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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

DGS estende Avaliação da Cultura de Segurança do Doente às Entidades Hospitalares Privadas


Desta forma passam a estar incluídas nesta avaliação, as entidades hospitalares privadas.

Para tal, devem estas entidades preencher a “Fichade Inscrição para as entidades hospitalares privadas”, também disponível no sítio da DGS.


Mais do que conhecer internamente a “Cultura de Segurança do Doente”, importa ainda mais saber o que se faz com os resultados obtidos.
Qual a importância que as administrações e chefias (a todos os níveis) atribuem a este tipo de estudos?

Por vezes parece apenas que estamos a cumprir “calendário”.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

5 Erros a Evitar Quando Notifica um Incidente

Para que um sistema de notificação de incidentes possa cumprir com a sua principal função – aprender com os incidentes ocorridos e identificar falhas na Segurança do Doente – é indispensável que o incidente relatado seja efetuado de forma correta.

Mas não é sempre isso que acontece.

Estes são (talvez) os 5 principais erros cometidos por quem notifica um incidente:


1. Não Notificar.
Sim eu sei. “Não notificar” significa que não foi efetuada nenhuma notificação, mas esse é efetivamente o 1º erro. Achar que não vale a pena notificar (porque ninguém vai dar atenção, não me respondem, não vejo mudanças, etc.). Não notificar porque “já foi resolvido” ou porque “por sorte não aconteceu nada ao doente”. Mesmo nestas circunstâncias, a obrigação de todos nós é mesmo a de notificar o incidente (ou quase incidente) para que a aprendizagem possa ocorrer.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Dia Mundial Stop às Úlceras por Pressão (UPP) - Tempo de reflexão

Post de Convidado – Enfermeira Diana Sousa

No Dia 19 de Novembro de 2015 sinalizamos o dia Mundial do Stop às Úlceras por Pressão (UPP).
Falamos de feridas que, na sua maioria (pelo menos 95%), são evitáveis, recorrendo a estratégias designadas de medidas de prevenção. Estas medidas estão descritas há décadas em todos os manuais da matéria, mas que, pelos mais variados argumentos, tendem a ser menosprezadas, desvalorizadas, em detrimento do tema “híper mega atrativo – o tratamento das feridas e os seus magníficos apósitos!”. Sem desprimor para a área do tratamento, na qual também estou envolta, e sem querer ter a pretensão de desvalorizar a sua importância, seriamos profissionais de saúde de extrema inovação, se reflectíssemos primeiramente sobre o tema da Prevenção das Úlceras por Pressão.
É da responsabilidade das instituições de prestação de cuidados de saúde garantir o Direito à Prevenção de UPP universalmente consagrado pela Declaração do Rio de Janeiro de 2011. Assegurando o acesso equitativo de recursos humanos e materiais de qualidade. Garantindo a uniformização das medidas preventivas, as que a ciência já nos demonstrou serem eficientes no combate a este flagelo. Em breve, seremos responsabilizados pela não aplicação destas medidas…e ai talvez a figura da autoridade nos empurre para a consciencialização de que podemos e devemos, de forma tão simples, prevenir este flagelo, as UPP.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Algumas Sugestões para Promover a Notificação de Incidentes


Uma colega (elemento de um grupo com a responsabilidade na gestão de incidentes) de uma Instituição colocou-me várias questões relacionadas com a dificuldade, na sua instituição, de adesão ao Notific@ e à possibilidade de promover um sistema interno de notificação de incidentes.

Partilho convosco a minha resposta.
“(…) Começo por partilhar um link com a informação que tenho publicado, relacionada com a temática dos “incidentes” - http://risco-clinico.blogspot.pt/search/label/Incidentes - No Blog encontra obviamente outros temas.

Quanto às questões colocadas:
Também no CHS era grande a resistência no início (aquando da implementação do nosso sistema interno). Também ninguém tinha "tempo" para escrever a notificação, mas acima de tudo, não existia a consciência do quanto um sistema deste tipo pode ajudar todos os envolvidos, isto se o tratamento e análise dos relatos tiver em consideração os seguintes princípios:

domingo, 25 de outubro de 2015

Notificação de Incidentes – Necessitamos de uma “Cultura Justa”?

São reconhecidas as vantagens de um “Sistema de Notificação de Incidentes”.

