sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Proposta da Ordem dos Enfermeiros para Dotações Seguras contribuem para a Segurança do Doente | (#SD337)


Encontra-se em fase de consulta pública até ao dia 17 de Março o documento "PROPOSTA DE REGULAMENTO NORMA PARA CÁLCULO DE DOTAÇÕES SEGURAS DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM" emitido pela Ordem dos Enfermeiros.

As sugestões devem ser enviadas para o email: consulta.publica@ordemenfermeiros.pt.

É absolutamente fundamental a contribuição de todos.
A definição das Dotações Seguras das equipas de Enfermagem contribui para a Segurança dos Cuidados prestados e para a Segurança dos Enfermeiros e para a Segurança do Doente.

Podes aceder ao documento através deste link: https://tinyurl.com/yxm3oth2



Fernando Barroso
UM DIA SERÁS TU O DOENTE!

#umdiaserastuodoente

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Factores Humanos e a sua influência para a Segurança do Doente | (#SD336)




Os factores humanos abrangem todos aqueles factores que podem influenciar as pessoas e o seu comportamento.

Num contexto de trabalho, os factores humanos são os factores ambientais, organizacionais e de trabalho, e as características individuais que influenciam o comportamento no trabalho.

Em resumo, alguns dos factores humanos mais comuns que podem aumentar o risco incluem:
    Carga de trabalho mental
    Distracções
    O ambiente físico
    Exigências físicas
    O design do dispositivo/produto
    Trabalho em equipa
    O desenho/fluxo do processo. 

Para compreender em pleno como os factores humanos influenciam o nosso trabalho, é necessário também conhecer como diferentes elementos da Cultura de Segurança devem ser entendidos e implementados:

Cultura Aberta
A equipa sente-se à vontade para discutir incidentes de segurança do doente e levantar questões de segurança com colegas e gestores
Cultura Justa
Profissionais, doentes e cuidadores são tratados de forma justa, com empatia e consideração quando se envolveram num incidente de segurança do doente ou levantaram um problema de segurança
Cultura de Relato
Os profissionais confiam no sistema de notificação de incidentes local e usam-no para notificar os gestores sobre os incidentes que estão a ocorrer, incluindo os “quase incidentes”.
As barreiras à elaboração de um relato de incidente foram identificadas e removidas:
- Os profissionais não são culpados e punidos quando denunciam incidentes.
- Eles recebem um feedback construtivo depois de enviar um relato de incidente.
- O processo de relato em si é fácil.
Cultura de Aprendizagem
A Organização:
-  Está empenhada em aprender lições de segurança.
-  Comunica essas lições aos profissionais.
-  Lembra essas lições ao longo do tempo.
Cultura Informada
A organização aprendeu com a experiência passada e tem a capacidade de identificar e mitigar incidentes futuros porque:
-  Aprende com incidentes que já aconteceram (por exemplo, relatórios de incidentes e investigações).

Estudar e compreender os Factores Humanos é pois crucial para melhor compreender o que influencia a Segurança do Doente.

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Este guia (LINK PARA O ÍNDICE E PREÂMBULO) será oferecido a todos os alunos que venham a frequentar o curso on-line - A influência dos Factores Humanos na segurança do doente – através da ESCOLA DESEGURANÇA DO DOENTE (https://seguranca-do-doente.teachable.com)


Fernando Barroso
UM DIA SERÁS TU O DOENTE!

#umdiaserastuodoente

sábado, 9 de fevereiro de 2019

2222 - NUMERO ÚNICO NO SNS PARA ATIVAR A EQUIPA DE EMERGÊNCIA MÉDICA INTRA-HOSPITALAR | (#SD335)


Até ao dia 31 de março de 20191 todos os estabelecimentos hospitalares do Serviço Nacional de Saúde (SNS), vão ter de adotar o n.º 2222 na rede telefónica interna para ativação da Equipa de Emergência Médica Intra-Hospitalar.

Texto adaptado do Despacho n.º 9639/2018 |Diário da República, 2.ª série — N.º 198 — 15 de outubro de 2018
do Gabinete do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde.
Todos os anos ocorrem, na Europa, cerca de 300 000 paragens cardiorrespiratórias intra-hospitalares.

A probabilidade de sobrevivência associada a fenómenos de paragem cardiorrespiratória diminui de forma inversa ao tempo decorrido até à efetivação de manobras de suporte básico e ou avançado de vida.

A possibilidade de sobrevivência do doente crítico depende da eficácia da resposta à emergência. Uma intervenção precoce e adequada pode diminuir a mortalidade e a morbilidade dos doentes hospitalizados que sofrem um processo de deterioração clínica agudo.

A implementação de mecanismos organizacionais que permitam a sua rápida identificação e a instituição atempada de terapêutica otimizada é assim crucial.

Neste contexto, a Direção -Geral da Saúde através da Circular Normativa n.º 15/DQS/DQCO, de 22 de junho de 2010, determinou a criação e implementação, a nível nacional, das Equipas de Emergência Médica Intra-Hospitalares (EEMI).
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