa, do dano e do nexo de causalidade entre o facto ilícito e o dano. E no apuramento da responsabilidade criminal, são pressupostos da mesma a ação típica, ilícita e culposa. Do exposto decorre que o nosso regime jurídico esta assente no pressuposto fundamental - a CULPA do profissional de saúde.
Para os princípios da Segurança do Doente imputar a culpa ao profissional de saúde não é correto e não resolve a questão de fundo. A evidência revela que o erro não tem apenas um fator causal,  se culpabilizarmos o individuo, não será possível desenhar uma estratégia honesta e efetiva que garanta a melhoria da segurança. Em vez de questionarmos “quem” deveremos questionar “como”. Só nesta perspetiva será possível motivar todos os envolvidos no processo de cuidar para o compreensão da problemática do erro na prestação de cuidados.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Estatísticas em Segurança do Doente, Distribuição por Incidentes/Eventos Adversos adquiridos num Hospital

As estatísticas apresentadas estão relacionadas com incidentes e eventos adversos que resultam da prestação de cuidados de saúde em hospitais, e foram retiradas do 3º capítulo do National Healthcare Quality Report, "Patient Safety Importance," de 2012.
Este relatório foi produzido pela Agency for Healthcare Research and Quality, e os seus dados são relativos aos Estados Unidos da América.

Por cada 1000 admissões num hospital dos EUA, em 2010:
·         49 Doentes sofreram um evento adverso relacionado com a medicação.
·         40 Doentes desenvolveram uma úlcera por pressão.
·         27 Doentes sofreram outro tipo de incidente/evento adverso.
·         12 Doentes adquiriram uma infeção associada ao cateter urinário.
·         8 Doentes sofreram uma queda enquanto estavam no hospital.
·         3 Doentes desenvolveram uma infeção do local cirúrgico.
·         3 Doentes estiveram envolvidas em eventos adversos obstétricos.
·         1,2 Doentes contraíram uma pneumonia associada à utilização do ventilador.
·         0,5 Doentes desenvolveram uma infeção da corrente sanguínea associada a utilização de um cateter central.
·         0,5 Doentes tiveram um tromboembolismo venoso.
E em Portugal? Como será?

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Dotações seguras em enfermagem como reflexo na qualidade dos cuidados prestados

Artigo da autoria de Verónica Santos – Enfermeira Pós Graduada em gestão em saúde, publicado na Revista Portuguesa de Gestão & Saúde; nº9; Março de 2013.

Pode ler o artigo na integra AQUI.

sábado, 11 de janeiro de 2014

Guia Orientador dedicado aos Cuidados à Pessoa com Alterações da Mobilidade - Ordem dos Enfermeiros

O Guia Orientador de Boa Prática: Cuidados à Pessoa com Alterações da Mobilidade - posicionamentos, transferências e treino de deambulação – esta é a sua designação completa – resulta da iniciativa de um grupo de trabalho em atividade no seio da Mesa do Colégio da Especialidade de Enfermagem de Reabilitação entre outubro de 2009 e dezembro de 2011.

Este é o nº 7 da Série I da coleção «Cadernos OE» e este e-book encontra-se disponível para consulta e download aqui.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...