Podemos aprender com os erros e falhas cometidos e usar essa informação para melhorar o sistema de suporte à prestação de cuidados, aumentando a segurança do doente (e dos profissionais), contribuindo para a qualidade dos cuidados de saúde.

O problema é que muitos profissionais não querem aprender, não querem mudar, não fazem sequer um pequeno esforço para compreender os objetivos de aprendizagem, mudança e melhoria contínua?

Como gestor de um sistema de notificação de incidentes, passo de forma cíclica por momentos de profundo desalento que resultam do constante fluxo de “más noticias”, contidas em cada relato.

A maioria apenas vê um “copo meio vazio”, ou continua a usar o “relato de incidente” de forma acusatória (do outro) ou como um meio de salvaguardar e justificar as suas ações, numa tentativa (por vezes descarada e evidente) de evitar qualquer penalização.

São raríssimos os relatos “calmos” e “ponderados” em que a pessoa envolvida no incidente, relata o incidente de forma objetiva, sem “ruido” acusatório ou juízos de valor, explicando o que aconteceu, e o que fez depois do incidente para mitigar o dano e prevenir a sua recorrência. Infelizmente, estes são uma minoria.
Reina o oposto e por mais que se insista, por mais que se dê formação e por mais que os planos de ação sejam dirigidos à melhoria dos sistemas e não às pessoas envolvidas, a verdade é que as más notícias continuam a chegar.

Tudo isto colide ainda com os princípios éticos e deontológicos do profissional que, chamado a gerir o processo de análise se vê confrontado com comportamentos profissionais aparentemente negligentes.

Mas que caminho seguir?

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

SEGURANÇA DO DOENTE = COMPROMISSO + ENVOLVIMENTO

A “Segurança do Doente” está na “moda”, a par da “Qualidade”, este tema está sempre em “cima da mesa”.
Mas a verdade é que nem sempre isso é levado a sério.
Não basta ter uma infra-estrutura fantástica e tecnologia de ponta. Não são as paredes ou os equipamentos que cuidam.

Será que dá assim tanto “trabalho” e “custa” assim tanto dinheiro:
  • Desenvolver um Plano, fundamentado e bem estruturado, para alcançar uma Imagem final, claramente definida desde o início.
  • Garantir um número adequado, seguro e qualificado de profissionais para cuidar dos doentes (seja que grupo profissional for).
  • Realizar um planeamento adequado dos cuidados, dos recursos, em parceria com todos os actores envolvidos, inclusive o próprio doente.
  • Formar e educar, de forma simples e dirigida ao problema, todos os profissionais da equipa (mesmo aqueles que acham que já sabem tudo).
  • Garantir a existência de dispositivos médicos adequados e seguros a um preço justo.
  • Assumir o conteúdo dos nossos códigos deontológicos (aqueles que jurámos defender e fazer cumprir) e viver os seus valores.
  • Assumir que EU (Todos nós individualmente) sou responsável pela segurança e qualidade dos cuidados prestados por mim e pela minha equipa.
Ou será que isto afinal é trabalhar de forma mais eficiente e poupar muito dinheiro?

Será que se TODOS dessem o seu melhor, não daria menos “trabalho” e “custava” menos dinheiro a TODOS?

E TU, o que fazes para dar “menos trabalho” e custar “menos dinheiro”?


Partilha connosco as tuas estratégias e sugestões.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Encontro - Histórias da Segurança do Doente

Encontro - Histórias da Segurança do Doente
O Gabinete de Gestão do Risco do CHLC-EPE, com o apoio da Associação Científica dos Enfermeiros (ACE), vai realizar no dia 1 de Outubro de 2015, na Sala de Conferências do Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, o Encontro com o tema “Histórias da Segurança do Doente”.




Pode efectuar a sua INSCRIÇÃO em http://acenfermeiros.pt/index.php?id1=2&id2=15&id3=2


Deixe os seus comentários, a sua opinião, partilha ou perguntas que queira colocar-nos.
E se gostou, ajude a divulgar esta informação, partilhando com os seus contactos.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Envolvimento dos Doentes no Controlo de Infecção – Uma Ferramenta de Segurança do Doente

Um vídeo da “Agency for Healthcare Research and Quality” que destaca os principais benefícios do envolvimento dos Doentes em actividades de prevenção de infecção nas Unidades de Hemodiálise ganhou o 5º Festival Anual de Cinema na 42ª Conferência Anual da “Association for Professionals in Infection Control and Epidemiology.

