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domingo, 31 de maio de 2015

Auditoria Clínica – Uma Ferramenta que tens de Dominar.

Depois de mais um workshop concluído (23 e 30 de maio, 2015) a sensação não poderia ser melhor.

Uma vez mais (e é sempre assim) um conjunto de profissionais das mais variadas áreas de trabalho e diferentes profissões, conclui-o com sucesso o curso com a apresentação dos seus resultados de auditoria, apenas uma semana após o início do curso.

A Auditoria Clínica é um processo estruturado de revisão por pares através da avaliação da prática clínica relativamente às normas de orientação adotadas, implementação das mudanças necessárias na prática clínica e subsequente reavaliação das diferenças que essas mudanças produziram.
O objetivo geral deste processo é o de garantir elevados padrões de prática clínica e melhorar de forma global a qualidade dos cuidados prestados ao doente.

O National Institute for Health and Clinical Excellence, no seu documento de 2002, Principles for Best Practice in Clinical Audit, define auditoria clínica como:
“Um processo de melhoria da qualidade que procura melhorar os cuidados prestados ao doente e os seus resultados através da revisão sistemática desses cuidados relativamente a critérios explícitos e da revisão da mudança.
Os aspetos relacionados com a estrutura, processo e resultado dos cuidados são selecionados e sistematicamente avaliados relativamente a critérios explícitos.
Onde for indicado, são implementadas mudanças ao nível individual, da equipa ou do serviço e é implementada uma monitorização para confirmar a melhoria na prestação dos cuidados.”

A auditoria clínica permite assim conhecer verdadeiramente quais os resultados da nossa atividade (seja de simples processo de limpeza à verificação das medidas de segurança em proteção radiológica).
Todos temos a obrigação de conhecer os resultados dos cuidados (serviços) que prestados, integrando a informação recolhida na gestão do serviço/instituição e no planeamento dos cuidados, contribuindo assim para a Governação Clínica, para a promoção da Eficiência Clínica, fatores determinantes para a Segurança do Doente.

Neste workshop foram desenvolvidas e aplicadas as seguintes grelhas de auditoria:

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Enfermeira nos Estados Unidos faz 90 Anos e ainda continua a trabalhar

Numa altura em que “todos” nos queixamos do “quanto já trabalhámos” ou do que ainda nos falta, partilho convosco este exemplo incrível.



Florence Rigney é a mais antiga enfermeira ainda a trabalhar nos EUA e fez este ano 90 anos de idade. Os seus colegas de trabalho no “MultiCare Tacoma General Hospital” em Washington, não deixaram passar esta data desapercebida.

Em vez disso, eles fizeram uma festa surpresa a Florence Rigney (tinha que ser “Florence”). Ela teve direito a uma tiara, uma faixa e uma carta do Governador de Washington Jay Inslee, em reconhecimento pelas suas décadas de serviço.

O Diretor do hospital e os filhos da Sra Rigney estavam também presentes.

A Sr. Rigney, uma enfermeira de Bloco Operatório, está na profissão há quase sete décadas, tendo iniciado a sua carreira há 69 anos. A Sr.ª Rigney considerou reformar-se, tendo mesmo parado de trabalhar quando tinha 67 anos, mas isso só durou cerca de cinco meses. Agora ela trabalha dois dias por semana.

Este é o vídeo da sua festa surpresa.

domingo, 17 de maio de 2015

Sala de Snoezelen – Casa dos Marcos. Moita, Portugal

Esta sala existe na “Casa Dos Marcos”. Um projecto que vale mesmo a pena conhecer.

O Conceito da sala de Snoezelen proporciona conforto, através do uso de estímulos controlados, e oferece uma grande quantidade de estímulos sensoriais, que podem ser usados de forma individual ou combinada dos efeitos da música, notas, sons, luz, estimulação táctil e aromas.
O ambiente, que a sala de Snoezelen proporciona, é seguro e não ameaçador, promovendo o auto-controlo, autonomia, descoberta e exploração, bem como efeitos terapêuticos e pedagógicos positivos.
O ambiente multisensorial permite estimular os sentidos primários tais como o toque, o paladar, a visão, o som, o cheiro, sem existir necessidade de recorrer às capacidades intelectuais mas sim às capacidades sensoriais dos indivíduos. A confiança e o relaxamento são incentivados através de terapias não directivas.
O uso de um ambiente multisensorial permite que as terapias sejam únicas para cada utente.

sábado, 16 de maio de 2015

Celebrando a Amizade - Com Alexandre Tavares

Para provar que quando há vontade tudo é possível, recebi em Setúbal o meu bom Amigo Alexandre Tavares (autor do blog DR. TAVARES' BLOG ON PATIENT SAFETY), Médico Psiquiatra a exercer no Canadá.

Aqui fica o registo do momento.

Obrigado pela Amizade Alexandre!

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Workshop's - Epidemiologia, clínica e diagnóstico de encefalites virais transmitidas por vectores & Febres hemorrágicas Virais

As inscrições nos Workshops (condicionadas ao número de vagas) são gratuitas.

