O que é que virá a seguir?
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019
Proposta da Ordem dos Enfermeiros para Dotações Seguras contribuem para a Segurança do Doente | (#SD337)
Encontra-se em fase de consulta pública até ao dia 17 de
Março o documento "PROPOSTA DE REGULAMENTO NORMA PARA CÁLCULO DE DOTAÇÕES
SEGURAS DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM" emitido pela Ordem dos Enfermeiros.
As sugestões devem ser enviadas para o email: consulta.publica@ordemenfermeiros.pt.
É absolutamente fundamental a contribuição de todos.
A definição das Dotações Seguras das equipas de Enfermagem contribui para a Segurança dos Cuidados prestados e para a Segurança dos Enfermeiros e para a Segurança do Doente.
Podes aceder ao documento através deste link: https://tinyurl.com/yxm3oth2
Fernando Barroso
UM DIA SERÁS TU O DOENTE!
#umdiaserastuodoente
domingo, 17 de fevereiro de 2019
Factores Humanos e a sua influência para a Segurança do Doente | (#SD336)
Os factores humanos abrangem todos aqueles factores que podem influenciar as pessoas e o seu comportamento.
Num
contexto de trabalho, os factores humanos são os factores ambientais,
organizacionais e de trabalho, e as características individuais que influenciam
o comportamento no trabalho.
Em resumo, alguns dos factores humanos mais comuns
que podem aumentar o risco incluem:
•
Carga de trabalho mental
• Distracções
•
O ambiente físico
•
Exigências físicas
•
O design
do dispositivo/produto
•
Trabalho em equipa
•
O desenho/fluxo do processo.
Para compreender em pleno como os factores humanos influenciam o nosso trabalho, é necessário também conhecer como diferentes elementos da Cultura de Segurança devem ser entendidos e implementados:
Cultura Aberta
• A equipa sente-se à vontade para discutir
incidentes de segurança do doente e levantar questões de segurança com colegas
e gestores
Cultura Justa
• Profissionais, doentes e cuidadores são
tratados de forma justa, com empatia e consideração quando se envolveram num
incidente de segurança do doente ou levantaram um problema de segurança
Cultura de Relato
• Os profissionais confiam no sistema de notificação
de incidentes local e usam-no para notificar os gestores sobre os incidentes
que estão a ocorrer, incluindo os “quase incidentes”.
• As
barreiras à elaboração de um relato de incidente foram identificadas e
removidas:
- Os profissionais não são
culpados e punidos quando denunciam incidentes.
- Eles recebem um feedback
construtivo depois de enviar um relato de incidente.
- O processo de relato em
si é fácil.
Cultura de Aprendizagem
• A Organização:
- Está empenhada em
aprender lições de segurança.
- Comunica essas lições
aos profissionais.
- Lembra essas lições ao
longo do tempo.
Cultura Informada
• A organização aprendeu com a experiência passada e tem
a capacidade de identificar e mitigar incidentes futuros porque:
- Aprende com incidentes
que já aconteceram (por exemplo, relatórios de incidentes e investigações).
Estudar e compreender os Factores Humanos é pois crucial para melhor compreender o que influencia a Segurança do Doente.
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Este guia (LINK PARA O ÍNDICE E PREÂMBULO) será oferecido a
todos os alunos que venham a frequentar o curso on-line - A
influência dos Factores Humanos na segurança do doente
– através da ESCOLA DESEGURANÇA DO DOENTE (https://seguranca-do-doente.teachable.com)
Fernando Barroso
UM DIA SERÁS TU O DOENTE!
#umdiaserastuodoente
sábado, 9 de fevereiro de 2019
2222 - NUMERO ÚNICO NO SNS PARA ATIVAR A EQUIPA DE EMERGÊNCIA MÉDICA INTRA-HOSPITALAR | (#SD335)
Até ao dia 31 de março de 20191 todos os estabelecimentos hospitalares
do Serviço Nacional de Saúde (SNS), vão ter de adotar o n.º 2222 na rede
telefónica interna para ativação da Equipa de Emergência Médica
Intra-Hospitalar.
Texto adaptado do Despacho n.º 9639/2018 |Diário da República, 2.ª série — N.º 198 — 15 de outubro de 2018
do Gabinete do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde.
Todos os anos ocorrem, na Europa,
cerca de 300 000 paragens cardiorrespiratórias
intra-hospitalares.
A probabilidade de sobrevivência
associada a fenómenos de paragem cardiorrespiratória diminui de forma inversa
ao tempo decorrido até à efetivação de manobras de suporte básico e ou avançado
de vida.
A possibilidade de sobrevivência
do doente crítico depende da eficácia da resposta à emergência. Uma intervenção
precoce e adequada pode diminuir a mortalidade e a morbilidade dos doentes
hospitalizados que sofrem um processo de deterioração clínica agudo.
A implementação de mecanismos
organizacionais que permitam a sua rápida identificação e a instituição
atempada de terapêutica otimizada é assim crucial.
Neste contexto, a Direção -Geral
da Saúde através da Circular Normativa n.º 15/DQS/DQCO, de 22 de junho de 2010,
determinou a criação e implementação, a nível nacional, das Equipas de
Emergência Médica Intra-Hospitalares (EEMI).
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