O vídeo intitula-se "Patient Engagement in Infection Prevention", e inclui os passos que os profissionais de saúde podem tomar para envolver os doentes no controlo de infecção e protegê-los de infecções durante a hemodiálise.
Um vídeo a não perder.
Pode ver o vídeo no YouTube clicando aqui, ou clicando na imagem acima.

Deixe nos comentários a sua opinião, partilha ou perguntas que queira colocar-nos.
E se gostou, ajude a divulgar esta informação, partilhando com os seus contactos.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

DGS/APDH divulga o Relatório Segurança dos Doentes - Avaliação da Cultura nos Hospitais

A Direção-Geral da Saúde (DGS) e a Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Hospitalar (APDH) divulgaram um relatório conjunto intitulado - Relatório Segurança dos Doentes - Avaliação da Cultura nos Hospitais

Pode ler-se no site da DGS:
“A Segurança do Doente é uma prioridade da Estratégia Nacional para a Qualidade na Saúde 2015-2020, a qual integra o Plano Nacional para a Segurança dos Doentes 2015-2020, que, no seu Objetivo Estatégico 1 "Aumentar a Cultura de Segurança do Ambiente Interno", indica que as instituições hospitalares e de cuidados de saúde primários devem avaliar a cultura de segurança do doente.

O presente relatório visa apresentar e analisar os resultados do estudo realizado em cinquenta e cinco unidades hospitalares em Portugal, no ano de 2014, no âmbito da Norma nº 025/2013, de 24 de dezembro, "Avaliação da Cultura de Segurança do Doente nos Hospitais".

Este é um documento para ler atentamente, em especial as suas recomendações (pag.32 a 37)

TODOS PODEMOS FAZER MAIS PELA SEGURANÇA DO DOENTE!

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Avaliação do Risco em Psiquiatria - É assim tão diferente?

O processo de “Avaliação do Risco” tem os mesmos objectivos em qualquer indústria ou actividade humana.
Quer a avaliação seja feita num porto de mercadorias, numa oficina automóvel ou numa unidade de saúde, aquilo que procuramos fazer é sempre o mesmo. Prevenir incidentes futuros.

6 Pontos fundamentais de uma avaliação do risco:
  1. Identificar as situações perigosas;
  2. Identificar os potenciais riscos associados e quem está potencialmente exposto ao risco;
  3. Identificar a probabilidade de ocorrência e a gravidade, e com isso obter um nível de risco que nos permita priorizar a nossa acção;
  4. Definir quais vão ser a medidas preventivas ou correctivas a desenvolver; 
  5. Identificar quem é responsável pela concretização dessas medidas;
  6. Estabelecer uma data para reavaliação.
 Assim, em Psiquiatria, o que temos de fazer não é muito diferente, apenas o contexto muda e principalmente, as características do Doente mudam.

sábado, 22 de agosto de 2015

Projeto de investigação - Satisfação Profissional e Segurança do Doente na Prática de Enfermagem

Se está a exercer em Portugal e dedica a maior parte do seu tempo à prestação direta de cuidados de saúde, apelamos a que aceda à plataforma online e preencha o questionário.

Este estudo pretende perceber se «existe relação entre a satisfação profissional dos enfermeiros e os eventos adversos associados à prática de Enfermagem», explica o Enf. Maurício Alves. 

Ainda segundo o investigador, «a satisfação no trabalho tem constituído ao longo dos anos um tópico de interesse crescente em Saúde e na Enfermagem para os que se preocupam com a qualidade de vida no trabalho, o sucesso das organizações e com as consequências do esforço de cada profissional nos cuidados de saúde». Paralelamente, «a segurança do doente é definida como um componente estruturante, uma meta constante e um indicador referencial do desempenho e qualidade do sistema de saúde».

Acrescentamos que este projeto de investigação está a ser desenvolvido pelo Enf. Maurício Fernandes Alves no âmbito do VIII Curso de Pós-Licenciatura de Especialização em Enfermagem Médico-Cirúrgica da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, sob a orientação da Prof.ª Amélia Castilho e coorientação do Prof. Luís Loureiro.