Workshop - Epidemiologia, clínica e diagnóstico de encefalites virais transmitidas por vectores
As encefalites virais com origem em artrópodes ou roedores representam um problema importante em saúde pública. Os vírus que provocam encefalites togavírus (flavivírus e alfavírus), buniavírus, e reovírus normalmente estão bem adaptados aos seus hospedeiros e são transmitidos ao homem pela picada de artrópodes, mosquitos, carraças ou flebótomos, ou pelo contacto com roedores ou as suas excreções e são a principal causa de encefalites em todo o mundo. O workshop “Epidemiologia, clínica e diagnóstico de encefalites virais transmitidas por vectores” visa apresentar, debater e promover competências teóricas e práticas em domínios da epidemiologia, da clínica, do diagnóstico e da biossegurança de encefalites virais transmitidos por vetores. Destina-se a clínicos, investigadores e técnicos que realizem atividades relacionadas com o diagnóstico clínico e laboratorial e investigação de agentes infeciosos.
A iniciativa realiza-se no âmbito da Rede Ibérica de Laboratórios de Alerta Biológico (IB-BIOALERTNET) que tem como principal objetivo a normalização e acreditação de métodos e formação técnico- científico para uma resposta atempada a emergências e ameaças de origem biológica.
As inscrições nos Workshops (condicionadas ao número de vagas) são gratuitas.

Workshop - Epidemiologia, clínica e diagnóstico de Febres hemorrágicas Virais
As Febres Hemorrágicas Virais são infecções provocadas por filovírus (ebola, marburg), arenavírus (Lassa), buniavírus (hantavírus, Rift Valley, FH Crimeia-Congo) e flavivírus (febre amarela, dengue hemorrágico). A transmissão destes agentes ao homem faz-se por via vectorial (carraças, mosquitos) ou por contacto com morcegos e roedores ou com as suas excreções. As infeções nosocomiais são frequentes, sobretudo nas infeções por ébola, marburg e FH Crimeia Congo. Para as atividades de gestão de doentes, de diagnóstico laboratorial e de prevenção e controlo destas infeções é importante que os prestadores de cuidados de saúde e de serviços laboratoriais possuam um conhecimento profundo sobre as Febres Hemorrágicas Virais.
A iniciativa realiza-se no âmbito da Rede Ibérica de Laboratórios de Alerta Biológico (IB-BIOALERTNET) que tem por finalidades a normalização e acreditação de métodos e a formação técnico-científico para uma resposta atempada a emergências e ameaças de origem biológica.
As inscrições nos Workshops (condicionadas ao número de vagas) são gratuitas.

As inscrições devem formalizadas através dos seguintes formulários:

Epidemiologia, clínica e diagnóstico de encefalites virais transmitidas por vectores. Formulário de inscrição: 

Epidemiologia, clínica e diagnóstico de Febres Hemorrágicas Virais. Formulário de inscrição: 

Local de realização dos Workshops
Centro de Estudos de Vetores e Doenças Infeciosas
Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, I.P.
Águas de Moura, 11 de maio de 2015

terça-feira, 12 de maio de 2015

INFARMED abre concurso para "Fundo para Investigação em Saúde"

O Fundo para a Investigação em Saúde do INFARMED, com um capital de base de um milhão de euros, destina-se ao financiamento de atividades e projetos de investigação dirigidos para a proteção, promoção e melhoria da saúde das pessoas, nomeadamente nas áreas de investigação clínica, investigação básica e translacional, com potencial interesse clínico ou em terapêutica e investigação em saúde pública e serviços de saúde, designadamente nas intervenções preventivas e terapêuticas.

O concurso decorre durante o mês de Junho 2015 para submissão de candidaturas de projetos de investigação em saúde pública e serviços de saúde designadamente nas intervenções preventivas e terapêuticas, nas seguintes áreas científicas: Doenças Oncológicas, Diabetes, e Doenças Cérebro-cardiovasculares. 

Toda a informação disponível no sitio: http://www.infarmed.pt/portal/page/portal/INFARMED/FUNDO_INVESTIGA_SAUDE 

segunda-feira, 11 de maio de 2015

JORNADAS - Controlo de Infeção: Panorama atual - PROGRAMA FINAL

Controlo de Infeção: Panorama atual
13 e 14 de maio de 2015
Escola Superior de Saúde, do Instituto Politécnico de Setúbal (ESS/IPS)

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Infografia INFARMED: Como notificar efeitos secundários de medicamentos?

O INFARMED, seguindo uma política de aproximação aos cidadãos e com o objetivo de simplificar e descodificar linguagem técnica utilizada, elabora e divulga infografias sobre temas da área da intervenção desta autoridade reguladora.

Para saber mais sobre como notificar efeitos secundários de medicamentos, foi criada a seguinte infografia.

Consulte a infografia disponibilizada na área pública do INFARMED, clicando aqui.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

I WorkShop de Auditoria Clínica

WorkShop de Auditoria Clínica
Uma Ferramenta para a Qualidade dos Cuidados.
Dias 23 e 30 de Maio de 2015 (das 09:00 às 13:00h)
Local da Formação: Escola Superior de Saúde – Instituto Politécnico de Setúbal (mapa)
Formador: Fernando Barroso

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO  - INSCRIÇÕES ATÉ 21 DE MAIO DE 2015
(ver aqui o PROGRAMA)