Link para o questionário: http://newdbserver.med.up.pt/projext/medquest/verprod/index.php?mdl=3&qtr=MTQyNzcyNDcxNDI

NOTA: devido a problemas na base de dados (já solucionados), se por acaso respondeu ao questionário antes do dia 24/08/2015, o Autor apela à sua compreensão, pedindo-lhe que volte a preencher o questionário. Muito Obrigado 

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Vídeo do CDC - Stop the Spread of Antibiotic Resistance

O CDC lançou recentemente um vídeo que demonstra como os microorganismos resistentes a antibióticos se espalham entre diferentes unidades de saúde, incluindo aquelas que possuem programas de controlo de infecção e administração de antibióticos.

O vídeo "CDC Vital Signs: Stop the Spread of Antibiotic Resistance," destaca também uma abordagem coordenada para reduzir os microorganismos e as infecções.

De acordo com o mais recente modelo matemático do CDC, é esperado que o número de infecções resistentes aos antibióticos, incluindo infecções por Clostridium difficile, venham a aumentar se não forem implementadas de imediato em todo o país (EUA) melhorias no controlo de infecção e na prescrição de antibióticos. A pesquisa descobriu que uma resposta coordenada poderia reduzir as infecções em 74% em cinco anos.

Claro que tudo isto só pode ser alcançado se houver uma colaboração honesta e franca entre as diferentes instituições de saúde e de apoio social.

Este é o caminho que Portugal está a tentar seguir e implementar.

Perguntas para reflectir:

  • Quais as medidas implementadas na minha Instituição para garantir que a informação relativa a microorganismos resistentes a antibióticos é transmitida a outras Instituições quando o Doente é transferido ou tem alta?
  • Quando um doente é transferido para a minha instituição, recebemos essa informação?


CDC Video - Stop the Spread of Antibiotic Resistance

CDC have recently released a video that demonstrates how antibiotic-resistant germs spread between healthcare facilities, including those that practice infection control and antibiotic stewardship.

The, "CDC Vital Signs: Stop the Spread of Antibiotic Resistance," video also spotlights a coordinated approach to reduce germs and infections.
According to the CDC's latest mathematical modeling, the number of drug-resistant infections, including Clostridium difficile infections, is expectedto rise if no immediate, nationwide infection control and antibiotic prescription improvements are made. The research found that a coordinated response could reduce infections by 74 percent over five years.

Of course, all this can only be achieved if there is an honest and frank collaboration between the various institutions providing health and social support.


Questions to consider

  • What are the measures implemented in my institution to ensure that the information on resistant microorganisms to antibiotics is transmitted to other institutions when the patient is transferred or discharged?
  • When a patient is transferred to my institution, we received this information?

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Checklists - Porque estão a falhar?

Os resultados dos estudos de investigação iniciais que envolviam a implementação de listas de verificação (checklists) nos hospitais pareciam demonstrar a existência de taxas de infecção mais baixas, taxas de mortalidade mais baixas e menos complicações pós-cirúrgicas. No entanto, análises de longo prazo ao sucesso de tais listas de verificação em muitos hospitais estão a obter resultados pouco inspiradores, de acordo com um artigo da Nature.


Checklists - Why are they failing?

In the beginning the initial trials involving the implementation of hospital checklists seemed to result in lower infection rates, lower mortality rates and fewer post-surgical complications, long-term analyses of the success of such checklists in many hospitals are getting uninspiring results, according to an article from Nature.


terça-feira, 4 de agosto de 2015

Anúncio - Pós-graduação em Enfermagem Perioperatória‏ na ESSCVP

A Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa tem o prazer de anunciar a abertura de uma nova pós-graduação em Enfermagem Perioperatória.
Do reconhecimento da relevância desta valência no contexto da enfermagem, emerge a necessidade de formação específica para os enfermeiros que desenvolvem a sua atividade nesta área, reconhecida recentemente pela Ordem dos Enfermeiros como uma futura especialidade de Enfermagem autónoma.
Já pode fazer a sua candidatura online aqui ou em www.esscvp.eu!
A data prevista de abertura do curso é 3 de novembro de 2015.
Consulte e divulgue toda a informação em www.esscvp.eu para mais informações.

Qualquer dúvida contacte  secretaria@esscvp.eu ou 213 616 790

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Divulgação: 1ª Jornadas Ibéricas de Qualidade em Saúde e Segurança do Doente - 09.Outubro.2015

A Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa vem por este meio convidá-lo (a) a estar presente nas I Jornadas Ibéricas de Qualidade em Saúde e Segurança do Doente, que irão realizar-se no próximo dia 09 de Outubro, no Auditório da Reitoria da Universidade Nova de Lisboa (Campus de Campolide).

Nesta primeira edição, destacamos os temas:

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Incidente – Implante ortopédico "fora-de-prazo" colocado em doente

Descrição sumária do incidente:
No mês de Julho de 2015, o Hospital X recebe uma caixa de material de implante “contra-consumo”, ou seja, o hospital só paga o material que consumir.
A caixa com o material à entregue por uma empresa idónea, que possui certificado de “qualidade”.
Durante uma intervenção cirúrgica é aplicado ao doente material de implante.
Após a cirurgia, os dados do implante são enviados ao serviço de aprovisionamento para serem introduzidos no sistema para posterior pagamento.
No aprovisionamento o sistema não permite a introdução dos dados do material de implante, informando que o material referido estaria “fora-de-prazo”.

Problemas identificados:

Incident – Orthopedic Implant “out-of-date” applied to the patient

Brief description of the incident:

On July 2015, Hospital X receives a box of implant material "counter-consumption", that is, the hospital only pay the material consumed.
The box with the material was delivered by a competent company, which has certified "quality".
During a surgical intervention the implant material was applied to the patient.
After surgery, implant data is sent to the provisioning service to be introduced into the system for later payment.
The supply system does not allow the introduction of the material data, stating that this material would be " out-of-date ".

Issues:

domingo, 12 de julho de 2015

Presentation "The Checklist Paradox", by Lorelei Lingard

Today I want to recommend the viewing of a brilliant presentation, made by Lorelei Lingard, titled
 The Checklist Paradox, by Lorelei Lingard
"The Paradox Checklist".

In her presentation, Lorelei tells us about not one, but of three paradoxes on the use of checklists, and in particular of the "surgical checklist".

Who can claim to have no difficulty in ensuring the implementation of this tool? And even when getting high compliance levels of 95% or more, who does not have the knowledge that patients are really not safer because of it?


Do not be discouraged by the time (45 minutes presentation + 11 minutes of questions and answers). It´s really worth listening to, and perhaps it will help you to improve our practice.
(Click on the image to access the presentation)

Apresentação "The Checklist Paradox", por Lorelei Lingard

Hoje quero recomendar o visionamento de uma apresentação brilhante, efetuada por Lorelei Lingard, intitulada "The Checklist Paradox".

Na sua apresentação, Lorelei fala-nos não num, mas em 3 paradoxos relativamente à utilização de checklists, e em especial sobre a "checklist cirurgia segura".

Quem pode afirmar que não teve, ou melhor, não tem dificuldades em garantir a implementação desta ferramenta, ou, mesmo obtendo níveis de cumprimento elevados de 95% ou mais, não tem o conhecimento de que mesmo assim os doentes não estão mais seguros por isso?

Não se deixem desencorajar pelo tempo (45 minutos de apresentação + 11 minutos de perguntas e respostas). Vale mesmo a pena ouvir, e quem sabe melhorar a nossa prática.

 The Checklist Paradox by Lorelei Lingard
Clique na imagem ou no link www.vimeo.com/78557791 

segunda-feira, 22 de junho de 2015

O poder da antecipação – Preparação para a Auditoria CHKS

Hoje, após um pedido formal, realizei num Serviço um “simulacro de auditoria” na presença da Diretora do Serviço, do Enfermeiro Chefe e de mais 3 Enfermeiros (Com responsabilidades em diferentes áreas: Apoio à Gestão, Gestão do Risco e Elemento de Ligação à Qualidade).

Esta é uma estratégia que, apesar de simples, não deve ser desprezada.

É certo que não é possível “preparar” uma auditoria de reacreditação de uma Instituição “de véspera”. Se o trabalho não estiver previamente feito, se as boas práticas de melhoria contínua da qualidade não estiverem presentes, é certo que nada irá resolver o problema. Mas esse não foi o objetivo.

O objetivo deste “simulacro” é obter uma visão diferente (e preparada) daquilo que pode ocorrer durante a auditoria real. No fundo, é pedir a alguém “de fora” (de preferência com formação em auditoria) que nos coloque algumas perguntas difíceis. Que nos retire da nossa zona de conforto e nos faça refletir.

Alguns dos tópicos abordados (e algumas sugestões de resposta):
  • Reunião de auditoria inicial com base nas normas e critérios estabelecidos.
    • Demonstrar conhecimento dos temas questionados e dos documentos institucionais em vigor (quer dos do Serviço quer dos documentos transversais à Instituição);

domingo, 21 de junho de 2015

Divulgação - Lançamento de Livro sobre Prevenção e Controlo das IACS

As principais medidas de prevenção e controlo de infeção passam pelo cumprimento das boas práticas, como sendo as Precauções Básicas em Controlo de Infecção (PBCI) e outras medidas adicionais de isolamento e, por outro lado, pelo uso racional de antimicrobianos.

O enfermeiro, tendo em conta a sua área de atuação e os regulamentos de exercício profissional e de competências, tem um papel determinante e decisivo na aplicação destas medidas e, consequentemente, na estratégia de prevenção e redução das taxas de incidência e prevalência.

Esta é, no entanto, uma área de intervenção vasta e frequentemente complexa para a tomada de decisão, pelo que se compreende a necessidade (e a oportunidade) de criar e disponibilizar instrumentos de apoio à decisão de enfermagem, úteis, práticos, com informação pertinente, atual e potenciadora de boas práticas de cuidados de enfermagem.

Dando o nosso contributo, divulgamos aqui o lançamento do livro: Prevenção e Controlo das IACS: Contributos para a Tomada de Decisão em Enfermagem.

Acesso à informação sobre o livro disponível em: http://contributosparaenfermeiros.blogspot.pt/2015/06/lancamento-do-livro.html

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Segurança do Doente / Patient Safety

Depois de superadas as 40,000 visualizações (e por isso vos estamos muito agradecidos) optamos por fazer uma mudança.

A mudança é no nosso nome: Segurança do Doente / Patient Safety

Fazemos esta mudança de forma consciente assumindo a abrangência de um conceito maior.

Para a OMS a definição mais simples de segurança do doente/paciente “é a prevenção de erros e eventos adversos dos doentes/pacientes, associados aos cuidados de saúde. Enquanto os cuidados de saúde se têm tornado mais eficazes, também ficaram mais complexos, com uma maior utilização de novas tecnologias, medicamentos e tratamentos. Os serviços de saúde tratam doentes/pacientes mais idosos e mais doentes, que muitas vezes se apresentam com co-morbilidades significativas que exigem decisões cada vez mais difíceis quanto às prioridades na saúde. O aumento da pressão económica sobre os sistemas de saúde, muitas vezes leva a ambientes de cuidados de saúde sobrecarregados.”

Gostamos também da definição de LindaEmanuel (et.al), que nos diz que “a segurança do doente/paciente é uma disciplina no sector dos cuidados de saúde que aplica métodos científicos de segurança com o objectivo de alcançar um sistema confiável de prestação de cuidados de saúde. A segurança do doente/paciente também é um atributo dos sistemas de cuidados de saúde; ele minimiza a incidência e o impacto de, e maximiza a recuperação dos, eventos adversos.

Poderíamos aqui partilhar e debater outras definições, mas na sua essência todas se referem ao acto de cuidar em segurança.

É a partilha desse conhecimento e experiência feita, desse caminho percorrido que temos feito desde o primeiro dia, desde o primeiro “post” a 04 de Fevereiro de 2011.
E é isso que continuaremos a fazer.
Uma vez mais obrigado a todos por nos lerem e espalharem a “Segurança do Doente/Paciente”

Patient Safety / Segurança do Doente

After overcoming 40,000 views (and we are very grateful to you) we chose to make a change.

The change is in our name: Segurança do Doente / Patient Safety

We make this change consciously assuming the scope of a larger concept

According to WHO the simplest definition of patient safety “is the prevention of errors and adverse effects to patients associated with health care. While health care has become more effective it has also become more complex, with greater use of new technologies, medicines and treatments. Health services treat older and sicker patients who often present with significant co-morbidities requiring more and more difficult decisions as to health care priorities. Increasing economic pressure on health systems often leads to overloaded health care environments.

We also like the definition of LindaEmanuel (et. all), that says that “Patient safety is a discipline in the health care sector that applies safety science methods toward the goal of achieving a trustworthy system of health care delivery. Patient safety is also an attribute of health care systems; it minimizes the incidence and impact of, and maximizes recovery from, adverse events.”

We could share and discuss other definitions, but in essence all of them refer to “safety healthcare”.

It is the sharing of this knowledge and experience, and the path traveled, that we have done from day one, from the first "post" on February 4, 2011.

And that's what we will continue to do.
Once again thank you all for reading us and spread the "Patient Safety".

domingo, 31 de maio de 2015

Auditoria Clínica – Uma Ferramenta que tens de Dominar.

Depois de mais um workshop concluído (23 e 30 de maio, 2015) a sensação não poderia ser melhor.

Uma vez mais (e é sempre assim) um conjunto de profissionais das mais variadas áreas de trabalho e diferentes profissões, conclui-o com sucesso o curso com a apresentação dos seus resultados de auditoria, apenas uma semana após o início do curso.

A Auditoria Clínica é um processo estruturado de revisão por pares através da avaliação da prática clínica relativamente às normas de orientação adotadas, implementação das mudanças necessárias na prática clínica e subsequente reavaliação das diferenças que essas mudanças produziram.
O objetivo geral deste processo é o de garantir elevados padrões de prática clínica e melhorar de forma global a qualidade dos cuidados prestados ao doente.

O National Institute for Health and Clinical Excellence, no seu documento de 2002, Principles for Best Practice in Clinical Audit, define auditoria clínica como:
“Um processo de melhoria da qualidade que procura melhorar os cuidados prestados ao doente e os seus resultados através da revisão sistemática desses cuidados relativamente a critérios explícitos e da revisão da mudança.
Os aspetos relacionados com a estrutura, processo e resultado dos cuidados são selecionados e sistematicamente avaliados relativamente a critérios explícitos.
Onde for indicado, são implementadas mudanças ao nível individual, da equipa ou do serviço e é implementada uma monitorização para confirmar a melhoria na prestação dos cuidados.”

A auditoria clínica permite assim conhecer verdadeiramente quais os resultados da nossa atividade (seja de simples processo de limpeza à verificação das medidas de segurança em proteção radiológica).
Todos temos a obrigação de conhecer os resultados dos cuidados (serviços) que prestados, integrando a informação recolhida na gestão do serviço/instituição e no planeamento dos cuidados, contribuindo assim para a Governação Clínica, para a promoção da Eficiência Clínica, fatores determinantes para a Segurança do Doente.

Neste workshop foram desenvolvidas e aplicadas as seguintes grelhas de auditoria:

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Enfermeira nos Estados Unidos faz 90 Anos e ainda continua a trabalhar

Numa altura em que “todos” nos queixamos do “quanto já trabalhámos” ou do que ainda nos falta, partilho convosco este exemplo incrível.



Florence Rigney é a mais antiga enfermeira ainda a trabalhar nos EUA e fez este ano 90 anos de idade. Os seus colegas de trabalho no “MultiCare Tacoma General Hospital” em Washington, não deixaram passar esta data desapercebida.

Em vez disso, eles fizeram uma festa surpresa a Florence Rigney (tinha que ser “Florence”). Ela teve direito a uma tiara, uma faixa e uma carta do Governador de Washington Jay Inslee, em reconhecimento pelas suas décadas de serviço.

O Diretor do hospital e os filhos da Sra Rigney estavam também presentes.

A Sr. Rigney, uma enfermeira de Bloco Operatório, está na profissão há quase sete décadas, tendo iniciado a sua carreira há 69 anos. A Sr.ª Rigney considerou reformar-se, tendo mesmo parado de trabalhar quando tinha 67 anos, mas isso só durou cerca de cinco meses. Agora ela trabalha dois dias por semana.

Este é o vídeo da sua festa surpresa.

domingo, 17 de maio de 2015

Sala de Snoezelen – Casa dos Marcos. Moita, Portugal

Esta sala existe na “Casa Dos Marcos”. Um projecto que vale mesmo a pena conhecer.

O Conceito da sala de Snoezelen proporciona conforto, através do uso de estímulos controlados, e oferece uma grande quantidade de estímulos sensoriais, que podem ser usados de forma individual ou combinada dos efeitos da música, notas, sons, luz, estimulação táctil e aromas.
O ambiente, que a sala de Snoezelen proporciona, é seguro e não ameaçador, promovendo o auto-controlo, autonomia, descoberta e exploração, bem como efeitos terapêuticos e pedagógicos positivos.
O ambiente multisensorial permite estimular os sentidos primários tais como o toque, o paladar, a visão, o som, o cheiro, sem existir necessidade de recorrer às capacidades intelectuais mas sim às capacidades sensoriais dos indivíduos. A confiança e o relaxamento são incentivados através de terapias não directivas.
O uso de um ambiente multisensorial permite que as terapias sejam únicas para cada utente.

sábado, 16 de maio de 2015

Celebrando a Amizade - Com Alexandre Tavares

Para provar que quando há vontade tudo é possível, recebi em Setúbal o meu bom Amigo Alexandre Tavares (autor do blog DR. TAVARES' BLOG ON PATIENT SAFETY), Médico Psiquiatra a exercer no Canadá.

Aqui fica o registo do momento.

Obrigado pela Amizade Alexandre!

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Workshop's - Epidemiologia, clínica e diagnóstico de encefalites virais transmitidas por vectores & Febres hemorrágicas Virais

As inscrições nos Workshops (condicionadas ao número de vagas) são gratuitas.

Workshop - Epidemiologia, clínica e diagnóstico de encefalites virais transmitidas por vectores
As encefalites virais com origem em artrópodes ou roedores representam um problema importante em saúde pública. Os vírus que provocam encefalites togavírus (flavivírus e alfavírus), buniavírus, e reovírus normalmente estão bem adaptados aos seus hospedeiros e são transmitidos ao homem pela picada de artrópodes, mosquitos, carraças ou flebótomos, ou pelo contacto com roedores ou as suas excreções e são a principal causa de encefalites em todo o mundo. O workshop “Epidemiologia, clínica e diagnóstico de encefalites virais transmitidas por vectores” visa apresentar, debater e promover competências teóricas e práticas em domínios da epidemiologia, da clínica, do diagnóstico e da biossegurança de encefalites virais transmitidos por vetores. Destina-se a clínicos, investigadores e técnicos que realizem atividades relacionadas com o diagnóstico clínico e laboratorial e investigação de agentes infeciosos.
A iniciativa realiza-se no âmbito da Rede Ibérica de Laboratórios de Alerta Biológico (IB-BIOALERTNET) que tem como principal objetivo a normalização e acreditação de métodos e formação técnico- científico para uma resposta atempada a emergências e ameaças de origem biológica.
As inscrições nos Workshops (condicionadas ao número de vagas) são gratuitas.

Workshop - Epidemiologia, clínica e diagnóstico de Febres hemorrágicas Virais
As Febres Hemorrágicas Virais são infecções provocadas por filovírus (ebola, marburg), arenavírus (Lassa), buniavírus (hantavírus, Rift Valley, FH Crimeia-Congo) e flavivírus (febre amarela, dengue hemorrágico). A transmissão destes agentes ao homem faz-se por via vectorial (carraças, mosquitos) ou por contacto com morcegos e roedores ou com as suas excreções. As infeções nosocomiais são frequentes, sobretudo nas infeções por ébola, marburg e FH Crimeia Congo. Para as atividades de gestão de doentes, de diagnóstico laboratorial e de prevenção e controlo destas infeções é importante que os prestadores de cuidados de saúde e de serviços laboratoriais possuam um conhecimento profundo sobre as Febres Hemorrágicas Virais.
A iniciativa realiza-se no âmbito da Rede Ibérica de Laboratórios de Alerta Biológico (IB-BIOALERTNET) que tem por finalidades a normalização e acreditação de métodos e a formação técnico-científico para uma resposta atempada a emergências e ameaças de origem biológica.
As inscrições nos Workshops (condicionadas ao número de vagas) são gratuitas.

As inscrições devem formalizadas através dos seguintes formulários:

Epidemiologia, clínica e diagnóstico de encefalites virais transmitidas por vectores. Formulário de inscrição: 

Epidemiologia, clínica e diagnóstico de Febres Hemorrágicas Virais. Formulário de inscrição: 

Local de realização dos Workshops
Centro de Estudos de Vetores e Doenças Infeciosas
Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, I.P.
Águas de Moura, 11 de maio de 2015